<div class="elementor-post__thumbnail elementor-fit-height imagem_injetada" style="margin-bottom:7px; display:none;"><img width="300" height="168" src="https://www.femama.org.br/site_old/_files/noticia/1226/0.070166001534945517.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt=""></div><div class="elementor-post__thumbnail elementor-fit-height imagem_injetada" style="margin-bottom:7px; display:none;"><img width="300" height="168" src="https://www.femama.org.br/site_old/_files/noticia/1226/0.070166001534945517.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt=""></div>{"id":20197,"date":"2018-08-22T00:00:00","date_gmt":"2018-08-22T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/femama.org.br\/site_novo\/noticias-recentes\/imunoterapia-cancer-de-mama-e-situacao-no-brasil\/"},"modified":"2018-08-22T00:00:00","modified_gmt":"2018-08-22T03:00:00","slug":"imunoterapia-cancer-de-mama-e-situacao-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/femama.org.br\/site\/noticias-recentes\/imunoterapia-cancer-de-mama-e-situacao-no-brasil\/","title":{"rendered":"Imunoterapia: c\u00e2ncer de mama e situa\u00e7\u00e3o no Brasil"},"content":{"rendered":"<p><p style=\"text-align: justify;\">\n\tNas &uacute;ltimas semanas tratamos sobre o <a href=\"https:\/\/www.femama.org.br\/novo\/noticias-detalhe.php?menu=not&amp;id=1219\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">funcionamento da imunoterapia<\/a>&nbsp;e seus <a href=\"https:\/\/www.femama.org.br\/novo\/noticias-detalhe.php?menu=not&amp;id=1221\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">tipos e m&eacute;todos<\/a>. Neste texto discutiremos sobre como a imunoterapia &eacute; utilizada no tratamento do c&acirc;ncer de mama e a sua situa&ccedil;&atilde;o no Brasil.<\/p>\n<p>\t<strong>A imunoterapia e o c&acirc;ncer de mama<\/strong><\/p>\n<p>\tO c&acirc;ncer de mama &eacute;, no nosso conhecimento atual, um conjunto de in&uacute;meras doen&ccedil;as distintas porque possui v&aacute;rios subtipos. A classifica&ccedil;&atilde;o do c&acirc;ncer de mama depende, entre outros fatores, de onde ele se originou, de sua extens&atilde;o, de seu potencial de avan&ccedil;o, da presen&ccedil;a ou n&atilde;o de receptores hormonais, que fazem com que determinado horm&ocirc;nio (estrog&ecirc;nio e\/ou progesterona) potencialmente estimule o crescimento do tumor, e da expressividade em quantidade aumentada ou n&atilde;o da prote&iacute;na HER2, que estimula o processo de divis&atilde;o celular. Esse conjunto de caracter&iacute;sticas &eacute; o que explica o fato de duas pessoas com c&acirc;ncer de mama n&atilde;o seguirem necessariamente o mesmo plano de tratamento. Existem estrat&eacute;gias diferentes para enfrentar cada situa&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>\tO tratamento com anticorpos monoclonais contra a prote&iacute;na HER2 (terapia alvo) j&aacute; est&aacute; bem estabelecido e constituiu um marcante progresso no tratamento das pacientes cujos tumores expressam em quantidade aumentada essa prote&iacute;na, que age como um sinalizador de prolifera&ccedil;&atilde;o na membrana das c&eacute;lulas com c&acirc;ncer. Essa &eacute; uma forma de imunoterapia adotiva (passiva) espec&iacute;fica, como vimos anteriormente. &Eacute; o caso dos tratamentos trastuzumabe e pertuzumabe.<\/p>\n<p>\tEm termos de novos agentes imunomoduladores, os tratamentos ainda est&atilde;o em fase de estudos, mas, atualmente, o c&acirc;ncer de mama triplo negativo &eacute; o que tem resultados mais concretos no tratamento. Existem v&aacute;rios tipos de carcinomas triplo-negativo, variando de formas menos agressivas (carcinoma medular, por exemplo) a mais agressivas (como o carcinoma de c&eacute;lulas basais). O triplo-negativo representa cerca de 15% de todos os casos de c&acirc;ncer de mama no mundo.<\/p>\n<p>\tO nome &quot;triplo-negativo&quot; refere-se ao fato deste tipo de tumor n&atilde;o apresentar nenhum dos tr&ecirc;s biomarcadores mais empregados na classifica&ccedil;&atilde;o do c&acirc;ncer de mama. S&atilde;o eles: receptor de estr&oacute;geno, receptor de progesterona e sobre-express&atilde;o de prote&iacute;na HER-2. Essa caracter&iacute;stica limita as op&ccedil;&otilde;es terap&ecirc;uticas em uso atualmente para o c&acirc;ncer de mama, n&atilde;o sendo eficazes os tratamentos end&oacute;crinos e anti-HER2. Por isso a imunomodula&ccedil;&atilde;o se apresenta como uma grande aposta, entre outras formas de tratamento, para o c&acirc;ncer de mama triplo-negativo.<\/p>\n<p>\tEstudos apresentados pela Sociedade Norte-Americana de Oncologia Cl&iacute;nica (ASCO) mostram que a imunomodula&ccedil;&atilde;o seria poss&iacute;vel em pelo menos 25% dos casos de c&acirc;ncer triplo negativo. Al&eacute;m de sugerirem que este tratamento associado a quimioterapia tradicional pode proporcionar o controle da doen&ccedil;a com uma dura&ccedil;&atilde;o mais prolongada.<\/p>\n<p>\tRecentemente, <a href=\"https:\/\/www.nexojornal.com.br\/expresso\/2018\/06\/04\/Como-m%C3%A9dicos-trataram-um-c%C3%A2ncer-de-mama-avan%C3%A7ado-com-imunoterapia\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">m&eacute;dicos ligados ao Instituto Nacional do C&acirc;ncer do governo americano<\/a>&nbsp;tamb&eacute;m publicaram um estudo com um caso in&eacute;dito em que conseguiram fazer com que o c&acirc;ncer de mama n&atilde;o reincidisse na paciente americana Judy Perkins, de 49 anos. A paciente j&aacute; apresentava um quadro avan&ccedil;ado da doen&ccedil;a, inclusive j&aacute; havia apresentado met&aacute;stases. Anteriormente ao tratamento com imunomodula&ccedil;&atilde;o, a paciente j&aacute; havia realizado tratamento com v&aacute;rias hormonioterapias e quimioterapia, mas elas n&atilde;o tiveram sucesso em impedir o avan&ccedil;o da doen&ccedil;a, o que s&oacute; ocorreu com esse tipo de imunoterapia.<\/p>\n<p>\tExistem diversos estudos em andamento sobre a aplica&ccedil;&atilde;o da imunoterapia no tratamento do c&acirc;ncer de mama. Pelo conhecimento atual, jamais teremos um tratamento &uacute;nico que seja eficaz contra todos os subtipos dessa doen&ccedil;a. No entanto, espera-se que em alguns anos esse universo seja melhor desvendado e sejam determinados tratamentos mais espec&iacute;ficos e efetivos para subtipos espec&iacute;ficos de c&acirc;ncer de mama.<\/p>\n<p>\t<strong>A imunoterapia no Brasil<\/strong><\/p>\n<p>\tPara c&acirc;ncer de mama, existem as terapias-alvo, que s&atilde;o um tipo de imunoterapia j&aacute; dispon&iacute;vel no Brasil, a exemplo do trastuzumabe e do pertuzumabe, tratamentos imunoter&aacute;picos que s&atilde;o anticorpos monoclonais contra a prote&iacute;na HER2, conforme j&aacute; falado. Ambos j&aacute; est&atilde;o dispon&iacute;veis na sa&uacute;de suplementar. O trastuzumabe &eacute; ofertado na rede p&uacute;blica de sa&uacute;de desde 2012 para casos iniciais de c&acirc;ncer de mama e desde 2018 para casos em que h&aacute; met&aacute;stases. O pertuzumabe teve recentemente aprova&ccedil;&atilde;o do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de para integrar a oferta do SUS, mas ainda n&atilde;o chegou aos pacientes.<\/p>\n<p>\tTamb&eacute;m vale a pena mencionar o trastuzumabe-entansina (TDM-1) que &eacute; um imunoconjugado, tratamento que associa a imunoterapia (trastuzumabe) com um quimioter&aacute;pico (entansina) na mesma mol&eacute;cula. O TDM-1 j&aacute; est&aacute; aprovado pela ANVISA e dispon&iacute;vel na sa&uacute;de suplementar, para pacientes com c&acirc;ncer de mama HER2 sobre-expresso e que cuja doen&ccedil;a progrediu com o trastuzumabe.<\/p>\n<p>\tOs imunomoduladores ainda n&atilde;o est&atilde;o dispon&iacute;veis para c&acirc;ncer de mama. Isso porque os resultados iniciais de estudos com esse tipo de tratamento n&atilde;o foram satisfat&oacute;rios, exceto para um determinado subtipo do c&acirc;ncer de mama triplo-negativo. Para esse subtipo, os estudos de imunomodula&ccedil;&atilde;o ainda est&atilde;o em andamento em pesquisa cl&iacute;nica.<\/p>\n<p>\tNo Brasil, a utiliza&ccedil;&atilde;o da imunomodula&ccedil;&atilde;o &eacute; limitada a alguns tipos espec&iacute;ficos de c&acirc;ncer. Apenas tr&ecirc;s doen&ccedil;as contam com tratamentos aprovados, s&atilde;o eles:<br \/>\n\t&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li>\n\t\tC&acirc;ncer de pulm&atilde;o (N&atilde;o pequenas c&eacute;lulas)<\/li>\n<li>\n\t\tC&acirc;ncer de pele (Melanoma)<\/li>\n<li>\n\t\tC&acirc;ncer de rim (C&eacute;lulas claras)<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n\t<br \/>\n\tUma grande barreira para os tratamentos de imunoterapia s&atilde;o os pre&ccedil;os, um desafio que precisar&aacute; ser solucionado pelos sistemas p&uacute;blicos e planos de sa&uacute;de. Nos Estados Unidos, por exemplo, cada aplica&ccedil;&atilde;o do nivolumabe (para c&acirc;ncer de pulm&atilde;o) custa cerca de US$ 18 mil (R$ 58.500). No Brasil, o tratamento com ipilimumabe (para tratamento de melanoma) custa cerca de R$ 240 mil. Portanto, a disponibiliza&ccedil;&atilde;o dos tratamentos de imunoterapia n&atilde;o tem previs&atilde;o de chegada ao SUS e encontra uso restrito na sa&uacute;de suplementar.<\/p>\n<p>\tQuer saber mais sobre imunoterapia e sua aplica&ccedil;&atilde;o na oncologia? Participe do Webinar Imunoterapia: O Que Voc&ecirc; Precisa Saber. Ele &eacute; gratuito e ser&aacute; realizado no dia 28 de agosto de 2018, a partir das 13h30min. Inscreva-se: <a href=\"https:\/\/bit.ly\/2KIaW0H\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/bit.ly\/2KIaW0H<\/a><\/p>\n<p>\n\t<em>*Este conte&uacute;do teve contribui&ccedil;&otilde;es e revis&atilde;o de Dr. Ricardo Caponero, Presidente do Conselho T&eacute;cnico-Cient&iacute;fico da FEMAMA&nbsp;<\/em><\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O c\u00e2ncer de mama \u00e9, no nosso conhecimento atual, um conjunto de in\u00fameras doen\u00e7as distintas porque possui v\u00e1rios subtipos. 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