<div class="elementor-post__thumbnail elementor-fit-height imagem_injetada" style="margin-bottom:7px; display:none;"><img width="300" height="168" src="https://www.femama.org.br/site_old/_files/noticia/3774/5daef6675aee6.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt=""></div><div class="elementor-post__thumbnail elementor-fit-height imagem_injetada" style="margin-bottom:7px; display:none;"><img width="300" height="168" src="https://www.femama.org.br/site_old/_files/noticia/3774/5daef6675aee6.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt=""></div>{"id":19895,"date":"2019-10-15T00:00:00","date_gmt":"2019-10-15T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/femama.org.br\/site_novo\/noticias-recentes\/por-que-mais-de-70-dos-casos-de-cancer-de-mama-no-brasil-sao-diagnosticados-em-estagio-avancado\/"},"modified":"2019-10-15T00:00:00","modified_gmt":"2019-10-15T03:00:00","slug":"por-que-mais-de-70-dos-casos-de-cancer-de-mama-no-brasil-sao-diagnosticados-em-estagio-avancado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/femama.org.br\/site\/noticias-recentes\/por-que-mais-de-70-dos-casos-de-cancer-de-mama-no-brasil-sao-diagnosticados-em-estagio-avancado\/","title":{"rendered":"Por que mais de 70% dos casos de c\u00e2ncer de mama no Brasil s\u00e3o diagnosticados em est\u00e1gio avan\u00e7ado"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">O relato &eacute; breve: &#8220;C&acirc;ncer de mama. 6 meses esperando bi&oacute;psia. Agora aguardando consulta com oncologista. Para come&ccedil;ar quimioterapia&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No in&iacute;cio do ano, a FEMAMA, que re&uacute;ne 71 entidades filantr&oacute;picas que apoiam mulheres com c&acirc;ncer de mama, colocou no ar uma p&aacute;gina intitulada &#8220;Relatos de Espera&#8221;, para que pacientes compartilhassem as dificuldades que tiveram para serem diagnosticadas e come&ccedil;arem o tratamento. Entre as dezenas de mensagens est&aacute; a de Cristiane, de Mangaratiba (RJ), enviada no dia 6 de fevereiro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com mais ou menos adjetivos, as hist&oacute;rias s&atilde;o parecidas, e n&atilde;o por acaso: as defici&ecirc;ncias do Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS), na vis&atilde;o de muitos especialistas, postergam diagn&oacute;stico e tratamento de milhares de mulheres em todo o Brasil e aprofundam as desigualdades entre ricas e pobres.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para especialistas como o mastologista Rodrigo Gon&ccedil;alves, pesquisador da Faculdade de Medicina da Universidade de S&atilde;o Paulo (FMUSP), esse &eacute; um ponto central na luta do pa&iacute;s contra o c&acirc;ncer de mama, que tem atingido &#8211; e matado &#8211; cada vez mais mulheres no Brasil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Melhorar o acesso das mulheres ao SUS &eacute; uma das principais recomenda&ccedil;&otilde;es do paper Avalia&ccedil;&atilde;o &eacute;tica do rastreamento de c&acirc;ncer de mama no Brasil para se fazer frente &agrave;s estat&iacute;sticas negativas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O trabalho, que est&aacute; sendo submetido a uma publica&ccedil;&atilde;o internacional, &eacute; assinado por ele e outros tr&ecirc;s colegas: Jos&eacute; Maria Soares Jr, professor da Faculdade de Medicina da USP, Edmund Chada Baracat, pr&oacute;-reitor de Gradua&ccedil;&atilde;o da USP, e Jos&eacute; Roberto Filassi, professor chefe do setor de mastologia da FMUSP.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O texto ressalta o n&uacute;mero elevado de diagn&oacute;sticos da doen&ccedil;a em est&aacute;gio mais avan&ccedil;ado. A propor&ccedil;&atilde;o passa de 70%: 53,5% dos diagn&oacute;sticos s&atilde;o em est&aacute;gio 2 e 23,2% em est&aacute;gio 3, de acordo com os dados do Estudo Amazona, assinado por pesquisadores de 19 institui&ccedil;&otilde;es e que leva em conta dados de pacientes atendidos pelas redes p&uacute;blica e particular.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em pa&iacute;ses como Estados Unidos, por exemplo, 62% dos casos s&atilde;o detectados em est&aacute;gio inicial, quando os tumores ainda s&atilde;o localizados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O paper dos pesquisadores brasileiros ressalta que, se tomadas apenas as mulheres com acesso &agrave; sa&uacute;de privada, as propor&ccedil;&otilde;es se invertem. A grande maioria recebe o diagn&oacute;stico no est&aacute;gio inicial da doen&ccedil;a.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essa diferen&ccedil;a, dizem, mostra como &eacute; &#8220;perverso&#8221; o sistema &#8220;dual&#8221; de sa&uacute;de no Brasil, em que quem tem condi&ccedil;&otilde;es paga o sistema privado e quem n&atilde;o tem depende unicamente do SUS.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quanto mais tardio o diagn&oacute;stico, menores as chances de sobreviv&ecirc;ncia da paciente e mais invasivo o tratamento &#8211; o n&uacute;mero de sess&otilde;es de quimio e radioterapia e a necessidade da retirada da mama, a mastectomia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Um ano do n&oacute;dulo &agrave; cirurgia<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Cristiane da Silva Abreu realizou uma mastectomia radical com esvaziamento axilar no dia 26 de dezembro de 2018, quase um ano depois de descobrir um n&oacute;dulo abaixo do mamilo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em busca de um diagn&oacute;stico, no come&ccedil;o do ano passado ela procurou a ginecologista da rede privada com quem costumava fazer sua preven&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sem plano de sa&uacute;de, a carioca separava pelo menos R$ 300 por ano para tentar fugir da fila do SUS, pagar a consulta com especialista e alguns exames.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Desta vez, a mamografia mostrou uma altera&ccedil;&atilde;o do tipo bi-rads 4 na mama, que indica suspeita de malignidade e necessita de bi&oacute;psia para confirma&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por conta da regi&atilde;o delicada em que se encontrava o n&oacute;dulo, o procedimento precisava ser cir&uacute;rgico &#8211; e n&atilde;o apenas por meio de uma pun&ccedil;&atilde;o -, com retirada e reconstitui&ccedil;&atilde;o do mamilo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Isso foi em mar&ccedil;o. Abril, maio, junho, julho, agosto&#8230; A espera durou 6 meses &#8211; e poderia ter sido maior.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Cristiane decidiu acionar um cunhado que trabalhava na Secretaria de Sa&uacute;de de Mangaratiba e que intercedeu por ela junto &agrave; secretaria da pasta, que transferiu seu caso para o hospital federal Cardoso Fontes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Fiz a bi&oacute;psia e, na sa&iacute;da do procedimento, a m&eacute;dica alertou que muito provavelmente eu precisaria fazer a mastectomia.&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Foram mais tr&ecirc;s meses at&eacute; a cirurgia, que retirou a mama esquerda e parte do m&uacute;sculo peitoral. A reconstru&ccedil;&atilde;o da mama seria delicada, demandaria uma s&eacute;rie de enxertos &#8211; e, por isso, ela decidiu que n&atilde;o faria.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O relato de Cristiane &eacute; o que abre este texto. Ao contr&aacute;rio do que a mensagem econ&ocirc;mica nas palavras pode sugerir, ela &eacute; uma dessas pacientes que tiram energia das dificuldades.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Dando risada, contou na conversa por telefone com a reportagem que, para fazer valer a isen&ccedil;&atilde;o ao IPTU &agrave; qual tem direito, j&aacute; que passou a ser considerada portadora de defici&ecirc;ncia ap&oacute;s a cirurgia, chegou a &#8220;invadir&#8221; a prefeitura de Mangaratiba. &#8220;Fui no gabinete do prefeito e mostrei minha cicatriz&#8221;, diz a funcion&aacute;ria p&uacute;blica, hoje com 47 anos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Cristiane n&atilde;o precisou fazer quimioterapia, como pensava em fevereiro de 2019. Por recomenda&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica, entretanto, tem de acompanhar de perto a outra mama. At&eacute; hoje, por&eacute;m, n&atilde;o conseguiu uma consulta. &#8220;Liguei no come&ccedil;o do ano e disseram que a agenda de 2019 j&aacute; estava fechada.&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Mais de 60 dias entre diagn&oacute;stico e tratamento<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para as pacientes do SUS, a espera para realiza&ccedil;&atilde;o de uma bi&oacute;psia &#8211; fundamental para entender o tipo de c&acirc;ncer e as possibilidades de tratamento &#8211; leva entre 75 e 185 dias, conforme os dados citados no trabalho de Gon&ccedil;alves.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O intervalo entre o diagn&oacute;stico do c&acirc;ncer de mama e o primeiro tratamento no SUS leva mais de 60 dias em mais de 50% dos casos, de acordo com os dados reunidos pelo Painel-Oncologia, do Instituto Nacional de C&acirc;ncer (INCA) at&eacute; 2017. Os n&uacute;meros de 2018 apontam uma propor&ccedil;&atilde;o ligeiramente menor, mas h&aacute; um volume grande de casos sem informa&ccedil;&atilde;o (cerca de 7%), ou seja, em que n&atilde;o se sabe o intervalo do diagn&oacute;stico ao tratamento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A m&eacute;dica mastologista Maira Caleffi, presidente volunt&aacute;ria da FEMAMA e chefe do servi&ccedil;o de mastologia do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre, lembra que uma lei aprovada em 2012 determina um prazo m&aacute;ximo de 60 dias para in&iacute;cio do tratamento ap&oacute;s o diagn&oacute;stico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Os gestores p&uacute;blicos j&aacute; est&atilde;o usando os 60 dias como indicador de efici&ecirc;ncia, cobram dos hospitais &#8211; mas, como tudo no Brasil, as coisas demoram a mudar.&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Agora, a entidade faz campanha pela aprova&ccedil;&atilde;o da &#8220;Lei dos 30 dias&#8221;, que estabelece um prazo m&aacute;ximo de um m&ecirc;s para que a mulher consiga ser diagnosticada. O projeto passou pela C&acirc;mara em dezembro do ano passado e est&aacute; parado no Senado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Caleffi conta que o PL j&aacute; entrou e saiu da pauta algumas vezes e que agora est&aacute; parado na Comiss&atilde;o de Finan&ccedil;as e Tributa&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Eles dizem que n&atilde;o tem dinheiro (no sistema p&uacute;blico de sa&uacute;de para garantir o diagn&oacute;stico em 30 dias)&#8221;, diz a m&eacute;dica, que defende pautas de interesse das pacientes com c&acirc;ncer de mama h&aacute; 26 anos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>N&oacute;dulo de 14 cent&iacute;metros<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A ga&uacute;cha Katia Lopes recebeu o primeiro diagn&oacute;stico de c&acirc;ncer de mama aos 28 anos, em 2006. A cidade de Tramanda&iacute;, onde vive, n&atilde;o tem m&eacute;dicos especialistas. Assim, ela fez todo o tratamento em Porto Alegre, a uma hora e quarenta de &ocirc;nibus. Foi uma maratona.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para as sess&otilde;es de quimioterapia &#8211; que come&ccedil;aram cerca de 8 meses depois de ela sentir o n&oacute;dulo no seio -, acordava de madrugada para chegar a tempo ao ponto de onde saia o transporte disponibilizado pela prefeitura, que partia &agrave;s 4h30 da manh&atilde;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 2015, quase dez anos depois da primeira mastectomia radical, ela sentiu um n&oacute;dulo na outra mama. O fato de j&aacute; ser paciente oncol&oacute;gica n&atilde;o fez diferen&ccedil;a na fila de espera do SUS: foram tr&ecirc;s meses at&eacute; que conseguisse se consultar com a mastologista que a acompanhava.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outro diagn&oacute;stico de malignidade. O n&oacute;dulo cresceu r&aacute;pido e, quando ela foi operada, em 22 de janeiro de 2017, o tumor media 14 cent&iacute;metros. Em 2006, a m&eacute;dica deu encaminhamento na prefeitura para que Katia fosse submetida a um teste gen&eacute;tico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O procedimento ajudaria a medir o risco de ela desenvolver c&acirc;ncer na outra mama ou em outras partes do corpo, mas at&eacute; hoje n&atilde;o foi liberado. Katia conseguiu se aposentar por invalidez depois da primeira mastectomia, que foi bastante invasiva. Recentemente, entretanto, o pente fino que o INSS vem fazendo sobre aposentadorias por invalidez e aux&iacute;lio doen&ccedil;a cortou o benef&iacute;cio. Ela entrou na Justi&ccedil;a, mas perdeu a causa.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">H&aacute; 6 meses procura emprego, &#8220;alguma coisa que n&atilde;o seja pesada&#8221;, j&aacute; que sente dores quando for&ccedil;a o movimento dos bra&ccedil;os. Seu advogado tenta garantir na Justi&ccedil;a um aux&iacute;lio de meio sal&aacute;rio m&iacute;nimo por m&ecirc;s, que ela espera para ajudar a pagar as despesas de casa, com quem mora com o filho, de 25 anos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&#8216;Fura fila&#8217;<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As hist&oacute;rias de Cristiane e Katia, que foram diagnosticadas jovens, antes dos 50 anos, n&atilde;o s&atilde;o casos raros: 41,1% de todos os casos de c&acirc;ncer de mama no pa&iacute;s atingem mulheres at&eacute; essa idade, conforme os dados do Estudo Amazona, citados no trabalho do m&eacute;dico Rodrigo Gon&ccedil;alves.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nos EUA, por exemplo, o percentual de diagn&oacute;sticos at&eacute; os 54 anos de idade (par&acirc;metro adotado pelo National Cancer Institute) &eacute; de 30,4%.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O mastologista afirma que ainda &#8220;n&atilde;o existe nenhuma explica&ccedil;&atilde;o s&oacute;lida sobre os motivos de termos mais mulheres jovens com c&acirc;ncer no Brasil&#8221;, mas chama aten&ccedil;&atilde;o para o fato de que as diretrizes para o rastreamento da doen&ccedil;a estabelecidas pelo Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de recomendam a mamografia em mulheres entre 50 e 69 anos, a cada dois anos. &#8220;O Brasil est&aacute; copiando as recomenda&ccedil;&otilde;es de rastreamento de pa&iacute;ses desenvolvidos &#8211; e que n&atilde;o atendem a 41% da popula&ccedil;&atilde;o afetada pela doen&ccedil;a&#8221;, ressalta.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A sugest&atilde;o dele e dos colegas, entretanto, n&atilde;o &eacute; reduzir a idade de rastreamento &#8211; que representaria um custo elevado para o sistema de sa&uacute;de sem necessariamente trazer benef&iacute;cios na mesma propor&ccedil;&atilde;o -, mas melhorar o acesso das mulheres ao SUS, especialmente aquelas com n&oacute;dulos palp&aacute;veis e les&otilde;es suspeitas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nesses casos, eles recomendam que as pacientes tenham prioridade na fila para consulta e exames &#8211; o que j&aacute; acontece em hospitais p&uacute;blicos como o P&eacute;rola Byington, em S&atilde;o Paulo, exemplifica o m&eacute;dico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo o mastologista Luiz Henrique Gebrim, diretor do P&eacute;rola Byington, 70% das mulheres com c&acirc;ncer diagnosticadas no SUS palparam o n&oacute;dulo &#8211; &eacute; o que os m&eacute;dicos chamam de &#8220;self detected cancer&#8221; (&#8220;c&acirc;ncer autodetectado&#8221;). &#8220;Elas n&atilde;o precisam de mamografia, precisam de exame cl&iacute;nico e bi&oacute;psia&#8221;, concorda.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na unidade, que recebe os casos j&aacute; triados, as pacientes s&atilde;o submetidas &agrave; bi&oacute;psia no mesmo dia da consulta com o especialista. Detectado em est&aacute;gio inicial, a mortalidade do c&acirc;ncer de mama cai em at&eacute; 30%. &#8220;N&oacute;s economizamos mais (porque reduzimos os tratamentos de alta complexidade) e salvamos mais gente.&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com apoio da funda&ccedil;&atilde;o americana Susan Komen, o hospital est&aacute; replicando seu modelo em outros Estados. Segundo Gebrim, j&aacute; foram treinados cerca de 100 m&eacute;dicos em cidades como Manaus, Bel&eacute;m e Teresina.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A diretora geral do Instituto Nacional de C&acirc;ncer (Inca), Ana Cristina Pinho, respondendo a questionamentos da reportagem enviados ao Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, afirmou que as &aacute;reas t&eacute;cnicas do instituto e a pasta defendem a hierarquiza&ccedil;&atilde;o dos casos, para que as les&otilde;es suspeitas sejam verificadas de forma mais c&eacute;lere, e diz que a diretriz para o fast track j&aacute; existe no SUS.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Na pr&aacute;tica ele n&atilde;o funciona a contento, de maneira organizada, estruturada. N&atilde;o &eacute; isso que a gente v&ecirc;. Precisa que a rede esteja funcionando mais adequadamente, e esse &eacute; um trabalho a ser feito&#8221;, disse, por telefone.<br \/>Segundo ela, j&aacute; existem protocolos de encaminhamento r&aacute;pido nos casos suspeitos para investiga&ccedil;&atilde;o diagn&oacute;stica na aten&ccedil;&atilde;o prim&aacute;ria, que &eacute; de compet&ecirc;ncia dos munic&iacute;pios.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Nada disso &eacute; poss&iacute;vel sem o envolvimento dos gestores municipais e estaduais. O SUS, na sua concep&ccedil;&atilde;o, &eacute; um sistema tripartite, que funciona necessariamente em rede. Se a rede n&atilde;o funciona, o sistema n&atilde;o vai funcionar.&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Aumento da mortalidade<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Questionada sobre o aumento da mortalidade do c&acirc;ncer de mama no Brasil, que muitos especialistas consideram em parte reflexo da dificuldade de acesso de muitas mulheres ao SUS, a diretora geral do INCA aponta outras raz&otilde;es &#8211; a maior longevidade do brasileiro, o aumento no n&uacute;mero de casos e de uma melhor &#8220;qualifica&ccedil;&atilde;o e apura&ccedil;&atilde;o das bases de dados&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;A incid&ecirc;ncia do c&acirc;ncer de mama est&aacute; aumentando na popula&ccedil;&atilde;o, mas por qu&ecirc;? Porque a nossa popula&ccedil;&atilde;o est&aacute; vivendo mais. Ent&atilde;o &eacute; um processo natural. A gente est&aacute; seguindo a tend&ecirc;ncia no mundo. Isso mostra avan&ccedil;os, de um modo geral, para a sa&uacute;de da popula&ccedil;&atilde;o, proporcionado pela cobertura universal (do sistema de sa&uacute;de).&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo ela, &#8220;a tend&ecirc;ncia &eacute; que a mortalidade, pelo menos durante um per&iacute;odo, aumente. E, a partir de um determinado momento, ela comece a reduzir, na m&eacute;dia.&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ana Cristina Pinho tamb&eacute;m ressalta que a mortalidade, de forma geral, n&atilde;o aumentou de maneira proporcional ao aumento da incid&ecirc;ncia, e que ela chegou a cair em algumas regi&otilde;es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No lan&ccedil;amento da Campanha Outubro Rosa deste ano, a p&aacute;gina do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de destaca que a mortalidade no pa&iacute;s est&aacute; abaixo da m&eacute;dia global, em linha com a de pa&iacute;ses como Estados Unidos, Reino Unido e Fran&ccedil;a, mas n&atilde;o menciona que ela est&aacute; crescendo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O indicador passou de 9,15 por 100 mil habitantes para 12,11 por 100 mil entre 1980 e 2016 &#8211; alta de 32% -, conforme os dados da International Agency on Research on Cancer (Iarc), ligada &agrave; Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial de Sa&uacute;de. A mesma base mostra que os pa&iacute;ses citados pela pasta em seu site t&ecirc;m reduzido a mortalidade desde meados dos anos 90.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/www.bbc.com\/portuguese\/brasil-49966596\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>Fonte: BBC Brasil, 15\/10\/2019<\/strong><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O relato &eacute; breve: &#8220;C&acirc;ncer de mama. 6 meses esperando bi&oacute;psia. Agora aguardando consulta com oncologista. 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