<div class="elementor-post__thumbnail elementor-fit-height imagem_injetada" style="margin-bottom:7px; display:none;"><img width="300" height="168" src="https://www.femama.org.br/site_old/_files/noticia/3921/60229e712c2c0.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt=""></div><div class="elementor-post__thumbnail elementor-fit-height imagem_injetada" style="margin-bottom:7px; display:none;"><img width="300" height="168" src="https://www.femama.org.br/site_old/_files/noticia/3921/60229e712c2c0.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt=""></div>{"id":19757,"date":"2021-02-09T00:00:00","date_gmt":"2021-02-09T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/femama.org.br\/site_novo\/noticias-recentes\/por-que-o-cancer-de-mama-se-tornou-a-forma-mais-comum-da-doenca-no-mundo\/"},"modified":"2021-02-09T00:00:00","modified_gmt":"2021-02-09T03:00:00","slug":"por-que-o-cancer-de-mama-se-tornou-a-forma-mais-comum-da-doenca-no-mundo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/femama.org.br\/site\/noticias-recentes\/por-que-o-cancer-de-mama-se-tornou-a-forma-mais-comum-da-doenca-no-mundo\/","title":{"rendered":"Por que o c\u00e2ncer de mama se tornou a forma mais comum da doen\u00e7a no mundo"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><span style=\"font-size: small;\">Ultrapassando os casos de&nbsp;<strong>c&acirc;ncer de pulm&atilde;o,<\/strong>&nbsp;o&nbsp;<\/span><\/span><strong><span style=\"font-family: Verdana; font-size: small;\">c&acirc;ncer de mama<\/span><\/strong><span style=\"font-family: Verdana;\"><span style=\"font-size: small;\">&nbsp;se tornou a forma mais comum da doen&ccedil;a em todo mundo, de acordo com informa&ccedil;&otilde;es divulgadas pela Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de (OMS) nesta semana.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><span style=\"font-size: small;\">Somente no Brasil, as mais recentes&nbsp;<\/span><\/span><a href=\"https:\/\/www.inca.gov.br\/estimativa\/sintese-de-resultados-e-comentarios\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-family: Verdana; font-size: small;\">estimativas<\/span><\/a><span style=\"font-family: Verdana;\"><span style=\"font-size: small;\">&nbsp;do Instituto Nacional do C&acirc;ncer (INCA) apontam o surgimento de mais de 66 mil novos casos da enfermidade por ano at&eacute; 2022. Mas o que est&aacute; por tr&aacute;s desse aumento?<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><span style=\"font-size: small;\">L&iacute;der&nbsp;do centro de tumores de mama do A.C.Camargo Cancer Center, a Dr. Fabiana Makdissi explica que s&atilde;o tr&ecirc;s os principais fatores que podem ter contribu&iacute;do para isso. A come&ccedil;ar, o aumento da expectativa de vida da popula&ccedil;&atilde;o.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Verdana; font-size: small;\">&ldquo;O c&acirc;ncer de mama &eacute; uma doen&ccedil;a degenerativa, ou seja, conforme envelhecemos, aumentam os riscos de t&ecirc;-la. Por isso costumo falar para minhas pacientes que nossos dois maiores fatores de risco s&atilde;o o fato de termos nascido mulher e de estar envelhecendo todos os dias&rdquo;, diz a m&eacute;dica.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><span style=\"font-size: small;\">E se por muito tempo o tabaco foi o grande vil&atilde;o, hoje &eacute; a&nbsp;<\/span><\/span><strong><span style=\"font-family: Verdana; font-size: small;\">obesidade<\/span><\/strong><span style=\"font-family: Verdana;\"><span style=\"font-size: small;\">&nbsp;que est&aacute; relacionada a uma s&eacute;rie de tumores &ndash; n&atilde;o apenas nas mamas &ndash;, pois, enquanto &oacute;rg&atilde;o vivo, a gordura acumulada produz uma s&eacute;rie de subst&acirc;ncias que tamb&eacute;m influenciam no surgimento da doen&ccedil;a.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><span style=\"font-size: small;\">Por fim, e caminhando de m&atilde;os dadas com a obesidade, est&aacute; o sedentarismo, que se intensificou com a&nbsp;<\/span><\/span><strong><span style=\"font-family: Verdana; font-size: small;\">pandemia<\/span><\/strong><span style=\"font-family: Verdana; font-size: small;\">. &ldquo;Al&eacute;m de uma limita&ccedil;&atilde;o da atividade f&iacute;sica, a reclus&atilde;o tamb&eacute;m causou muitas crises de ansiedade, levando as pessoas a aumentar a ingest&atilde;o de comida&rdquo;, aponta Fabiana.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><span style=\"font-size: small;\">A pr&oacute;pria pandemia tamb&eacute;m tem influenciado de maneira negativa, uma vez que o medo de contrair o&nbsp;<\/span><\/span><strong><span style=\"font-family: Verdana; font-size: small;\">coronav&iacute;rus<\/span><\/strong><span style=\"font-family: Verdana;\"><span style=\"font-size: small;\">&nbsp;afastou as pessoas dos m&eacute;dicos, impedindo a realiza&ccedil;&atilde;o de diagn&oacute;sticos que, quanto mais cedo s&atilde;o feitos, mais fundamentais para o sucesso do tratamento. No caso do c&acirc;ncer de mama, por exemplo, a descoberta precoce representa 90% de chance de cura.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><span style=\"font-size: small;\">&ldquo;Quanto mais r&aacute;pido for diagnosticada e tratada a doen&ccedil;a, maiores s&atilde;o as chances de cura, com tratamentos menos invasivos para a paciente e com investimento menor e mais eficiente para a gest&atilde;o p&uacute;blica&rdquo;, <strong>explica a&nbsp;Dra. Maira Caleffi, mastologista e presidente volunt&aacute;ria da&nbsp;FEMAMA.<\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Verdana; font-size: small;\">Segundo levantamento feito pela Funda&ccedil;&atilde;o do C&acirc;ncer, em 2020, o n&uacute;mero de mamografias realizadas pelo SUS caiu em 80% se comparado com o mesmo per&iacute;odo do ano anterior. O exame &eacute; justamente um dos mais eficazes m&eacute;todos de detec&ccedil;&atilde;o da doen&ccedil;a e deve ser realizado anualmente por todas as mulheres a partir dos 40 anos.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Verdana; font-size: small;\">&ldquo;H&aacute; uma recomenda&ccedil;&atilde;o do governo de que o rastreamento se d&ecirc; a partir dos 50 anos, quando h&aacute; uma explos&atilde;o no n&uacute;mero de casos&rdquo;, esclarece Fabiana. &ldquo;Mas n&oacute;s especialistas sugerimos antecip&aacute;-lo porque, para que o diagn&oacute;stico seja precoce, o ideal &eacute; que ele seja feito antes dessa explos&atilde;o. Assim, conseguimos descobrir a doen&ccedil;a em fase pr&eacute;-maligna, ainda n&atilde;o evidente, que pode ser interrompida com uma opera&ccedil;&atilde;o.&rdquo;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Verdana; font-size: small;\">Como muitos m&eacute;dicos, ela demonstra preocupa&ccedil;&atilde;o com a baixa procura dos pacientes por exames e tratamentos. &ldquo;Todos os dias algu&eacute;m me pergunta se n&atilde;o pode esperar mais um pouquinho para se examinar. E eu falo que n&atilde;o &eacute; para ficar esperando, sen&atilde;o vamos pagar o pre&ccedil;o disso!&rdquo;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Verdana; font-size: small;\">Em lugares como Manaus, onde a pandemia n&atilde;o consegue ser controlada, a m&eacute;dica diz que certamente ir&aacute; levar muito mais tempo para que as mulheres retomem o acesso &agrave; sa&uacute;de e consigam correr atr&aacute;s dos preju&iacute;zos. &ldquo;Quando se demora muito para fazer o diagn&oacute;stico, a doen&ccedil;a que j&aacute; est&aacute; instalada, continua a crescer, ent&atilde;o teremos cada vez mais mortalidade. H&aacute; ainda muito ch&atilde;o pela frente&rdquo;, diz.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><span style=\"font-size: small;\">Prova disso, exemplifica Maira, &eacute; que o aumento de diagn&oacute;sticos para tumores de mamas observado desde novembro &eacute; justamente daqueles que j&aacute; s&atilde;o palp&aacute;veis e mais avan&ccedil;ados. &ldquo;A situa&ccedil;&atilde;o &eacute; bem cr&iacute;tica, pois o v&iacute;rus continua contaminando e matando muitas pessoas, e agora temos uma epidemia de c&acirc;ncer em formas mais graves do que t&iacute;nhamos e com estruturas de sa&uacute;de lotadas.&rdquo;<\/span><\/span><\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Verdana; font-size: 20px;\">Conhecer o pr&oacute;prio corpo<\/span><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><span style=\"font-size: small;\">&ldquo;Antes dos 40 anos, as mulheres devem solicitar ao ginecologista ou ao mastologista a realiza&ccedil;&atilde;o do exame cl&iacute;nico das mamas e fazer exames complementares, como a ultrassom, caso o m&eacute;dico os solicite&rdquo;, orienta Maira.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><span style=\"font-size: small;\">Tamb&eacute;m &eacute; essencial se conhecer, ela aponta. &ldquo;O&nbsp;autoconhecimento da mama &eacute; importante em todas as idades para que as mulheres conhe&ccedil;am bem seu corpo e possam perceber com facilidade qualquer altera&ccedil;&atilde;o nas mamas. No entanto, ele n&atilde;o substitui o exame realizado pelo m&eacute;dico.&rdquo;<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Verdana; font-size: small;\">A aten&ccedil;&atilde;o deve ser redobrada para aquelas possuem um hist&oacute;rico familiar da doen&ccedil;a, explica Fabiana. &ldquo;Se voc&ecirc; est&aacute; em uma fam&iacute;lia onde h&aacute; risco de uma s&iacute;ndrome heredit&aacute;ria e o c&acirc;ncer de mama &eacute; frequente, talvez seja melhor come&ccedil;ar os exames antes, mas isso depende de cada caso.&rdquo;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Verdana; font-size: small;\">&ldquo;Na grande maioria das vezes, o c&acirc;ncer &eacute; o que chamamos de espor&aacute;dico&rdquo;, ela continua. &ldquo;Claro, o fator heredit&aacute;rio &eacute; importante, mas ele representa muito pouco dos casos gerais, algo em torno de 5% a 10%. Ent&atilde;o a mulher n&atilde;o pode se sentir blindada s&oacute; pelo fato de n&atilde;o ter c&acirc;ncer na fam&iacute;lia.&rdquo;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><span style=\"font-size: small;\">E quais s&atilde;o os sinais para os quais se deve ficar atento? &ldquo;N&oacute;dulos&nbsp;palp&aacute;veis, retra&ccedil;&atilde;o do mamilo, sa&iacute;da de secre&ccedil;&atilde;o &ndash; clara ou sanguinolenta &ndash; do mamilo, avermelhamento muito significativo da mama, principalmente se for de um lado s&oacute;. N&atilde;o s&atilde;o sintomas de c&acirc;ncer, mas sim de alerta para mostrar que &eacute; preciso ir ao m&eacute;dico e fazer uma avalia&ccedil;&atilde;o detalhada.&rdquo;<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Verdana; font-size: small;\">Fabiana ainda chama aten&ccedil;&atilde;o para o caso dos homens, que, ainda que em uma escala muito menor, tamb&eacute;m podem ser acometidos pela doen&ccedil;a. &ldquo;N&atilde;o existe exame de rastreamento para eles, ent&atilde;o &eacute; importante que saibam que podem ter c&acirc;ncer de mama, ou do contr&aacute;rio n&atilde;o se importar&atilde;o caso surja algum sintoma. Tendo esse conhecimento, um homem que sentir um caro&ccedil;o atr&aacute;s da aur&eacute;ola, por exemplo, provavelmente vai procurar ajuda.&rdquo;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Verdana; font-size: small;\">Para este Dia Mundial do C&acirc;ncer (4), a OMS lan&ccedil;ou o slogan&nbsp;<em>&ldquo;Eu posso e eu vou&rdquo;<\/em>, que simboliza, entre outras coisas, atitudes que podem ser tomadas para diminuir o risco de ter a doen&ccedil;a. Se alimentar de forma saud&aacute;vel, fazer exerc&iacute;cios regularmente, n&atilde;o fumar, reduzir o consumo de bebidas alco&oacute;licas e, no caso espec&iacute;fico do c&acirc;ncer de mama, amamentar s&atilde;o alguns exemplos.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Verdana;\"><span style=\"font-size: small;\">Em a&ccedil;&atilde;o semelhante, no &uacute;ltimo&nbsp;<\/span><\/span><strong><span style=\"font-family: Verdana; font-size: small;\">Outubro Rosa<\/span><\/strong><span style=\"font-family: Verdana; font-size: small;\">, a FEMAMA criou a campanha &ldquo;<\/span><strong><a href=\"https:\/\/3perguntasquesalvam.femama.org.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-family: Verdana; font-size: small;\">3 perguntas que salvam<\/span><\/a><\/strong><span style=\"font-family: Verdana; font-size: small;\">&ldquo;, para incentivar homens, mulheres e jovens a tomar uma atitude pr&aacute;tica e fazer as seguintes quest&otilde;es para as mulheres que amam:<\/span><\/p>\n<ol style=\"text-align: justify;\">\n<li><strong><em><span style=\"font-family: Verdana; font-size: small;\">Voc&ecirc; tem observado suas mamas?<\/span><\/em><\/strong><\/li>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<li><strong><em><span style=\"font-family: Verdana; font-size: small;\">Voc&ecirc; j&aacute; marcou seus exames anuais?<\/span><\/em><\/strong><\/li>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<li><strong><em><span style=\"font-family: Verdana; font-size: small;\">Voc&ecirc; conhece seus fatores de risco?<\/span><\/em><\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Verdana; font-size: small;\">&ldquo;Ningu&eacute;m tem culpa de ter c&acirc;ncer, mas temos escolhas que podem mudar a nossa hist&oacute;ria em rela&ccedil;&atilde;o a ele. Se sei que posso fazer essas coisas, por que n&atilde;o? Sa&uacute;de n&atilde;o &eacute; apenas a aus&ecirc;ncia de doen&ccedil;a, mas tamb&eacute;m ser e sentir saud&aacute;vel todos os dias&rdquo;, lembra Fabiana.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"font-family: Verdana; font-size: small;\">E&nbsp;Maira&nbsp;refor&ccedil;a: &ldquo;Cuidar de si mesmo e de quem se ama precisa ser um ato di&aacute;rio, o c&acirc;ncer n&atilde;o tem hora e nem dia marcado para acontecer.&rdquo;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><a href=\"https:\/\/claudia.abril.com.br\/saude\/por-que-cancer-de-mama-forma-mais-comum-mundo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"font-family: Verdana; font-size: small;\">Fonte: Claudia<\/span><\/a><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Neste Dia Mundial do C&acirc;ncer (4), a OMS alerta para a import&acirc;ncia de fazer exames e consultas mesmo durante a pandemia.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[22,18,13,24],"tags":[],"class_list":["post-19757","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-blog-da-femama","category-cancer-de-mama","category-noticias-recentes","category-o-que-e-cancer-de-mama"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Por que o c\u00e2ncer de mama se tornou a forma mais comum da doen\u00e7a no mundo | FEMAMA<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/femama.org.br\/site\/noticias-recentes\/por-que-o-cancer-de-mama-se-tornou-a-forma-mais-comum-da-doenca-no-mundo\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Por que o c\u00e2ncer de mama se tornou a forma mais comum da doen\u00e7a no mundo | FEMAMA\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Neste Dia Mundial do C&acirc;ncer (4), a OMS alerta para a import&acirc;ncia de fazer exames e consultas mesmo durante a pandemia.\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/femama.org.br\/site\/noticias-recentes\/por-que-o-cancer-de-mama-se-tornou-a-forma-mais-comum-da-doenca-no-mundo\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"FEMAMA\" \/>\n<meta property=\"article:publisher\" content=\"https:\/\/www.facebook.com\/femamabrasil\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2021-02-09T03:00:00+00:00\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"gabriel\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:creator\" content=\"@femama_\" \/>\n<meta name=\"twitter:site\" content=\"@femama_\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"gabriel\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"8 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\\\/\\\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/femama.org.br\\\/site\\\/noticias-recentes\\\/por-que-o-cancer-de-mama-se-tornou-a-forma-mais-comum-da-doenca-no-mundo\\\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/femama.org.br\\\/site\\\/noticias-recentes\\\/por-que-o-cancer-de-mama-se-tornou-a-forma-mais-comum-da-doenca-no-mundo\\\/\"},\"author\":{\"name\":\"gabriel\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/femama.org.br\\\/site\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/b29142fa397d7b6b81efc40a77b11cc8\"},\"headline\":\"Por que o c\u00e2ncer de mama se tornou a forma mais comum da doen\u00e7a no mundo\",\"datePublished\":\"2021-02-09T03:00:00+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/femama.org.br\\\/site\\\/noticias-recentes\\\/por-que-o-cancer-de-mama-se-tornou-a-forma-mais-comum-da-doenca-no-mundo\\\/\"},\"wordCount\":1605,\"commentCount\":0,\"publisher\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/femama.org.br\\\/site\\\/#organization\"},\"articleSection\":[\"Blog da Femama\",\"C\u00e2ncer de Mama\",\"Not\u00edcias recentes\",\"O que \u00e9 c\u00e2ncer de mama\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/femama.org.br\\\/site\\\/noticias-recentes\\\/por-que-o-cancer-de-mama-se-tornou-a-forma-mais-comum-da-doenca-no-mundo\\\/#respond\"]}]},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/femama.org.br\\\/site\\\/noticias-recentes\\\/por-que-o-cancer-de-mama-se-tornou-a-forma-mais-comum-da-doenca-no-mundo\\\/\",\"url\":\"https:\\\/\\\/femama.org.br\\\/site\\\/noticias-recentes\\\/por-que-o-cancer-de-mama-se-tornou-a-forma-mais-comum-da-doenca-no-mundo\\\/\",\"name\":\"Por que o c\u00e2ncer de mama se tornou a forma mais comum da doen\u00e7a no mundo | FEMAMA\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/femama.org.br\\\/site\\\/#website\"},\"datePublished\":\"2021-02-09T03:00:00+00:00\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/femama.org.br\\\/site\\\/noticias-recentes\\\/por-que-o-cancer-de-mama-se-tornou-a-forma-mais-comum-da-doenca-no-mundo\\\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/femama.org.br\\\/site\\\/noticias-recentes\\\/por-que-o-cancer-de-mama-se-tornou-a-forma-mais-comum-da-doenca-no-mundo\\\/\"]}]},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/femama.org.br\\\/site\\\/noticias-recentes\\\/por-que-o-cancer-de-mama-se-tornou-a-forma-mais-comum-da-doenca-no-mundo\\\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\\\/\\\/femama.org.br\\\/site\\\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Por que o c\u00e2ncer de mama se tornou a forma mais comum da doen\u00e7a no mundo\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/femama.org.br\\\/site\\\/#website\",\"url\":\"https:\\\/\\\/femama.org.br\\\/site\\\/\",\"name\":\"FEMAMA\",\"description\":\"Federa\u00e7\u00e3o Brasileira de Institui\u00e7\u00f5es Filantr\u00f3picas de Apoio \u00e0 Sa\u00fade da Mama | C\u00e2ncer de mama\",\"publisher\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/femama.org.br\\\/site\\\/#organization\"},\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\\\/\\\/femama.org.br\\\/site\\\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Organization\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/femama.org.br\\\/site\\\/#organization\",\"name\":\"Femama | Federa\u00e7\u00e3o Brasileira de Institui\u00e7\u00f5es Filantr\u00f3picas de Apoio \u00e0 Sa\u00fade da Mama | C\u00e2ncer de mama\",\"url\":\"https:\\\/\\\/femama.org.br\\\/site\\\/\",\"logo\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/femama.org.br\\\/site\\\/#\\\/schema\\\/logo\\\/image\\\/\",\"url\":\"https:\\\/\\\/femama.org.br\\\/site\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2021\\\/12\\\/logotipo-femama-horizontal.png\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/femama.org.br\\\/site\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2021\\\/12\\\/logotipo-femama-horizontal.png\",\"width\":300,\"height\":92,\"caption\":\"Femama | Federa\u00e7\u00e3o Brasileira de Institui\u00e7\u00f5es Filantr\u00f3picas de Apoio \u00e0 Sa\u00fade da Mama | C\u00e2ncer de mama\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/femama.org.br\\\/site\\\/#\\\/schema\\\/logo\\\/image\\\/\"},\"sameAs\":[\"https:\\\/\\\/www.facebook.com\\\/femamabrasil\",\"https:\\\/\\\/x.com\\\/femama_\",\"https:\\\/\\\/www.instagram.com\\\/femama.brasil\\\/\",\"https:\\\/\\\/www.youtube.com\\\/user\\\/femamaorg\"]},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/femama.org.br\\\/site\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/b29142fa397d7b6b81efc40a77b11cc8\",\"name\":\"gabriel\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/e4c92f9be1169f04ec9350f2fbdf2115001e1c34eff29c7df9aea9b4eb22a84e?s=96&d=mm&r=g\",\"url\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/e4c92f9be1169f04ec9350f2fbdf2115001e1c34eff29c7df9aea9b4eb22a84e?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/e4c92f9be1169f04ec9350f2fbdf2115001e1c34eff29c7df9aea9b4eb22a84e?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"gabriel\"},\"sameAs\":[\"https:\\\/\\\/gabrielpiziolo.com.br\"]}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Por que o c\u00e2ncer de mama se tornou a forma mais comum da doen\u00e7a no mundo | FEMAMA","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/femama.org.br\/site\/noticias-recentes\/por-que-o-cancer-de-mama-se-tornou-a-forma-mais-comum-da-doenca-no-mundo\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"Por que o c\u00e2ncer de mama se tornou a forma mais comum da doen\u00e7a no mundo | FEMAMA","og_description":"Neste Dia Mundial do C&acirc;ncer (4), a OMS alerta para a import&acirc;ncia de fazer exames e consultas mesmo durante a pandemia.","og_url":"https:\/\/femama.org.br\/site\/noticias-recentes\/por-que-o-cancer-de-mama-se-tornou-a-forma-mais-comum-da-doenca-no-mundo\/","og_site_name":"FEMAMA","article_publisher":"https:\/\/www.facebook.com\/femamabrasil","article_published_time":"2021-02-09T03:00:00+00:00","author":"gabriel","twitter_card":"summary_large_image","twitter_creator":"@femama_","twitter_site":"@femama_","twitter_misc":{"Escrito por":"gabriel","Est. tempo de leitura":"8 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/femama.org.br\/site\/noticias-recentes\/por-que-o-cancer-de-mama-se-tornou-a-forma-mais-comum-da-doenca-no-mundo\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/femama.org.br\/site\/noticias-recentes\/por-que-o-cancer-de-mama-se-tornou-a-forma-mais-comum-da-doenca-no-mundo\/"},"author":{"name":"gabriel","@id":"https:\/\/femama.org.br\/site\/#\/schema\/person\/b29142fa397d7b6b81efc40a77b11cc8"},"headline":"Por que o c\u00e2ncer de mama se tornou a forma mais comum da doen\u00e7a no mundo","datePublished":"2021-02-09T03:00:00+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/femama.org.br\/site\/noticias-recentes\/por-que-o-cancer-de-mama-se-tornou-a-forma-mais-comum-da-doenca-no-mundo\/"},"wordCount":1605,"commentCount":0,"publisher":{"@id":"https:\/\/femama.org.br\/site\/#organization"},"articleSection":["Blog da Femama","C\u00e2ncer de Mama","Not\u00edcias recentes","O que \u00e9 c\u00e2ncer de mama"],"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/femama.org.br\/site\/noticias-recentes\/por-que-o-cancer-de-mama-se-tornou-a-forma-mais-comum-da-doenca-no-mundo\/#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/femama.org.br\/site\/noticias-recentes\/por-que-o-cancer-de-mama-se-tornou-a-forma-mais-comum-da-doenca-no-mundo\/","url":"https:\/\/femama.org.br\/site\/noticias-recentes\/por-que-o-cancer-de-mama-se-tornou-a-forma-mais-comum-da-doenca-no-mundo\/","name":"Por que o c\u00e2ncer de mama se tornou a forma mais comum da doen\u00e7a no mundo | FEMAMA","isPartOf":{"@id":"https:\/\/femama.org.br\/site\/#website"},"datePublished":"2021-02-09T03:00:00+00:00","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/femama.org.br\/site\/noticias-recentes\/por-que-o-cancer-de-mama-se-tornou-a-forma-mais-comum-da-doenca-no-mundo\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/femama.org.br\/site\/noticias-recentes\/por-que-o-cancer-de-mama-se-tornou-a-forma-mais-comum-da-doenca-no-mundo\/"]}]},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/femama.org.br\/site\/noticias-recentes\/por-que-o-cancer-de-mama-se-tornou-a-forma-mais-comum-da-doenca-no-mundo\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/femama.org.br\/site\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Por que o c\u00e2ncer de mama se tornou a forma mais comum da doen\u00e7a no mundo"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/femama.org.br\/site\/#website","url":"https:\/\/femama.org.br\/site\/","name":"FEMAMA","description":"Federa\u00e7\u00e3o Brasileira de Institui\u00e7\u00f5es Filantr\u00f3picas de Apoio \u00e0 Sa\u00fade da Mama | C\u00e2ncer de mama","publisher":{"@id":"https:\/\/femama.org.br\/site\/#organization"},"potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/femama.org.br\/site\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Organization","@id":"https:\/\/femama.org.br\/site\/#organization","name":"Femama | Federa\u00e7\u00e3o Brasileira de Institui\u00e7\u00f5es Filantr\u00f3picas de Apoio \u00e0 Sa\u00fade da Mama | C\u00e2ncer de mama","url":"https:\/\/femama.org.br\/site\/","logo":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/femama.org.br\/site\/#\/schema\/logo\/image\/","url":"https:\/\/femama.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/logotipo-femama-horizontal.png","contentUrl":"https:\/\/femama.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/logotipo-femama-horizontal.png","width":300,"height":92,"caption":"Femama | Federa\u00e7\u00e3o Brasileira de Institui\u00e7\u00f5es Filantr\u00f3picas de Apoio \u00e0 Sa\u00fade da Mama | C\u00e2ncer de mama"},"image":{"@id":"https:\/\/femama.org.br\/site\/#\/schema\/logo\/image\/"},"sameAs":["https:\/\/www.facebook.com\/femamabrasil","https:\/\/x.com\/femama_","https:\/\/www.instagram.com\/femama.brasil\/","https:\/\/www.youtube.com\/user\/femamaorg"]},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/femama.org.br\/site\/#\/schema\/person\/b29142fa397d7b6b81efc40a77b11cc8","name":"gabriel","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/e4c92f9be1169f04ec9350f2fbdf2115001e1c34eff29c7df9aea9b4eb22a84e?s=96&d=mm&r=g","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/e4c92f9be1169f04ec9350f2fbdf2115001e1c34eff29c7df9aea9b4eb22a84e?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/e4c92f9be1169f04ec9350f2fbdf2115001e1c34eff29c7df9aea9b4eb22a84e?s=96&d=mm&r=g","caption":"gabriel"},"sameAs":["https:\/\/gabrielpiziolo.com.br"]}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/femama.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19757","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/femama.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/femama.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/femama.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/femama.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=19757"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/femama.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/19757\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/femama.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=19757"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/femama.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=19757"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/femama.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=19757"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}