<div class="elementor-post__thumbnail elementor-fit-height imagem_injetada" style="margin-bottom:7px; display:none;"><img width="300" height="168" src="https://www.femama.org.br/site_old/_files/noticia/3832/5eb00fe3dde0b.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt=""></div><div class="elementor-post__thumbnail elementor-fit-height imagem_injetada" style="margin-bottom:7px; display:none;"><img width="300" height="168" src="https://www.femama.org.br/site_old/_files/noticia/3832/5eb00fe3dde0b.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt=""></div>{"id":19839,"date":"2020-05-04T00:00:00","date_gmt":"2020-05-04T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/femama.org.br\/site_novo\/noticias-recentes\/cientistas-brasileiros-mostram-como-avancar-no-diagnostico-e-cuidado-ao-paciente-com-cancer-de-mama-e-ovario-hereditario\/"},"modified":"2020-05-04T00:00:00","modified_gmt":"2020-05-04T03:00:00","slug":"cientistas-brasileiros-mostram-como-avancar-no-diagnostico-e-cuidado-ao-paciente-com-cancer-de-mama-e-ovario-hereditario","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/femama.org.br\/site\/noticias-recentes\/cientistas-brasileiros-mostram-como-avancar-no-diagnostico-e-cuidado-ao-paciente-com-cancer-de-mama-e-ovario-hereditario\/","title":{"rendered":"Cientistas brasileiros mostram como avan\u00e7ar no diagn\u00f3stico e cuidado ao paciente com c\u00e2ncer de mama e ov\u00e1rio heredit\u00e1rio"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Seis cientistas brasileiros que s&atilde;o refer&ecirc;ncia em oncologia, ginecologia, gen&eacute;tica e gen&ocirc;mica aplicada apresentam as diretrizes &ndash; definidas a partir de reuni&otilde;es de consenso e revis&atilde;o da literatura m&eacute;dica &ndash; para o avan&ccedil;o do diagn&oacute;stico e manejo dos pacientes que apresentam&nbsp;<strong>muta&ccedil;&otilde;es gen&eacute;ticas<\/strong>&nbsp;associadas com a&nbsp;<strong>s&iacute;ndrome de c&acirc;ncer de mama e ov&aacute;rio heredit&aacute;rio<\/strong>&nbsp;(HBOC). As recomenda&ccedil;&otilde;es foram publicadas no&nbsp;<em>Journal of Global Oncology<\/em>&nbsp;(JGO), da revista cient&iacute;fica da Sociedade Americana de Oncologia Cl&iacute;nica (ASCO). O estudo est&aacute; dispon&iacute;vel&nbsp;<a href=\"https:\/\/ascopubs.org\/doi\/10.1200\/JGO.19.00170\" rel=\"noopener\" target=\"_blank\">aqui<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os autores abordam as barreiras que limitam o acesso &agrave; avalia&ccedil;&atilde;o de risco de&nbsp;<strong>c&acirc;ncer heredit&aacute;rio<\/strong>&nbsp;e prop&otilde;em abordagens espec&iacute;ficas e realistas para o cen&aacute;rio brasileiro, visando&nbsp; melhorar as estrat&eacute;gias de rastreamento por exames de imagem, cirurgias redutoras de risco e de tratamento sist&ecirc;mico deste grupo de pacientes, al&eacute;m de promover maior conhecimento e conscientiza&ccedil;&atilde;o sobre o tema.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&ldquo;Apresentamos as evid&ecirc;ncias cient&iacute;ficas que podem orientar os tomadores de decis&atilde;o &nbsp;nos sistemas de sa&uacute;de p&uacute;blica e suplementar a implantar as a&ccedil;&otilde;es regulat&oacute;rias que aumentem o acesso &agrave; tecnologia de teste gen&eacute;tico e de estrat&eacute;gias redutoras de risco, propiciando assim melhor qualidade de vida para os pacientes com perfil de c&acirc;ncer heredit&aacute;rio em todo o pa&iacute;s&rdquo;, destaca a m&eacute;dica oncogeneticista e autora principal da pesquisa, Maria Isabel Achatz, coordenadora do Departamento de Oncogen&eacute;tica do Centro de Oncologia do Hospital S&iacute;rio-Liban&ecirc;s, em S&atilde;o Paulo<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os demais autores s&atilde;o Maira Caleffi, mastologista, chefe do Servi&ccedil;o de Mastologia e coordenadora do N&uacute;cleo de Mama do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre; Rodrigo Guindalini, oncogeneticista do Rede D&acute;or S&atilde;o Luiz, em Salvador e pesquisador do Instituto do C&acirc;ncer de S&atilde;o Paulo (ICESP); Renato Moretti Marques, cirurgi&atilde;o ginecol&oacute;gico do Centro de Oncologia do Hospital Israelita Albert Einstein; Ang&eacute;lica Nogueira-Rodrigues, oncologista cl&iacute;nica, presidente do Grupo Brasileiro de Tumores Ginecol&oacute;gicos (EVA) e pesquisadora da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e Patr&iacute;cia Ashton-Prolla, m&eacute;dica geneticista do Laborat&oacute;rio de Medicina Gen&ocirc;mica e coordenadora do Grupo de Pesquisa e P&oacute;s-Gradua&ccedil;&atilde;o do Hospital de Cl&iacute;nicas de Porto Alegre.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>S&iacute;ndrome de c&acirc;ncer de mama e ov&aacute;rio heredit&aacute;rio (HBOC)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Cerca de 1 entre 10 casos de c&acirc;ncer de mama e 1 entre 4 casos de c&acirc;ncer de ov&aacute;rio s&atilde;o associados com altera&ccedil;&otilde;es gen&eacute;ticas que foram herdadas. Em 2020, de acordo com estimativas do Instituto Nacional de C&acirc;ncer (INCA), o c&acirc;ncer de mama deve ser diagnosticado em 66,2 mil mulheres e o c&acirc;ncer de ov&aacute;rio deve registrar 6,6 mil novos casos no pa&iacute;s.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ao identificar as pacientes que apresentam altera&ccedil;&otilde;es gen&eacute;ticas germinativas (herdadas ao nascimento) &eacute; importante determinar se o gene mutado apresenta variantes de baixa, moderada ou alta penetr&acirc;ncia. &ldquo;Quanto mais alta &eacute; a penetr&acirc;ncia da variante do gene alterado, maior &eacute; a predisposi&ccedil;&atilde;o do paciente vir a desenvolver o c&acirc;ncer&rdquo;, destaca Maria Isabel Achatz. Na s&iacute;ndrome de c&acirc;ncer de c&acirc;ncer de mama e ov&aacute;rio heredit&aacute;rio (HBOC), as variantes germinativas mais prevalentes s&atilde;o nos genes BRCA1 e BRCA2. Ambos s&atilde;o genes supressores de tumor, ou seja, quando n&atilde;o mutados eles t&ecirc;m a fun&ccedil;&atilde;o de impedir que danos ao DNA possam levar ao desenvolvimento de c&acirc;ncer.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Importante ir al&eacute;m dos genes BRCA 1 e 2<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As pacientes portadoras de muta&ccedil;&atilde;o nos genes BRCA1 e BRCA2 t&ecirc;m, respectivamente, risco de 85% e 45% de desenvolver c&acirc;ncer de mama ao longo da vida. Para essas mesmas altera&ccedil;&otilde;es heredit&aacute;rias, o risco de desenvolver c&acirc;ncer de ov&aacute;rio em algum momento &eacute; de 39% e 11%. No entanto, apesar destas serem as altera&ccedil;&otilde;es gen&eacute;ticas mais comuns em pacientes enquadradas na s&iacute;ndrome de c&acirc;ncer de mama e ov&aacute;rio heredit&aacute;rio, &eacute; importante, afirmam os pesquisadores, oferecer o rastreamento que contemple um maior painel de genes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os autores observam que o risco &eacute; aumentado tamb&eacute;m quando h&aacute; muta&ccedil;&otilde;es em outros genes de alta penetr&acirc;ncia (TP53, PTEN, STK11 CDH1 e PALB2) e de moderada penetr&acirc;ncia (CHEK2, ATM, NF1, RAD51C e BRIP1). &ldquo;O gerenciamento de risco de c&acirc;ncer foi implementado no Brasil em portadores de muta&ccedil;&atilde;o em BRCA1 e BRCA2. No entanto, &eacute; valido ampliar o painel de genes, contemplando principalmente as altera&ccedil;&otilde;es em TP53&rdquo;, orienta Achatz.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ao se testar apenas os genes BRCA pode-se perder aproximadamente metade das variantes patog&ecirc;nicas envolvidas no risco de HBOC. &ldquo;Oferecer o sequenciamento de nova gera&ccedil;&atilde;o (NGS) permite testar genes com utilidade cl&iacute;nica a um custo acess&iacute;vel&rdquo;, observa a oncogeneticista.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Vamos falar sobre teste para TP53?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No Brasil, uma significativa porcentagem de casos de c&acirc;ncer de mama tem liga&ccedil;&atilde;o com a s&iacute;ndrome de Li-Fraumeni (LFS). O principal gatilho &eacute; a chamada variante brasileira p.R337, que teve origem em um tropeiro que, em suas viagens pelo Sul e Sudeste do pa&iacute;s, teve rela&ccedil;&otilde;es sexuais com diferentes parceiras e deixou a muta&ccedil;&atilde;o como heran&ccedil;a para parte de seus filhos. A s&iacute;ndrome de Li-Fraumeni&nbsp; tem um espectro amplo de conex&atilde;o com o c&acirc;ncer que inclui c&acirc;ncer de mama p&oacute;s-menopausa, sarcomas, tumores cerebrais, carcinoma adrenocortical, dentre outros.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O c&acirc;ncer de mama &eacute; a neoplasia maligna mais comum na s&iacute;ndrome de Li-Fraumeni. Os pesquisadores destacam que em uma coorte de 815 mulheres do Sul do Brasil que desenvolveram a doen&ccedil;a antes dos 45 anos, o resultado foi uma alta preval&ecirc;ncia de p.R337H (12,1%). &ldquo;Esses resultados sugerem que a heran&ccedil;a de p.R337H pode contribuir para um n&uacute;mero significativo de casos de c&acirc;ncer no Brasil e &eacute; importante que essas mulheres tenham acesso ao teste e aconselhamento gen&eacute;tico&rdquo;, ressalta Patr&iacute;cia Ashton-Prolla.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Atualmente no Brasil, aponta Rodrigo Guindalini, o teste gen&eacute;tico para a muta&ccedil;&atilde;o TP53 &eacute; para fam&iacute;lias que atendem a certos crit&eacute;rios, que podem incluir todos os casos de c&acirc;ncer de mama abaixo de 35 anos, independentemente do hist&oacute;rico familiar. Por sua vez, a sugest&atilde;o &eacute; que seja avaliada a possibilidade de todas as mulheres com c&acirc;ncer de mama na pr&eacute;-menopausa no Brasil sejam testadas para p.R337H.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os pesquisadores ponderam que dadas as suspeitas de alta preval&ecirc;ncia populacional da muta&ccedil;&atilde;o fundadora no Brasil e o problema de sa&uacute;de p&uacute;blica que ela possa constituir, &eacute; necess&aacute;rio um melhor conhecimento de sua preval&ecirc;ncia em todo o pa&iacute;s, bem como o gerenciamento eficaz de estrat&eacute;gias de baixo custo dedicadas &agrave; popula&ccedil;&atilde;o brasileira.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No sistema privado, h&aacute; cobertura para teste molecular em indiv&iacute;duos que cumprem os crit&eacute;rios estabelecidos pela Ag&ecirc;ncia Nacional de Sa&uacute;de (ANS). As diretrizes incluem interven&ccedil;&otilde;es de redu&ccedil;&atilde;o de risco para portadores de uma variante da linha germinativa patog&ecirc;nica (por exemplo, cirurgias de redu&ccedil;&atilde;o de risco, reconstru&ccedil;&atilde;o mam&aacute;ria e acesso &agrave; resson&acirc;ncia magn&eacute;tica mam&aacute;ria (RM) em pacientes que n&atilde;o optam pela cirurgia profil&aacute;tica (redutora de risco). Por sua vez, n&atilde;o est&aacute; incluso na lista de cobertura do Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O que fazer quando h&aacute; muta&ccedil;&otilde;es em BRCA1 e BRCA2?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na presen&ccedil;a das variantes da linha germinativa BRCA1 e BRCA2, os autores destacam que as op&ccedil;&otilde;es atuais para redu&ccedil;&atilde;o de risco e detec&ccedil;&atilde;o precoce incluem cirurgias de vigil&acirc;ncia e redu&ccedil;&atilde;o de risco, rastreamento personalizado por exames de imagem e quimiopreven&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Exames de imagem<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Recomenda-se uma &nbsp;resson&acirc;ncia magn&eacute;tica anual da mama em conjunto com a triagem anual de mamografia em portadoras de BRCA1 e BRCA2 a partir dos 30 anos de idade. Embora no Brasil esses recursos n&atilde;o sejam suficientemente bem distribu&iacute;dos, a resson&acirc;ncia magn&eacute;tica da mama &eacute; totalmente coberta para pacientes portadores de uma variante patog&ecirc;nica do BRCA. As perspectivas futuras nesse campo incluem a ado&ccedil;&atilde;o de protocolos de resson&acirc;ncia magn&eacute;tica abreviados e o uso de menos contraste para reduzir custos. Os autores refor&ccedil;am que a triagem de c&acirc;ncer de ov&aacute;rio n&atilde;o &eacute; recomendada. No entanto, em pacientes que recusam salpingo-ooforectomia (cirurgia de retirada dos ov&aacute;rios), o ultrassom transvaginal e o CA-125 s&eacute;rico podem ser considerados, a crit&eacute;rio do m&eacute;dico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Cirurgia preventiva<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A mastectomia bilateral (cirurgia de retirada das duas mamas) est&aacute; associada a uma redu&ccedil;&atilde;o de risco de at&eacute; 90% de c&acirc;ncer de mama. Nos portadores de muta&ccedil;&atilde;o em BRCA1 e BRCA2, a mastectomia poupadora de mamilos apresenta uma baixa taxa de complica&ccedil;&otilde;es. Estrat&eacute;gias de vigil&acirc;ncia ap&oacute;s mastectomia com redu&ccedil;&atilde;o de risco n&atilde;o est&atilde;o bem estabelecidas e devem ser consideradas caso a caso. As evid&ecirc;ncias atuais apontam que a mastectomia bilateral para redu&ccedil;&atilde;o de risco em portadores de muta&ccedil;&atilde;o teve um impacto na mortalidade em portadores de BRCA1, embora o impacto em portadores de BRCA2 fosse menos evidente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para as pacientes que j&aacute; tiveram c&acirc;ncer de mama, o risco cumulativo doen&ccedil;a contralateral (na outra mama), 20 anos ap&oacute;s o primeiro diagn&oacute;stico, &eacute; de 40% para portadores de BRCA1 e 26% para portadores de BRCA2. As evid&ecirc;ncias atuais sugerem que a mastectomia contralateral para redu&ccedil;&atilde;o de risco &eacute; eficaz para portadores de BRCA1, reduzindo a mortalidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A salpingo-ooforectomia bilateral (cirurgia de retirada dos dois ov&aacute;rios) confere uma redu&ccedil;&atilde;o de risco de 72% a 88% no c&acirc;ncer de ov&aacute;rio e no c&acirc;ncer das trompas de fal&oacute;pio. Est&aacute; associado a uma redu&ccedil;&atilde;o na mortalidade espec&iacute;fica por c&acirc;ncer de ov&aacute;rio em portadoras de BRCA. &ldquo;Recomendamos essa cirurgia para portadoras de BRCA que completaram a gravidez, naquelas entre 35 e 40 anos portadoras de BRCA1 e aos 40-45 anos em portadores de BRCA2&rdquo;, detalha o cirurgi&atilde;o ginecol&oacute;gico Renato Marques.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Quimiopreven&ccedil;&atilde;o<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A revis&atilde;o apresentada pelos seis pesquisadores brasileiros mostra que estudos robustos de preven&ccedil;&atilde;o prim&aacute;ria com tamoxifeno, com dose 20 mg uma vez por dia durante 5 anos, demonstraram que o risco de c&acirc;ncer de mama pode ser reduzido em 40% a 50% em mulheres com alto risco, embora n&atilde;o necessariamente em portadores de variantes patog&ecirc;nicas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&ldquo;Dados limitados est&atilde;o dispon&iacute;veis sobre o benef&iacute;cio do tamoxifeno em portadores de BRCA, mas pode ser considerado em pacientes que n&atilde;o desejam se submeter a cirurgias de redu&ccedil;&atilde;o de risco. N&atilde;o h&aacute; dados sobre o benef&iacute;cio de raloxifeno ou inibidores da aromatase em portadores de BRCA&rdquo;, contextualiza a mastologista Maira Caleffi.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outra estrat&eacute;gia de quimiopreven&ccedil;&atilde;o, comenta a oncologista cl&iacute;nica Ang&eacute;lica Nogueira-Rodrigues, &nbsp;&eacute; por meio do inibidor da polADP-ribose polimerase (PARP). Ministrada oralmente, &eacute; uma terapia que demonstra melhora na sobrevida livre de progress&atilde;o quando utilizada como terapia de manuten&ccedil;&atilde;o em pacientes com tumores recorrentes e sens&iacute;veis &agrave; platina e associados a muta&ccedil;&atilde;o em BRCA.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Food and Drug Administration, ag&ecirc;ncia regulat&oacute;ria dos Estados Unidos, aprovou dois inibidores da PARP (olaparib77 e talazoparib78) para c&acirc;ncer de mama metast&aacute;tico associado &agrave; BRCA da linha germinativa. No Brasil, o olaparib foi aprovado nesse cen&aacute;rio pela Ag&ecirc;ncia Nacional de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria em 2018.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Orienta&ccedil;&otilde;es quando o assunto &eacute; a variante TP53<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo os autores, todos os portadores de uma variante patog&ecirc;nica do gene TP53 devem receber vigil&acirc;ncia intensiva. No Brasil, explicam, devido &agrave; variante fundadora presente em uma parte significativa da popula&ccedil;&atilde;o, o gerenciamento &eacute; uma situa&ccedil;&atilde;o de sa&uacute;de p&uacute;blica que precisa ser discutida.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nesses casos, a resson&acirc;ncia magn&eacute;tica (RM) da mama deve ser oferecida anualmente a partir dos 20 anos e a mamografia anualmente ap&oacute;s os 30 anos. A mastectomia bilateral para redu&ccedil;&atilde;o de risco e a mastectomia contralateral para redu&ccedil;&atilde;o de risco devem ser sugeridas. A RM de corpo inteiro e a RM do c&eacute;rebro devem ser realizadas anualmente desde o nascimento nos portadores, devido ao alto risco de sarcomas, de tumores do sistema nervoso central (SNC), adrenocortical e outros tumores.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Custo-efetividade do teste gen&eacute;tico e cirurgia preventiva<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A revis&atilde;o feita pelos cientistas brasileiros ressalta a evid&ecirc;ncia de que o teste BRCA &eacute; econ&ocirc;mico tanto para c&acirc;ncer de mama quanto para c&acirc;ncer de ov&aacute;rio. Est&aacute; associado a risco reduzido e melhora da sobrevida em mulheres portadoras, com benef&iacute;cios quando o teste &eacute; estendido aos membros da fam&iacute;lia (teste em cascata). O trabalho mostra tamb&eacute;m que a vigil&acirc;ncia antes que o paciente apresente sintomas do c&acirc;ncer &eacute; rent&aacute;vel para pacientes com variantes patog&ecirc;nicas da linha germinativa no TP53. A cirurgia de redu&ccedil;&atilde;o de risco e a triagem intensiva de mama tamb&eacute;m foram rent&aacute;veis em modelos de gerenciamento de risco de portadores de BRCA.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Quais s&atilde;o as barreiras a serem superadas?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Apesar das evid&ecirc;ncias dos benef&iacute;cios do aconselhamento gen&eacute;tico, testes e gerenciamento adequado de riscos, o acesso &eacute; limitado no Brasil e na maioria dos pa&iacute;ses da Am&eacute;rica Latina. Para lidar com essas limita&ccedil;&otilde;es, s&atilde;o necess&aacute;rias estrat&eacute;gias relacionadas &agrave; conscientiza&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica, educa&ccedil;&atilde;o, servi&ccedil;os integrados, implementa&ccedil;&atilde;o e monitoramento. O governo, as sociedades m&eacute;dicas, as organiza&ccedil;&otilde;es de pacientes, os centros acad&ecirc;micos e o setor privado devem criar uma comiss&atilde;o multissetorial para desenvolver e promover a incorpora&ccedil;&atilde;o do gerenciamento de risco do c&acirc;ncer heredit&aacute;rio e da gest&atilde;o dos sistemas de sa&uacute;de p&uacute;blica e privada. De acordo com os autores, dentre as recomenda&ccedil;&otilde;es est&atilde;o:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&ndash; Incluir testes gen&eacute;ticos, aconselhamento e gerenciamento de longo prazo, acess&iacute;veis aos pacientes nos sistemas de sa&uacute;de p&uacute;blicos e privados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&ndash; As diretrizes que garantem a cobertura de servi&ccedil;os gen&eacute;ticos nos cuidados de sa&uacute;de privados devem ser atualizadas anualmente e devem incluir a cobertura de testes gen&eacute;ticos para indiv&iacute;duos n&atilde;o afetados pelo c&acirc;ncer quando parentes de primeiro e segundo grau cumprem os crit&eacute;rios.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&ndash; Desenvolvimento de um programa de treinamento em tr&ecirc;s n&iacute;veis para profissionais de sa&uacute;de.&nbsp;N&iacute;vel 1: Educa&ccedil;&atilde;o b&aacute;sica em gen&eacute;tica e educa&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica continuada devem ser fornecidas a todos os profissionais de sa&uacute;de para permitir o reconhecimento e encaminhamento de pacientes em risco;&nbsp;N&iacute;vel 2: Um curr&iacute;culo m&iacute;nimo sobre c&acirc;ncer heredit&aacute;rio deve ser inclu&iacute;do nos programas de treinamento em especialidades relacionadas ao tratamento do c&acirc;ncer, e a educa&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica continuada deve ser necess&aacute;ria;&nbsp;N&iacute;vel 3: Os programas de treinamento especializado devem ser desenvolvidos e ampliados para os profissionais de sa&uacute;de que desejam realizar o gerenciamento de risco de c&acirc;ncer heredit&aacute;rio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&ndash; O aconselhamento gen&eacute;tico e a avalia&ccedil;&atilde;o de riscos devem ser oferecidos em um ambiente multidisciplinar, envolvendo v&aacute;rios profissionais de sa&uacute;de, para garantir o manejo mais adequado dos pacientes e de suas fam&iacute;lias.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&ndash; Uma rede brasileira de centros de refer&ecirc;ncia deve ser ampliada e a inser&ccedil;&atilde;o de gerenciamento de risco de c&acirc;ncer heredit&aacute;rio e testes gen&eacute;ticos deve ser defendida em sistemas de sa&uacute;de p&uacute;blicos e privados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&ndash; A educa&ccedil;&atilde;o profissional continuada e a recertifica&ccedil;&atilde;o peri&oacute;dica devem ser implementadas para garantir servi&ccedil;os cl&iacute;nicos e laboratoriais. As sociedades profissionais devem supervisionar esses esfor&ccedil;os.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&ndash; Governo, sociedades m&eacute;dicas, profissionais de sa&uacute;de e organiza&ccedil;&otilde;es de pacientes devem apoiar programas de educa&ccedil;&atilde;o para promover a conscientiza&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica sobre a import&acirc;ncia de entender os fatores de risco gen&eacute;ticos pessoais e familiares e sua influ&ecirc;ncia no tratamento do c&acirc;ncer.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&ndash; Os pol&iacute;ticos devem ser incentivados a aprovar leis que protegem os indiv&iacute;duos contra a discrimina&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica por parte de empregadores e companhias de seguros.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&ndash; Relat&oacute;rios sistem&aacute;ticos devem ser incentivados. Os resultados dos testes gen&eacute;ticos cl&iacute;nicos e de pesquisa devem ser disponibilizados em bancos de dados p&uacute;blicos sobre varia&ccedil;&otilde;es gen&ocirc;micas humanas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a title=\"femama\" href=\"https:\/\/www.labnetwork.com.br\/noticias\/cientistas-brasileiros-mostram-como-avancar-no-diagnostico-e-cuidado-ao-paciente-com-cancer-de-mama-e-ovario-hereditario\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>Fonte: LabNetwork<\/strong><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p><em>Em estudo publicado no peri&oacute;dico cient&iacute;fico JGO, da ASCO, pesquisadores brasileiros apresentam as recomenda&ccedil;&otilde;es que, sendo implantadas por meio de pol&iacute;tica de sa&uacute;de, podem expandir o acesso e efic&aacute;cia do teste e aconselhamento de 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