<div class="elementor-post__thumbnail elementor-fit-height imagem_injetada" style="margin-bottom:7px; display:none;"><img width="300" height="168" src="https://www.femama.org.br/site_old/_files/noticia/3648/5cf6d6e471575.png" class="attachment-medium size-medium" alt=""></div><div class="elementor-post__thumbnail elementor-fit-height imagem_injetada" style="margin-bottom:7px; display:none;"><img width="300" height="168" src="https://www.femama.org.br/site_old/_files/noticia/3648/5cf6d6e471575.png" class="attachment-medium size-medium" alt=""></div>{"id":20009,"date":"2019-06-05T00:00:00","date_gmt":"2019-06-05T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/femama.org.br\/site_novo\/blog-da-femama\/aprenda-a-lidar-com-pacientes-que-recusam-o-tratamento-do-cancer\/"},"modified":"2019-06-05T00:00:00","modified_gmt":"2019-06-05T03:00:00","slug":"aprenda-a-lidar-com-pacientes-que-recusam-o-tratamento-do-cancer","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/femama.org.br\/site\/blog-da-femama\/aprenda-a-lidar-com-pacientes-que-recusam-o-tratamento-do-cancer\/","title":{"rendered":"Aprenda a lidar com pacientes que recusam o tratamento do c\u00e2ncer"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Com certeza, uma das palavras que mais assusta os brasileiros tem apenas seis letras: C-&Acirc;-N-C-E-R. Mesmo quando consideramos os avan&ccedil;os da ci&ecirc;ncia, medicina e tecnologias que favorecem o tratamento e cuidados, segundo levantamento realizado pelo Instituto Datafolha, 76% das pessoas ainda teme ser diagnosticada com c&acirc;ncer (caracterizando-a como a doen&ccedil;a mais temida pelas pessoas, &agrave; frente da AIDS e da diabetes).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo a Sociedade Brasileira de Oncologia Cl&iacute;nica (SBOC), o medo do diagn&oacute;stico do c&acirc;ncer pode ser um dos principais motivos para que 24% da popula&ccedil;&atilde;o brasileira n&atilde;o realize exames de detec&ccedil;&atilde;o do c&acirc;ncer. Devido aos estere&oacute;tipos e &agrave;s dificuldades relacionados ao c&acirc;ncer, as pessoas temem as mudan&ccedil;as que suas rotinas sofrer&atilde;o caso seja confirmada a exist&ecirc;ncia da doen&ccedil;a em suas vidas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Isso acontece porque o senso comum estabeleceu uma imagem do c&acirc;ncer bastante estereotipada, com pacientes debilitados, sem cabelo e em situa&ccedil;&otilde;es de muita fragilidade. No entanto, isso n&atilde;o corresponde totalmente &agrave; realidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&Eacute; um temor compreens&iacute;vel, por&eacute;m ele n&atilde;o pode ser maior do que a busca por cuidados e bem-estar dos pacientes. O c&acirc;ncer realmente &eacute; uma doen&ccedil;a que assusta, mas estamos caminhando para um momento em que existem recursos e possibilidades maiores que agem em benef&iacute;cio desses pacientes. &Eacute; muito importante refor&ccedil;ar que o diagn&oacute;stico precoce &eacute; uma forte aliada no processo de tratamento e, por isso, o quanto antes for constatada a presen&ccedil;a do c&acirc;ncer, mais cedo e menos agressivo ser&aacute; o procedimento de conten&ccedil;&atilde;o e cuidados sobre ele.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Existem alternativas e possibilidades que garantem mais qualidade de vida durante o tratamento e, inclusive, permitem que os pacientes sigam com a maior normalidade poss&iacute;vel suas vidas. Se o paciente com c&acirc;ncer tornar-se aliado de si mesmo, e souber que pode contar com amigos e familiares, certamente estar&aacute; mais pr&oacute;ximo de assegurar seu bem-estar durante o processo de enfrentamento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pacientes com c&acirc;ncer, muitas vezes, sentir&atilde;o medo. &Eacute; normal ter medo do desconhecido que chega para modificar a forma como voc&ecirc; vive e encara a vida. O que n&atilde;o pode acontecer &eacute; sucumbir ao medo e, devido a ele, privar-se da felicidade e cuidados com a sa&uacute;de, por recusar receber o tratamento adequado. Por essa raz&atilde;o, n&oacute;s elencamos alguns dos maiores temores da popula&ccedil;&atilde;o em rela&ccedil;&atilde;o ao c&acirc;ncer e como lidar com pacientes que recusam o tratamento devido a essas obje&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Se voc&ecirc; conhece algu&eacute;m com este perfil, preste aten&ccedil;&atilde;o nos principais argumentos que motivam o medo dessas pessoas:&nbsp;<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><strong>Medo de n&atilde;o chegar &agrave; cura<\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Existem v&aacute;rios tipos de c&acirc;ncer, sendo alguns mais complexos do que outros. No entanto, o que todos eles t&ecirc;m em comum &eacute; que as chances de conviver bem e preservar boas condi&ccedil;&otilde;es de vida aumentam &#8211; e muito &#8211; quando o acompanhamento e cuidados necess&aacute;rios s&atilde;o realizados rapidamente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&Eacute; poss&iacute;vel detectar o c&acirc;ncer de mama em suas fases iniciais, na maioria dos casos. Isso contribui para aumentar a possibilidade de tratamentos menos agressivos e com maiores taxas de sucesso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por&eacute;m, estimular as mulheres a realizar a mamografia (sempre lembrando que o autocuidado n&atilde;o substitui de forma alguma o exame cl&iacute;nico realizado por um m&eacute;dico especialista ou a mamografia e outros exames de imagem) e ficar em dia com consultas m&eacute;dicas &eacute; uma forma de garantir que os reflexos do c&acirc;ncer (uma vez que a doen&ccedil;a seja diagnosticada) afetem da menor forma poss&iacute;vel as pacientes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Saiba mais nos artigos: <a href=\"https:\/\/www.femama.org.br\/2018\/br\/noticia\/reduzir-a-mortalidade-do-cancer-a-importancia-das-politicas-de-rastreamento\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Reduzir a mortalidade do c&acirc;ncer: a import&acirc;ncia das pol&iacute;ticas de rastreamento<\/a> e <a href=\"https:\/\/www.femama.org.br\/2018\/br\/noticia\/reduzir-a-mortalidade-do-cancer-a-importancia-das-politicas-de-rastreamento\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Autocuidado, detec&ccedil;&atilde;o precoce e redu&ccedil;&atilde;o de risco<\/a>.<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><strong>Medo dos custos serem muito altos<\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Apesar do avan&ccedil;o nos tratamentos, os custos ainda s&atilde;o fantasmas que assombram as pessoas que convivem com c&acirc;ncer. As pessoas t&ecirc;m medo dos gastos que os procedimentos e cuidados com sa&uacute;de representar&atilde;o em suas vidas e, por isso, postergam ou abrem m&atilde;o de investir em um tratamento adequado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No entanto, segundo dados do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, o Brasil &eacute; um pa&iacute;s no qual cerca de 75% dos pacientes com c&acirc;ncer s&atilde;o tratados pelo Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de de forma completamente gratuita. E o investimento em sa&uacute;de p&uacute;blica, no segmento que cuida das pessoas com c&acirc;ncer, mais do que dobrou de 2010 para c&aacute;, chegando a mais de R$ 4,7 bilh&otilde;es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entretanto, muitas vezes acontece do SUS demorar o in&iacute;cio do tratamento. Para isso, os pacientes com c&acirc;ncer podem se valer da Lei 12.732\/2012, tamb&eacute;m conhecida como Lei dos 60 Dias, que diz que as pessoas com c&acirc;ncer &#8220;t&ecirc;m direito de se submeter ao primeiro tratamento no Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS), no prazo de at&eacute; 60 dias contados a partir do dia em que for firmado o diagn&oacute;stico em laudo patol&oacute;gico ou em prazo menor, conforme a necessidade terap&ecirc;utica do caso registrada em prontu&aacute;rio &uacute;nico&#8221;. &Eacute; mais uma ferramenta que contribui para que o tratamento seja custeado pelo Estado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esse &eacute; um direito que precisa ser assegurado, uma vez que na trajet&oacute;ria de tratamento e cuidados com o c&acirc;ncer, muitas vezes os pacientes precisam deixar de trabalhar, ou se aposentam por invalidez. Situa&ccedil;&otilde;es que podem apresentar imprevistos financeiros para a fam&iacute;lia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Saiba mais sobre os custos do c&acirc;ncer acessando o <a href=\"https:\/\/www.femama.org.br\/2018\/br\/noticia\/custo-do-cancer-muito-alem-do-preco-a-necessidade-de-considerar-o-impacto-de-novas-tecnologias-na-vida-dos-pacientes\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">artigo que preparamos sobre o tema<\/a>.&nbsp;<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><strong>Medo de abdicar do cuidado com outras pessoas<\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">A preocupa&ccedil;&atilde;o com o bem-estar e garantia de sa&uacute;de a entes queridos tamb&eacute;m &eacute; uma preocupa&ccedil;&atilde;o muito presente na realidade de pessoas com c&acirc;ncer. Principalmente quando falamos no c&acirc;ncer de mama, que atinge majoritariamente mulheres. Muitas vezes essas pessoas j&aacute; s&atilde;o m&atilde;es, chefes de fam&iacute;lia, respons&aacute;veis pelo cuidado com seus pais ou companheiros. E na &acirc;nsia de oferecer condi&ccedil;&otilde;es satisfat&oacute;rias para essas outras pessoas, as pacientes acabam deixando os cuidados com elas mesmas em segundo plano.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entre esse grupo, &eacute; muito comum nos depararmos com argumentos como: &#8220;eu n&atilde;o tenho tempo&#8221; ou &#8220;n&atilde;o posso assumir essa responsabilidade&#8221;. Por isso, &eacute; importante expandir o di&aacute;logo e trazer novas possibilidades de interpreta&ccedil;&atilde;o, lembrando que as horas gastas em exames de rotina, acompanhamento psicol&oacute;gico e primeiros passos no tratamento, s&atilde;o um tempo que no futuro ser&aacute; devolvido &#8211; uma vez que as chances de cura aumentam em at&eacute; 95% quando a doen&ccedil;a &eacute; constatada em seus primeiros est&aacute;gios.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E por esse motivo &eacute; muito importante resgatar essa informa&ccedil;&atilde;o entre essas pessoas. Afinal, o c&acirc;ncer de mama &eacute; o 2&ordm; c&acirc;ncer mais comum nas mulheres, s&oacute; perde para os c&acirc;nceres de pele n&atilde;o melanoma.&nbsp;<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><strong>Medo da dor dos exames<\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quanto mais densa for a mama, maior o desconforto que a mulher pode sentir durante a mamografia. Ainda que cada uma tenha uma sensibilidade diferente para dor, como a compress&atilde;o no aparelho &eacute; r&aacute;pida, o desconforto tamb&eacute;m &eacute; passageiro. Para amenizar a dor, uma das estrat&eacute;gias &eacute; evitar fazer o exame durante o per&iacute;odo menstrual, momento no qual a mama fica mais inchada e sens&iacute;vel.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O medo de sentir dor &eacute; compreens&iacute;vel, mas n&atilde;o pode ser maior do que a coragem de buscar o bem-estar para si mesmo. Mais vale realizar os exames para ser diagnosticada precocemente e vivenciar o tratamento da forma menos agressiva poss&iacute;vel do que esperar pelo &uacute;ltimo minuto, no qual a resist&ecirc;ncia &agrave; dor j&aacute; estar&aacute; mais fragilizada.&nbsp;<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><strong>Medo da pun&ccedil;&atilde;o da bi&oacute;psia<\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">A pun&ccedil;&atilde;o &eacute; o mesmo que picar ou perfurar algo levemente. Ou seja, &eacute; uma a&ccedil;&atilde;o utilizada para a retirada de flu&iacute;dos e outros l&iacute;quidos armazenados em determinada parte do corpo, por exemplo. E no que se refere a ela, al&eacute;m do receio relacionado &agrave;s agulhas, existe tamb&eacute;m o mito de que o ato da pun&ccedil;&atilde;o, realizada durante a bi&oacute;psia, contribui para enviar c&eacute;lulas comprometidas ao organismo. Isso &eacute; uma inverdade. Afinal, &eacute; um procedimento realizado justamente para compreender a magnitude do c&acirc;ncer e proporcionar mais clareza na hora de direcionar tratamentos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para mais esclarecimentos a respeito dos exames, <a href=\"https:\/\/www.femama.org.br\/2018\/br\/noticia\/femama-endossa-nota-de-esclarecimento-da-cbr-sbm-e-febrasgo-sobre-video-que-circula-na-internet\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">acesse o conte&uacute;do que fizemos sobre isso<\/a>.&nbsp;<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><strong>Medo que o cabelo caia<\/strong><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">A queda de cabelo acontece algumas vezes pelo efeito de alguns medicamentos quimioter&aacute;picos &#8211; principalmente os do grupo das <a href=\"https:\/\/www.femama.org.br\/2018\/br\/noticia\/voce-sabe-a-diferenca-entre-quimioterapia-branca-e-vermelha-\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">antraciclinas e dos taxanos<\/a>. Pode ser que os pacientes n&atilde;o utilizem em seus tratamentos esses medicamentos, ent&atilde;o &eacute; sempre aconselh&aacute;vel esclarecer as d&uacute;vidas sobre os tratamentos junto ao seu m&eacute;dico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas, de qualquer forma, se o cabelo cair, estimule a paciente a lembrar que &eacute; s&oacute; uma fase. Que ele voltar&aacute; a crescer e representar&aacute; um renascimento na vida dela. Cabelo vem e vai, a vida &eacute; s&oacute; uma. Sem falar que sempre teremos como op&ccedil;&atilde;o o uso de perucas e len&ccedil;os, que pode atenuar o efeito est&eacute;tico da perda capilar, caso assumir a careca n&atilde;o seja uma op&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/www.femama.org.br\/2018\/br\/ongs-associadas\/encontre\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Confira as nossas organiza&ccedil;&otilde;es associadas<\/a> em sua regi&atilde;o que trabalham com empr&eacute;stimo de perucas e len&ccedil;os e outros artigos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong style=\"font-size: 1.5em;\">Medo da atua&ccedil;&atilde;o m&eacute;dica<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Existem pessoas que confiam mais em trata mentos naturais &#8211; como ervas e ch&aacute;s -, em detrimento do acompanhamento m&eacute;dico especializado. Por&eacute;m, o tratamento por vias tradicionais, que seguem os protocolos cl&iacute;nicos comprovados cientificamente, s&atilde;o imprescind&iacute;veis durante os procedimentos de cuidados em rela&ccedil;&atilde;o ao c&acirc;ncer. Aliado a isso, &eacute; sim poss&iacute;vel aliar e tratar a quest&atilde;o espiritual em parceria com os m&eacute;todos da medicina tradicional e com supervis&atilde;o de um profissional qualificado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Afinal, a ci&ecirc;ncia caminha para preservar o bem-estar dos pacientes de c&acirc;ncer e, por isso, a redu&ccedil;&atilde;o de efeitos colaterais e preserva&ccedil;&atilde;o da qualidade de vida est&atilde;o diretamente ligados ao tratamento adequado. Por isso &#8211; em parceria com nosso Conselho T&eacute;cnico-Cient&iacute;fico, composto por m&eacute;dicos e especialistas &#8211; estamos sempre monitorando e trabalhando em cima de informa&ccedil;&otilde;es e inova&ccedil;&otilde;es oncol&oacute;gicas que surgem para beneficiar os pacientes de c&acirc;ncer.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Agora que voc&ecirc; j&aacute; conhece os medos mais comuns das pessoas com c&acirc;ncer, &eacute; hora de trabalhar a empatia para que, caso voc&ecirc; conviva com a paciente, ela possa contar com o seu apoio durante o processo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\">Voc&ecirc; conhece outros medos?<\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">As quest&otilde;es que trouxemos foram baseadas em conversas e argumentos de pessoas que est&atilde;o presentes na realidade da FEMAMA. Mas, se houver outras quest&otilde;es, voc&ecirc; pode encaminhar sugest&otilde;es e novas perspectivas para que possamos construir cada vez mais conhecimento e estimular a compreens&atilde;o do que realmente &eacute; o c&acirc;ncer de mama.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A FEMAMA existe para que possamos criar conex&otilde;es e possamos trabalhar juntos por uma realidade em que menos pessoas sofram com os efeitos colaterais do c&acirc;ncer. Para isso, estamos sempre de portas e ouvidos abertos para ouvir suas d&uacute;vidas, sugest&otilde;es e direcionamentos. Fa&ccedil;a parte com a gente dessa trajet&oacute;ria em benef&iacute;cio dos pacientes de c&acirc;ncer. Nos diga o que voc&ecirc; quer ler no portal da FEMAMA! Envie um e-mail para <a href=\"mailto:contato@femama.org.br\">contato@femama.org.br<\/a>&nbsp;com sua sugest&atilde;o de conte&uacute;do.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com certeza, uma das palavras que mais assusta os brasileiros tem apenas seis letras: c&acirc;ncer. 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