<div class="elementor-post__thumbnail elementor-fit-height imagem_injetada" style="margin-bottom:7px; display:none;"><img width="300" height="168" src="https://www.femama.org.br/site_old/_files/noticia/1167/0.514968001525877323.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt=""></div><div class="elementor-post__thumbnail elementor-fit-height imagem_injetada" style="margin-bottom:7px; display:none;"><img width="300" height="168" src="https://www.femama.org.br/site_old/_files/noticia/1167/0.514968001525877323.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt=""></div>{"id":20288,"date":"2018-05-09T00:00:00","date_gmt":"2018-05-09T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/femama.org.br\/site_novo\/noticias-recentes\/os-10-grandes-problemas-da-saude-brasileira\/"},"modified":"2018-05-09T00:00:00","modified_gmt":"2018-05-09T03:00:00","slug":"os-10-grandes-problemas-da-saude-brasileira","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/femama.org.br\/site\/noticias-recentes\/os-10-grandes-problemas-da-saude-brasileira\/","title":{"rendered":"Os 10 grandes problemas da sa\u00fade brasileira"},"content":{"rendered":"<p><p style=\"text-align: justify;\">\n\tFaltam m&eacute;dicos e rem&eacute;dios no SUS (Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de). No sistema particular de sa&uacute;de, a mensalidade &eacute; alta e n&atilde;o h&aacute; cobertura para diversas doen&ccedil;as e exames. O subfinanciamento do sistema de sa&uacute;de p&uacute;blica &eacute; grave, a forma&ccedil;&atilde;o dos m&eacute;dicos nem sempre &eacute; boa e muitos pacientes ainda enfrentam discrimina&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>\tEssas s&atilde;o algumas das conclus&otilde;es de uma pesquisa do UOL que elegeu 10 dos principais problemas enfrentados pela sa&uacute;de p&uacute;blica e privada no Brasil. Para isso, a reportagem utilizou os dados do IPS (Sistema de Indicadores de Percep&ccedil;&atilde;o Social), do Ipea (Instituto de Pesquisa Econ&ocirc;mica Aplicada), o Fisc Sa&uacute;de 2016, do TCU (Tribunal de Contas da Uni&atilde;o), o PNS (Pesquisa Nacional de Sa&uacute;de), do IBGE, e um ranking encomendado ao Reclame Aqui, um &oacute;rg&atilde;o de defesa do consumidor avalizado pela Ouvidora-Geral da Uni&atilde;o, e outro formulado pela ANS (Ag&ecirc;ncia Nacional de Sa&uacute;de).<\/p>\n<p>\tA lista foi analisada pelo diretor da FSP (Faculdade de Sa&uacute;de P&uacute;blica) da USP, Oswaldo Yoshimi Tanaka. &quot;Infelizmente o SUS est&aacute; subfinanciado, uma situa&ccedil;&atilde;o agravada pela crise econ&ocirc;mica financeira e pol&iacute;tica do pa&iacute;s&quot;, observou o professor sobre um dos itens da seguinte lista:<\/p>\n<p>\t<strong>1) Faltam m&eacute;dicos<\/strong><\/p>\n<p>\tE eles ainda est&atilde;o mal distribu&iacute;dos pelo pa&iacute;s. Em audi&ecirc;ncia p&uacute;blica no Senado em novembro do ano passado, o presidente do TCU, ministro Raimundo Carreiro, elegeu a falta de m&eacute;dicos como &quot;o principal problema do SUS&quot;. &quot;A falta &eacute; cr&ocirc;nica&quot;, avalia Tanaka, da USP. &quot;H&aacute; uma tentativa de formar mais m&eacute;dicos, mas a m&aacute; distribui&ccedil;&atilde;o ainda persistir&aacute; devido &agrave; dificuldade de interioriza&ccedil;&atilde;o.&quot; Segundo dados do CFM (Conselho Federal de Medicina), h&aacute; um m&eacute;dico para cada 470 brasileiros. No Norte e Nordeste esse n&uacute;mero chega a 953,3 e 749,6, respectivamente. Pelos c&aacute;lculos da OMS (Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial de Sa&uacute;de), h&aacute; 17,6 m&eacute;dicos para cada 10 mil brasileiros, bem menos que na Europa, cuja taxa &eacute; de 33,3. Na audi&ecirc;ncia p&uacute;blica, o secret&aacute;rio de Controle Externo da Sa&uacute;de do TCU, Marcelo Chaves, elogiou o Programa Mais M&eacute;dicos, &quot;uma iniciativa importante para tentar mudar essa realidade&quot;.<\/p>\n<p>\t<strong>2) Longa espera para marcar consulta<\/strong><\/p>\n<p>\tNo sistema p&uacute;blico de sa&uacute;de, esperar &eacute; quase parte do protocolo. Na pr&aacute;tica, significa que o SUS realiza bem menos consultas do que poderia. Segundo o Fisc Sa&uacute;de 2016, o Brasil apresentou uma m&eacute;dia de 2,8 consultas por habitantes no ano de 2012, o 27&ordm; &iacute;ndice entre 30 pa&iacute;ses. Taxa muito inferior ao dos pa&iacute;ses mais bem colocados: Coreia do Sul (14,3), Jap&atilde;o (12,9) e Hungria (11,8). Segundo o pesquisador, n&atilde;o mudou muito desde ent&atilde;o. &quot;Infelizmente, a demanda &eacute; maior do que a oferta. Desde 1988, inclu&iacute;mos nos SUS 90 milh&otilde;es de novos usu&aacute;rios, mas continuamos apenas gastando US$ 400 por habitante\/ano.&quot;<\/p>\n<p>\t<strong>3) Faltam leitos<\/strong><\/p>\n<p>\tPesquisa Datafolha encomendada pelo CFM (Conselho Federal de Medicina), em 2017, colocou o aumento do n&uacute;mero de leitos como a terceira provid&ecirc;ncia que o governo deveria tomar para melhorar a sa&uacute;de p&uacute;blica brasileira. Essa &eacute; a opini&atilde;o de metade dos 2.089 entrevistados. O tema tamb&eacute;m tem destaque no ranking solicitado ao Reclame Aqui. Nos tr&ecirc;s primeiros meses de 2018, a falta de leitos foi o 8&ordm; principal motivo de reclama&ccedil;&atilde;o dos brasileiros. De acordo com a Associa&ccedil;&atilde;o Nacional de Hospitais Privados, o Brasil tem 2,3 leitos por mil habitantes, abaixo do recomendado pela OMS (entre 3 e 5). Ainda segundo o CFM, entre 2010 e 2015, o Brasil perdeu 13 leitos por dia, num total de 23.565 vagas. As maiores redu&ccedil;&otilde;es foram, proporcionalmente, no Rio de Janeiro (22%), Sergipe (20,9%), Distrito Federal (16,7%), Para&iacute;ba (12,2%), Goi&aacute;s (11,5%) e Acre (11,5%). J&aacute; o d&eacute;ficit de leitos em UTI neonatal &eacute; de 3,3 mil, segundo pesquisa deste ano da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). O pa&iacute;s tem, em m&eacute;dia, 2,9 leitos por mil nascidos vivos, abaixo dos 4 leitos recomendados pela entidade. No SUS, essa taxa &eacute; ainda menor: 1,5.<\/p>\n<p>\t<strong>4) Atendimento na emerg&ecirc;ncia<\/strong><\/p>\n<p>\tDoentes e precisando esperar longamente pelo atendimento, os pacientes n&atilde;o costumam ser tolerantes com o atendimento prestado em postos de sa&uacute;de e nos setores de urg&ecirc;ncia ou emerg&ecirc;ncia de hospitais. Em agosto de 2016, a CNI (Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional da Ind&uacute;stria) pediu aos brasileiros que avaliassem 13 servi&ccedil;os p&uacute;blicos, e o tema ficou no topo dentre aqueles &quot;de pior qualidade&quot;. O assunto recebeu 20 pontos de um &iacute;ndice que vai de 0 a 100. Nos estudos do Ipea sobre os servi&ccedil;os prestados pelo SUS, o tema recebeu as maiores qualifica&ccedil;&otilde;es negativas: 31,1% (postos de sa&uacute;de) e 31,4% (urg&ecirc;ncia ou emerg&ecirc;ncia).<\/p>\n<p>\t<strong>5) Falta de recursos para a sa&uacute;de<\/strong><\/p>\n<p>\tApenas 3,6% do or&ccedil;amento do governo federal foi destinado &agrave; sa&uacute;de em 2018. O percentual fica bem abaixo da m&eacute;dia mundial, de 11,7%, de acordo com a OMS. Essa taxa &eacute; menor do que a m&eacute;dia no continente africano (9,9%), nas Am&eacute;ricas (13,6%) e na Europa (13,2). Na Su&iacute;&ccedil;a, essa propor&ccedil;&atilde;o &eacute; de 22%. O estudo aponta que o gasto com sa&uacute;de no Brasil &eacute; de 4 a 7 vezes menor do que o de pa&iacute;ses com sistema universal de sa&uacute;de, como Reino Unido e Fran&ccedil;a, e inferior ao de pa&iacute;ses da Am&eacute;rica do Sul em que sa&uacute;de n&atilde;o &eacute; um direito universal, casos da Argentina e Chile. Essa propor&ccedil;&atilde;o n&atilde;o deve mudar muito pelos pr&oacute;ximos anos, gra&ccedil;as &agrave; Emenda &agrave; Constitui&ccedil;&atilde;o aprovada em dezembro de 2016, que limita o crescimento dos gastos p&uacute;blicos pelos pr&oacute;ximos 20 anos ao percentual da infla&ccedil;&atilde;o nos 12 meses anteriores. Esse congelamento dos gastos vai representar perdas de R$ 743 bilh&otilde;es para o SUS no per&iacute;odo, segundo estudo do Ipea. &quot;O SUS est&aacute; subfinanciado, uma situa&ccedil;&atilde;o agravada pela crise econ&ocirc;mica e pol&iacute;tica do pa&iacute;s&quot;, avalia o pesquisador. &quot;Mesmo como problemas de gest&atilde;o, o dinheiro dispon&iacute;vel n&atilde;o d&aacute; conta das necessidades do setor.&quot;<\/p>\n<p>\t<strong>6) Forma&ccedil;&atilde;o de m&eacute;dicos<\/strong><\/p>\n<p>\t&quot;Melhorar a qualidade do atendimento dos m&eacute;dicos&quot; foi a terceira principal melhoria sugerida pelos usu&aacute;rios do SUS, segundo o Sistema de Indicadores de Percep&ccedil;&atilde;o Social, do Ipea. A sugest&atilde;o ficou atr&aacute;s apenas na necessidade de &quot;aumentar o n&uacute;mero de m&eacute;dicos&quot; e &quot;reduzir o tempo de espera por consulta&quot;. De acordo com o Cremesp (Conselho Regional de Medicina do Estado de S&atilde;o Paulo), quase 40% dos rec&eacute;m-formados n&atilde;o passam em seu exame. No restante do Brasil, apenas dois outros Estados aplicam uma avalia&ccedil;&atilde;o (Goi&aacute;s e Rond&ocirc;nia), e multiplica-se no pa&iacute;s as escolas m&eacute;dicas, nem sempre bem avaliadas. De acordo com o Minist&eacute;rio da Educa&ccedil;&atilde;o, duas em cada dez faculdades de medicina n&atilde;o atingiram a nota esperada no Enade (Exame Nacional de Desempenho de Estudantes) em 2016. &quot;Temos a necessidade de formar docentes para melhorar a qualidade do ensino, principalmente nas novas escolas de medicina que est&atilde;o sendo abertas&quot;, acredita o pesquisador da USP. &quot;&Eacute; preciso tamb&eacute;m monitoramento do profissional para que a popula&ccedil;&atilde;o receba uma aten&ccedil;&atilde;o de qualidade.&quot;<\/p>\n<p>\t<strong>7) Mensalidades dos planos de sa&uacute;de<\/strong><\/p>\n<p>\tO sistema privado tamb&eacute;m n&atilde;o escapa de cr&iacute;ticas. Uma das mais comuns &eacute; a velha pol&ecirc;mica sobre o valor das mensalidades. Segundo o Ipea, esse &eacute; o principal problema apontado pelos usu&aacute;rios, com 39,8% das queixas. Ao UOL, a ANS (Ag&ecirc;ncia Nacional de Sa&uacute;de) reuniu as principais reclama&ccedil;&otilde;es feitas por consumidores nos tr&ecirc;s primeiros meses deste ano. &quot;Mensalidades e Reajustes&quot; ficou em terceiro lugar, com 2.034 reclama&ccedil;&otilde;es, contra 1.767 nos tr&ecirc;s primeiros meses do ano passado. Muito se deve ao fato de que apenas 20% (9,4 milh&otilde;es de clientes) pagam o teto de reajuste anual estabelecido pela ANS. Tratam-se de planos individuais, cada vez menos ofertados pelas seguradoras. Os outros 38,3 milh&otilde;es de segurados pertencem a planos coletivos, cujo percentual de reajuste depende da negocia&ccedil;&atilde;o da operadora com a empresa contratante. &quot;De fato o setor privado tem custos crescentes, e o Estado, sem capacidade de regular, apenas administra o mercado&quot;, afirma o diretor da FSP.<\/p>\n<p>\t<strong>8) Cobertura do conv&ecirc;nio<\/strong><\/p>\n<p>\tOutra cr&iacute;tica frequente aos planos de sa&uacute;de &eacute; a cobertura insuficiente. Na pesquisa produzida pela ANS, o tema ficou no topo das queixas. Foram 15.785 entre janeiro e mar&ccedil;o deste ano; mais que as 14.416 registradas no primeiro trimestre de 2017. No estudo do Ipea, a falta de cobertura &eacute; a segunda raz&atilde;o de maior reclama&ccedil;&atilde;o entre os usu&aacute;rios de conv&ecirc;nio: 35,2% reprovam o servi&ccedil;o. Em 2015, a APM (Associa&ccedil;&atilde;o Paulista de Medicina) perguntou aos paulistas o que mais os incomoda nos conv&ecirc;nios. &quot;Os planos dificultam a realiza&ccedil;&atilde;o de exames de alto custo&quot;, responderam 68% dos entrevistados. Para o professor da USP, as empresas tendem a controlar gastos reduzindo a cobertura. &quot;S&oacute; no SUS a sa&uacute;de &eacute; um direito. No setor privado, a prioridade &eacute; a lei do mercado.&quot;<\/p>\n<p>\t<strong>9) Sem reembolso<\/strong><\/p>\n<p>\tOs contratos de planos de sa&uacute;de devem assegurar aos consumidores o reembolso de um rol m&iacute;nimo de coberturas, como o direito a consultas m&eacute;dicas ilimitadas, interna&ccedil;&atilde;o, cobertura assistencial ao rec&eacute;m-nascido. Acontece que isso nem sempre acontece. No estudo do Fisc Sa&uacute;de, esse &eacute; o terceiro principal motivo de insatisfa&ccedil;&atilde;o de pacientes do setor privado (21,9%). Esse foi o oitavo principal motivo de reclama&ccedil;&atilde;o no primeiro trimestre do ano no Reclame Aqui. Segundo a institui&ccedil;&atilde;o, foram 508 queixas, 35% mais do que nos mesmos tr&ecirc;s meses do ano passado, quando foram registradas 333 reclama&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p>\t<strong>10) Discrimina&ccedil;&atilde;o no atendimento<\/strong><\/p>\n<p>\tA Pesquisa Nacional de Sa&uacute;de, do IBGE, aponta que 10,6% da popula&ccedil;&atilde;o brasileira adulta (15,5 milh&otilde;es de pessoas) j&aacute; se sentiram discriminadas na rede de sa&uacute;de tanto p&uacute;blica quanto privada. A maioria (53,9%) disse ter sido maltratada por &quot;falta de dinheiro&quot; e 52,5% em raz&atilde;o da &quot;classe social&quot;. Pouco mais de 13% foram v&iacute;timas de preconceito racial, 8,1% por religi&atilde;o ou cren&ccedil;a e 1,7% por homofobia. Esse percentual poderia ser maior se parte da popula&ccedil;&atilde;o LGBT (L&eacute;sbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transg&ecirc;neros) n&atilde;o deixasse de buscar aux&iacute;lio m&eacute;dico por medo de serem discriminada, indica uma pesquisa da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina). O estudo tamb&eacute;m mostrou que gestantes cariocas pardas ou pretas tinham mais dificuldade para encontrar uma vaga em maternidade do que as futuras m&atilde;es de cor branca. Essas v&iacute;timas de discrimina&ccedil;&atilde;o t&ecirc;m um risco quatro vezes maior de desenvolver depress&atilde;o ou ansiedade e est&atilde;o mais pr&eacute;-dispostas &agrave; hipertens&atilde;o.<a href=\"https:\/\/noticias.uol.com.br\/saude\/listas\/falta-medico-e-dinheiro-10-grandes-problemas-da-saude-no-brasil.htm \"><\/p>\n<p>\t<strong>Fonte: UOL, 09\/05\/2018<\/strong><\/a><\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Faltam m\u00e9dicos e rem\u00e9dios no SUS. 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