<div class="elementor-post__thumbnail elementor-fit-height imagem_injetada" style="margin-bottom:7px; display:none;"><img width="300" height="168" src="https://www.femama.org.br/site_old/_files/noticia/3475/5bc9c873a896b.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt=""></div><div class="elementor-post__thumbnail elementor-fit-height imagem_injetada" style="margin-bottom:7px; display:none;"><img width="300" height="168" src="https://www.femama.org.br/site_old/_files/noticia/3475/5bc9c873a896b.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt=""></div>{"id":20156,"date":"2018-10-19T00:00:00","date_gmt":"2018-10-19T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/femama.org.br\/site_novo\/noticias-recentes\/representatividade-de-mulheres-com-cancer-metastatico-e-recente\/"},"modified":"2018-10-19T00:00:00","modified_gmt":"2018-10-19T03:00:00","slug":"representatividade-de-mulheres-com-cancer-metastatico-e-recente","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/femama.org.br\/site\/noticias-recentes\/representatividade-de-mulheres-com-cancer-metastatico-e-recente\/","title":{"rendered":"Representatividade de mulheres com c\u00e2ncer metast\u00e1tico \u00e9 recente"},"content":{"rendered":"<p>O primeiro contato de Elfriede Galera com o Outubro Rosa foi em 2010, seis meses ap&oacute;s o diagn&oacute;stico de c&acirc;ncer de mama metast&aacute;tico, quando tinha 54 anos. &#8220;Me senti muito mal, tanto que n&atilde;o participei de nada, porque n&atilde;o me sentia representada. As pessoas n&atilde;o entendiam que eu n&atilde;o tinha cura&#8221;, conta. Foi s&oacute; em 2013 que ela se encontrou nas atividades propostas pelo movimento. &#8220;Descobri um instituto que estava fazendo um encontro de mulheres com c&acirc;ncer metast&aacute;tico. Diziam que eu tinha de ter foco, f&eacute; na cura, mas eu falava que tinha de ter foco na vida&#8221;, relembra.<\/p>\n<p>Anualmente, o m&ecirc;s de outubro se destaca para conscientizar a sociedade sobre o c&acirc;ncer de mama. Com um discurso mais voltado para a preven&ccedil;&atilde;o &mdash; no sentido de fazer exames periodicamente para diagn&oacute;stico precoce, cuidar e conhecer o pr&oacute;prio corpo &mdash; e exemplos de mulheres que foram curadas, os casos metast&aacute;ticos ficavam isolados do debate.<\/p>\n<p>Para as mulheres com esse tipo avan&ccedil;ado da doen&ccedil;a, no qual h&aacute; tumores em outros &oacute;rg&atilde;os, existe um sentimento de culpa. &#8220;Eu fico muito chateada porque parece que eu n&atilde;o me cuidei, que n&atilde;o fiz o que tinha de ser feito e isso n&atilde;o &eacute; verdade. Quando descobri um tumor pequeno, fui ao m&eacute;dico na mesma semana, comecei a fazer exames, fiz cirurgia, quimioterapia e, dois anos depois, voltou metast&aacute;tico. Mas eu fiz tudo como tinha de ser feito&#8221;, relata Jussara Del Moral, de 54 anos. Ela foi diagnosticada com c&acirc;ncer de mama em janeiro de 2007, fez cirurgia para retirar a parte afetada, quimioterapia e radioterapia. Dois anos depois, veio o diagn&oacute;stico de met&aacute;stase nos pulm&otilde;es.<\/p>\n<p>Engajada nas campanhas do Outubro Rosa, Jussara reconhece a import&acirc;ncia do movimento, vai a eventos e d&aacute; palestras. No entanto, s&oacute; h&aacute; cerca de tr&ecirc;s anos, segundo ela, as pacientes com c&acirc;ncer de mama metast&aacute;tico tiveram visibilidade. &#8220;Entenderam que &eacute; preciso haver conscientiza&ccedil;&atilde;o para quem teve c&acirc;ncer&#8221;, diz. O alerta tamb&eacute;m vale para as mulheres que j&aacute; se curaram, pois h&aacute; possibilidade de recidiva, ou seja, retorno da doen&ccedil;a.<\/p>\n<p>A psico-oncologista e presidente do Instituto Oncoguia, Luciana Holtz, refor&ccedil;a a necessidade dessa abordagem. &#8220;A gente precisa conscientizar as mulheres. O n&uacute;mero do c&acirc;ncer n&atilde;o para de crescer no Brasil e mais da metade [das mulheres] descobre [o c&acirc;ncer] no est&aacute;gio avan&ccedil;ado. O Oncoguia aproveita o Outubro Rosa para mostrar que as mulheres que t&ecirc;m c&acirc;ncer podem viver com qualidade de vida, e h&aacute; outras informa&ccedil;&otilde;es a que elas precisam ter acesso&#8221;, afirma a especialista.<\/p>\n<p>Cerca de 60 mil mulheres recebem o diagn&oacute;stico de c&acirc;ncer de mama todos os anos, segundo o Instituto Nacional do C&acirc;ncer (Inca). Dessas, 30% ter&atilde;o met&aacute;stase. Luciana pontua que, quanto mais hist&oacute;rias de mulheres que convivem com a doen&ccedil;a, melhor. &#8220;Apesar das fases de medo e inseguran&ccedil;a, tocar a vida mais normal &eacute; poss&iacute;vel mesmo em est&aacute;gio mais avan&ccedil;ado e tudo isso, pegando carona no Outubro Rosa, d&aacute; luz para essas pacientes&#8221;, diz.<\/p>\n<p>As hist&oacute;rias diversas tamb&eacute;m importam do ponto de vista psicol&oacute;gico, pois as mulheres com c&acirc;ncer metast&aacute;tico s&atilde;o mais abaladas emocionalmente, segundo a especialista. &#8220;Isso precisa ser cuidado. Ela precisa ter clareza e conversar com o oncologista para ver o que &eacute; tristeza e o que &eacute; depress&atilde;o, para ser detectada precocemente&#8221;, afirma Luciana.<\/p>\n<p>Embora alguns tipos de c&acirc;ncer metast&aacute;tico tenham cura, a maioria n&atilde;o tem. Mas nem por isso elas se abalam. Quando foi diagnosticada com met&aacute;stase ap&oacute;s dois anos curada, Jussara passou a fazer hormonioterapia. &#8220;Foi legal para mim, eu tinha uma chance a mais de tomar uma droga para combater o c&acirc;ncer de mama&#8221;, afirma. Elfriede refor&ccedil;a a necessidade de se falar sobre c&acirc;ncer e fazer os exames. &#8220;Quando voc&ecirc; recebe o diagn&oacute;stico, tem possibilidade de tratamento&#8221;, diz.<\/p>\n<p><strong>Outubro al&eacute;m do rosa<\/strong><\/p>\n<p>Foi pensando na necessidade de falar e acolher quem est&aacute; em fase de tratamento do c&acirc;ncer que foi criado o Coletivo Pink, um projeto da Pfizer junto a diversas ONGs especializadas no tema. A proposta est&aacute; amparada na opini&atilde;o das pr&oacute;prias mulheres com c&acirc;ncer metast&aacute;tico. Segundo pesquisa do Instituto Provoker a pedido da farmac&ecirc;utica, elas tendem a preferir os encontros presenciais com outras pacientes (47%) aos grupos virtuais (18%) para compartilhar experi&ecirc;ncias.<\/p>\n<p>&#8220;Eu acho muito importante essa rede de apoio que a gente faz, vai aprendendo e descobrindo juntos. A chance de ser entendida ao falar com outra pessoa que tem c&acirc;ncer &eacute; muito mais real. Por mais que a fam&iacute;lia acolha e amigos estejam juntos, eles n&atilde;o falam a mesma l&iacute;ngua&#8221;, diz Jussara.<\/p>\n<p>Segundo Eurico Correia, diretor m&eacute;dico da Pfizer, &#8220;o dado foi surpreendente porque existem hoje diversas formas de comunica&ccedil;&atilde;o digital, grupos de apoio sobre diversas doen&ccedil;as&#8221;. Ele conta que o Coletivo Pink &#8220;&eacute; um espa&ccedil;o de confraterniza&ccedil;&atilde;o. H&aacute; o momento de informa&ccedil;&atilde;o, com quest&otilde;es gerais sobre a origem da doen&ccedil;a, e de mostrar que existe uma hist&oacute;ria a ser contada, de viver bem mesmo depois do diagn&oacute;stico&#8221;.<\/p>\n<p>Com oficinas de ioga, prepara&ccedil;&atilde;o de alimentos, automaquiagem e &aacute;rvore de recados, o local fica aberto de quinta-feira e sexta-feira para pacientes e familiares, e de s&aacute;bado e domingo para o p&uacute;blico em geral. O casar&atilde;o &#8211; todo rosa &#8211; fica na Rua Bela Cintra, 954, e vai funcionar at&eacute; o dia 27 deste m&ecirc;s. <a href=\"http:\/\/coletivopink.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Toda a programa&ccedil;&atilde;o est&aacute; dispon&iacute;vel no site<\/a>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Estere&oacute;tipos<\/strong><\/p>\n<p>Jussara, que comanda o <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/channel\/UCLerlBbhTGmzItmfVZY_wSA\/featured\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">canal SuperVivente no YouTube<\/a> a fim de ajudar nesse acolhimento a pacientes, critica alguns termos utilizados em campanhas do Outubro Rosa. &#8220;Algumas mostram pessoas que s&atilde;o vitoriosas, guerreiras (por terem vencido o c&acirc;ncer). Esses adjetivos me incomodam um pouco. As que continuam com c&acirc;ncer tamb&eacute;m s&atilde;o guerreiras, mas n&atilde;o t&ecirc;m op&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o t&ecirc;m escolha&#8221;, diz.<\/p>\n<p>Para ela, as campanhas de conscientiza&ccedil;&atilde;o do c&acirc;ncer de mama s&atilde;o fundamentais, e hoje ela se sente representada, mas acredita que &#8220;tem de ficar expl&iacute;cito que n&atilde;o existe alguma coisa que evita o c&acirc;ncer. O que tem de ser mudado &eacute; a mentalidade&#8221;, diz.<\/p>\n<p>Outra quest&atilde;o que Jussara levanta &eacute; a cobran&ccedil;a imposta &agrave;s mulheres diagnosticadas com a doen&ccedil;a. &#8220;Falam &#8216;n&atilde;o chora, tem de ser forte, n&atilde;o tenha medo&#8217;. Sou muito corajosa, mas n&atilde;o sou destemida. Continuo tendo medo, porque tenho c&acirc;ncer e posso ter mais met&aacute;stase do que j&aacute; tenho&#8221;, afirma. Nesses momentos, o apoio da fam&iacute;lia, dos amigos e de pessoas que passam pela mesma situa&ccedil;&atilde;o &eacute; importante para o avan&ccedil;o do tratamento.<\/p>\n<p><strong>Apoio familiar m&uacute;tuo<\/strong><\/p>\n<p>De acordo com a pesquisa encomendada pela Pfizer, 61% das mulheres com c&acirc;ncer metast&aacute;tico citam as reuni&otilde;es familiares como fonte de suporte emocional. Quase um ter&ccedil;o delas (29%) aponta o marido\/parceiro como representante desse apoio, seguido por filhos (28%) e m&atilde;e (19%). Mas quem acompanha a trajet&oacute;ria delas tamb&eacute;m &eacute; afetado, indiretamente, pela doen&ccedil;a e precisa de ajuda.<\/p>\n<p>Elfriede relata que, certo dia, esperando para fazer quimioterapia, perguntou a um homem, que segurava a bolsa de uma mulher, como ele estava. &#8220;Ele come&ccedil;ou a chorar. Falou que estava chorando de tristeza, porque fui a primeira pessoa a perguntar como ele estava. A esposa dele fazia tratamento h&aacute; quatro anos e ningu&eacute;m nunca tinha perguntado como ele estava&#8221;. Por isso, tamb&eacute;m, o Coletivo Pink recebe quem acompanha as pacientes no dia a dia.<\/p>\n<p>Al&eacute;m de divulgar informa&ccedil;&otilde;es sobre o c&acirc;ncer durante todo o ano, Elfriede tamb&eacute;m atua com os &#8220;filhos do c&acirc;ncer&#8221;, jovens cujas m&atilde;es, av&oacute;s, parentes t&ecirc;m a doen&ccedil;a e precisam conversar e tirar d&uacute;vidas. O suporte vai desde o diagn&oacute;stico at&eacute;, eventualmente, a morte da paciente e se estende para depois a fim de que a perda seja menos sofrida.<\/p>\n<p>A psico-oncologista Luciana destaca a import&acirc;ncia desse apoio e acolhimento para as mulheres com c&acirc;ncer. &#8220;A paciente mais otimista, equilibrada emocionalmente, se beneficia de tudo, o tratamento transcorre mais leve e ela lida de forma mais tranquila com os efeitos colaterais&#8221;, diz.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Projeto em transforma&ccedil;&atilde;o<\/strong><\/p>\n<p><strong><br \/><\/strong><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/emais.estadao.com.br\/noticias\/bem-estar,o-cancer-bate-a-porta-a-forca-para-viver-bem-apos-o-diagnostico-de-cancer-de-mama-metastatico,70002347660.\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Elfride j&aacute; contou ao E+ sobre o barco que construiu com o marido<\/a>, um sonho antigo. Sem poder realiz&aacute;-lo por completo &#8211; dar a volta ao mundo ficou distante devido &agrave;s sess&otilde;es semanais de quimioterapia -, eles aprimoraram o projeto. Agora, v&atilde;o convidar mulheres em fase de tratamento que queiram conhecer o veleiro a passar um fim de semana a bordo.<\/p>\n<p>&#8220;Mudei o projeto todo a pedido de mulheres que queriam conhec&ecirc;-lo. Ela ir&aacute; com um acompanhante para velejar de Ilha Bela a Angra dos Reis&#8221;, conta. Para ser mais seguro, um m&eacute;dico estar&aacute; no barco tamb&eacute;m, e a mulher vai dormir em hotel. A paciente n&atilde;o ter&aacute; despesas, uma vez que o projeto ser&aacute; custeado por um <a href=\"https:\/\/apoia.se\/velejandocontraocancerdemama\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">financiamento coletivo que pode ser acessado aqui<\/a>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/emais.estadao.com.br\/noticias\/bem-estar,outubro-rosa-representatividade-de-mulheres-com-cancer-metastatico-e-recente,70002549718%20\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>Fonte: E+ Estad&atilde;o, 17\/10\/2018<\/strong><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p style=\"text-align: left;\" align=\"center\">Campanha visa acolhimento de pacientes em tratamento cont&iacute;nuo; elas buscam apoio em grupos espec&iacute;ficos para compartilhar 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