<div class="elementor-post__thumbnail elementor-fit-height imagem_injetada" style="margin-bottom:7px; display:none;"><img width="300" height="168" src="https://www.femama.org.br/site_old/_files/noticia/1221/0.627104001534355186.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt=""></div><div class="elementor-post__thumbnail elementor-fit-height imagem_injetada" style="margin-bottom:7px; display:none;"><img width="300" height="168" src="https://www.femama.org.br/site_old/_files/noticia/1221/0.627104001534355186.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt=""></div>{"id":20202,"date":"2018-08-15T00:00:00","date_gmt":"2018-08-15T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/femama.org.br\/site_novo\/noticias-recentes\/imunoterapia-metodos-e-aplicacao-no-cancer\/"},"modified":"2018-08-15T00:00:00","modified_gmt":"2018-08-15T03:00:00","slug":"imunoterapia-metodos-e-aplicacao-no-cancer","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/femama.org.br\/site\/noticias-recentes\/imunoterapia-metodos-e-aplicacao-no-cancer\/","title":{"rendered":"Imunoterapia: m\u00e9todos e aplica\u00e7\u00e3o no c\u00e2ncer"},"content":{"rendered":"<p><p style=\"text-align: justify;\">\n\tA imunoterapia consiste na estimula&ccedil;&atilde;o do sistema imunol&oacute;gico para potencializar a capacidade do corpo de enfrentar enfermidades &ndash; <a href=\"https:\/\/www.femama.org.br\/novo\/noticias-detalhe.php?menu=not&amp;id=1219\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">como abordamos na semana passada<\/a>. O tratamento pode ter dois objetivos: fortalecer o corpo para combater as c&eacute;lulas doentes ou marc&aacute;-las para que o corpo as identifique como amea&ccedil;as.<\/p>\n<p>\tExistem diversos tipos de imunoterapia e sua classifica&ccedil;&atilde;o varia a partir de sua atua&ccedil;&atilde;o no organismo ou dos medicamento utilizados. Levando em conta sua forma de atua&ccedil;&atilde;o, ela pode ser classificada como ativa ou passiva, e espec&iacute;fica e inespecifica.<br \/>\n\t&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li>\n\t\t<strong>Imunoterapia ativa<\/strong>: projetada para atuar no pr&oacute;prio sistema imune com subst&acirc;ncias estimulantes e restauradoras da fun&ccedil;&atilde;o imunol&oacute;gica (imunoterapia inespec&iacute;fica) ou com vacinas de c&eacute;lulas tumorais (imunoterapia espec&iacute;fica).<\/li>\n<li>\n\t\t<strong>Imunoterapia passiva ou adaptativa<\/strong>: projetada para atuar no tumor com anticorpos antitumorais ou c&eacute;lulas mononucleares ex&oacute;genas, com o objetivo de proporcionar capacidade imunol&oacute;gica de combate &agrave; doen&ccedil;a.<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n\t<br \/>\n\tNo tratamento do c&acirc;ncer com imunoter&aacute;picos, os principais tipos de subst&acirc;ncias utilizadas s&atilde;o os anticorpos monoclonais, transfer&ecirc;ncia de c&eacute;lulas adotivas, citocinas, vacinas, BCG e, mais recentemente, os imunomoduladores. Abaixo explicamos um pouco sobre cada um deles.&nbsp;<br \/>\n\t&nbsp;<\/p>\n<ul>\n<li style=\"text-align: justify;\">\n\t\t<strong>Anticorpos Monoclonais <\/strong>&#8211; S&atilde;o medicamentos que auxiliam o corpo a identificar as c&eacute;lulas cancer&iacute;genas. Os anticorpos s&atilde;o produzidos em laborat&oacute;rio para se ligar a um alvo espec&iacute;fico nas c&eacute;lulas tumorais e podem provocar tanto uma resposta imune que destr&oacute;i as c&eacute;lulas cancerosas, como marc&aacute;-las, facilitando ao sistema imunol&oacute;gico encontr&aacute;-las. Essa t&eacute;cnica tamb&eacute;m pode ser denominada como terapia alvo.<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">\n\t\t<strong>Transfer&ecirc;ncia de C&eacute;lulas Adotivas<\/strong> &#8211; &Eacute; um tratamento que aumenta a capacidade do corpo de combater o c&acirc;ncer e atua fortalecendo as c&eacute;lulas T, um tipo de c&eacute;lulas brancas do sangue que s&atilde;o parte do sistema imunol&oacute;gico. Isso pode ser feito em duas etapas: (1) com a coleta das c&eacute;lulas T citot&oacute;xicas do paciente que invadiram o tumor (os linf&oacute;citos de infiltra&ccedil;&atilde;o tumoral), seu cultivo em laborat&oacute;rio e posterior reinje&ccedil;&atilde;o no corpo;(2) ap&oacute;s a coleta das c&eacute;lulas T elas s&atilde;o modificadas geneticamente para expressar prote&iacute;nas h&iacute;bridas denominadas receptores quim&eacute;ricos de ant&iacute;genos, os CARs. Elas permitem que as c&eacute;lulas modificadas se fixem na superf&iacute;cie das c&eacute;lulas cancerosas, fazendo com que as c&eacute;lulas T n&atilde;o modificadas as ataquem.<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">\n\t\t<strong>Citocinas <\/strong>&#8211; O tratamento com citocinas busca regular ou estimular uma resposta do sistema imunol&oacute;gico ao c&acirc;ncer. As citocinas s&atilde;o prote&iacute;nas de sinaliza&ccedil;&atilde;o produzidas pelas c&eacute;lulas brancas do sangue, elas atuam na comunica&ccedil;&atilde;o entre as c&eacute;lulas durante a resposta imune do corpo. No tratamento elas s&atilde;o utilizadas para a ativa&ccedil;&atilde;o de c&eacute;lulas espec&iacute;ficas ou para aumentar a resposta do corpo contra o c&acirc;ncer. Os dois principais tipos de citocinas utilizados no tratamento do c&acirc;ncer s&atilde;o os interferons e as interleucinas.<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">\n\t\t<strong>Vacinas <\/strong>&#8211; O uso de vacinas tamb&eacute;m faz parte da imunoterapia, por&eacute;m elas s&atilde;o bem diferentes das utilizadas para a preven&ccedil;&atilde;o de doen&ccedil;as. Em geral, s&atilde;o produzidas a partir das pr&oacute;prias c&eacute;lulas tumorais do paciente ou de subst&acirc;ncias coletadas a partir de c&eacute;lulas tumorais. Seu prop&oacute;sito &eacute; tratar c&acirc;nceres &quot;estabelecidos&rdquo; fortalecendo as defesas naturais do organismo contra a doen&ccedil;a. As vacinas podem ter como objetivo: retardar ou impedir o crescimento de c&eacute;lulas cancerosas; reduzir o tamanho de tumores; prevenir recidivas da doen&ccedil;a; eliminar c&eacute;lulas cancer&iacute;genas remanescentes de outras formas de tratamento. Esse &eacute; um campo muito amplo de estudos. Algumas vacinas foram testadas na preven&ccedil;&atilde;o do c&acirc;ncer, mas os resultados n&atilde;o foram satisfat&oacute;rios. No entanto, um campo de comprovada efic&aacute;cia, &eacute; a vacina&ccedil;&atilde;o contra agentes biol&oacute;gicos associados ao desenvolvimento de c&acirc;nceres, particularmente o v&iacute;rus do papiloma humano (HPV) &#8211; associado aos c&acirc;ncer de colo uterino, canal anal, orofaringe, etc.- e o v&iacute;rus da hepatite (associado ao c&acirc;ncer de f&iacute;gado).<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">\n\t\t<strong>BCG &ndash; O Bacilo Calmette-Gu&eacute;rin (BCG) <\/strong>tamb&eacute;m &eacute; um tratamento imunol&oacute;gico. Normalmente utilizada como vacina para a preven&ccedil;&atilde;o da tuberculose, a BCG pode ser utilizada para tratar o c&acirc;ncer superficial da bexiga. Para isso ela &eacute; aplicada diretamente na bexiga atrav&eacute;s de um cateter, provocando uma resposta imune contra as c&eacute;lulas cancerosas. A BCG j&aacute; foi estudada em diversos outros tipos de c&acirc;ncer, mas sua efetividade foi superada por m&eacute;todos mais modernos de tratamento. Hoje a indica&ccedil;&atilde;o se restringe ao carcinoma superficial da bexiga.<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">\n\t\t<strong>Imunomodula&ccedil;&atilde;o <\/strong>&ndash; Consiste no uso de subst&acirc;ncias que modulam diretamente o sistema imunol&oacute;gico, sendo dirigidas a alvos que n&atilde;o obrigatoriamente est&atilde;o no tumor. A imunomodula&ccedil;&atilde;o &eacute; uma parte mais nova da imunoterapia. O nome &ldquo;imunomodula&ccedil;&atilde;o&rdquo; foi criado para distinguir a terapia alvo de um tipo de imunoterapia cujo alvo s&atilde;o os sistemas de regula&ccedil;&atilde;o da resposta imunol&oacute;gica (por isso &quot;modula&ccedil;&atilde;o&quot;). Desse modo, o ataque ao tumor acontece de forma indireta.<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n\t<br \/>\n\t<strong>Resposta ao tratamento<\/strong><\/p>\n<p>\tComo j&aacute; apresentamos, os estudos sobre imunoterapia no tratamento de alguns tipos de c&acirc;ncer est&atilde;o em franco desenvolvimento e seus resultados n&atilde;o podem ser considerados definitivos. Alguns estudos apontam que apenas 20% a 30% dos pacientes respondem aos tratamentos de imunoterapia, dependendo da popula&ccedil;&atilde;o dos pacientes e dos tipos espec&iacute;ficos de c&acirc;ncer envolvidos.<\/p>\n<p>\tA expectativa &eacute; que com o tempo as pesquisas apontem m&eacute;todos mais eficazes de identificar quem s&atilde;o as as pessoas que mais se beneficiam e em quais condi&ccedil;&otilde;es as neoplasias respondem ao tratamento.<\/p>\n<p>\tEste &eacute; o segundo texto da s&eacute;rie sobre a imunoterapia e sua aplica&ccedil;&atilde;o no tratamento do c&acirc;ncer. Nos pr&oacute;ximos textos, iremos abordar sua aplica&ccedil;&atilde;o no c&acirc;ncer de mama e a situa&ccedil;&atilde;o da imunoterapia no Brasil.<\/p>\n<p>\tQuer saber mais sobre imunoterapia e sua aplica&ccedil;&atilde;o na oncologia? Participe do Webinar Imunoterapia: O Que Voc&ecirc; Precisa Saber. Ele &eacute; gratuito e ser&aacute; realizado no dia 28 de agosto de 2018, a partir das 13h30min. Inscreva-se: <a href=\"https:\/\/bit.ly\/2KIaW0H\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/bit.ly\/2KIaW0H<\/a><\/p>\n<p>\n\t<em>*Este conte&uacute;do teve contribui&ccedil;&otilde;es e revis&atilde;o de Dr. Ricardo Caponero, Presidente do Conselho T&eacute;cnico-Cient&iacute;fico da FEMAMA<\/em><\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A imunoterapia consiste na estimula\u00e7\u00e3o do sistema imunol\u00f3gico para potencializar a capacidade do corpo de enfrentar enfermidades, como abordamos na semana passada. 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