<div class="elementor-post__thumbnail elementor-fit-height imagem_injetada" style="margin-bottom:7px; display:none;"><img width="300" height="168" src="https://www.femama.org.br/site_old/_files/noticia/1128/0.123529001521131231.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt=""></div><div class="elementor-post__thumbnail elementor-fit-height imagem_injetada" style="margin-bottom:7px; display:none;"><img width="300" height="168" src="https://www.femama.org.br/site_old/_files/noticia/1128/0.123529001521131231.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt=""></div>{"id":20332,"date":"2018-03-15T00:00:00","date_gmt":"2018-03-15T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/femama.org.br\/site_novo\/noticias-recentes\/a-chegada-dos-biossimilares-a-oncologia-brasileira\/"},"modified":"2018-03-15T00:00:00","modified_gmt":"2018-03-15T03:00:00","slug":"a-chegada-dos-biossimilares-a-oncologia-brasileira","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/femama.org.br\/site\/noticias-recentes\/a-chegada-dos-biossimilares-a-oncologia-brasileira\/","title":{"rendered":"A chegada dos biossimilares \u00e0 oncologia brasileira"},"content":{"rendered":"<p><p style=\"text-align: justify;\">\n\tOs biossimilares, produtos biol&oacute;gicos semelhantes aos biof&aacute;rmacos de refer&ecirc;ncia, j&aacute; podem ser considerados uma medida real no enfrentamento dos altos custos dos tratamentos de c&acirc;ncer, desde que comprovado cientificamente sua efic&aacute;cia e seguran&ccedil;a.<\/p>\n<p>\tAt&eacute; 2019, as patentes de alguns dos principais medicamentos biol&oacute;gicos (feitos com mol&eacute;culas grandes e complexas que s&atilde;o feitas a partir de organismos vivos, diferente dos medicamentos qu&iacute;micos tradicionais) oncol&oacute;gicos ter&atilde;o expirado, abrindo oportunidade para que os medicamentos biossimilares passem a competir ou mesmo substituir as drogas de refer&ecirc;ncia. As ag&ecirc;ncias regulat&oacute;rias dos Estados Unidos e da Europa aprovaram v&aacute;rios deles para diferentes neoplasias em 2017.<\/p>\n<p>\tDiante desse cen&aacute;rio, a Sociedade Brasileira de Oncologia Cl&iacute;nica (SBOC) publicou um posicionamento (em ingl&ecirc;s) no Brazilian Journal of Medical and Biological Research, em janeiro, que tem o apoio da FEMAMA.<\/p>\n<p>\t<strong>Mas afinal, o que s&atilde;o medicamentos biossimilares?<\/strong><\/p>\n<p>\tProduzidos a partir de c&eacute;lulas vivas, como bact&eacute;rias, fungos ou c&eacute;lulas de mam&iacute;feros, &#8211; fermentados e purificados em laborat&oacute;rio -, os biof&aacute;rmacos e seus biossimilares s&atilde;o medicamentos indicados para o tratamento de diversas doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas e agudas. Sua produ&ccedil;&atilde;o exige uma s&eacute;rie de avalia&ccedil;&otilde;es quanto a sua seguran&ccedil;a e efic&aacute;cia &ndash; com aten&ccedil;&atilde;o especial para efeitos cl&iacute;nicos, toxicidade e a&ccedil;&otilde;es biol&oacute;gicas, entre outros aspectos.<\/p>\n<p>\tEm geral, esses medicamentos s&atilde;o subst&acirc;ncias indicadas para a reposi&ccedil;&atilde;o de prote&iacute;nas faltantes no organismo, como certos horm&ocirc;nios &ndash; insulina, horm&ocirc;nio do crescimento e eritropoietina. Outra fun&ccedil;&atilde;o deles &eacute; o bloqueio da a&ccedil;&atilde;o de c&eacute;lulas ou prote&iacute;nas envolvidas nos mecanismos causadores de doen&ccedil;as de origem imunol&oacute;gica, como artrite reumatoide, l&uacute;pus, c&acirc;ncer e esclerose m&uacute;ltipla, entre outras.<\/p>\n<p>\tAo contr&aacute;rio dos gen&eacute;ricos, que s&atilde;o vers&otilde;es id&ecirc;nticas e de menor custo de um medicamento comum, os biossimilares s&atilde;o subst&acirc;ncias complexas que n&atilde;o chegam a ser c&oacute;pias id&ecirc;nticas ao biof&aacute;rmaco original e sua efic&aacute;cia e seguran&ccedil;a s&oacute; podem ser realmente comprovadas por estudos cl&iacute;nicos. O acompanhamento rigoroso, em todas as suas fases, desde sua produ&ccedil;&atilde;o at&eacute; sua comercializa&ccedil;&atilde;o, &eacute; essencial. Esses cuidados se devem &agrave; possibilidade de que esses novos medicamentos possam causar rea&ccedil;&otilde;es imunol&oacute;gicas inesperadas, j&aacute; que s&atilde;o prote&iacute;nas produzidas em outros organismos &ldquo;estranhos&rdquo; ao nosso corpo.<\/p>\n<p>\tA tentativa &eacute; que o biossimilar seja o mais pr&oacute;ximo poss&iacute;vel da refer&ecirc;ncia, mas na pr&aacute;tica, nunca &eacute; 100% igual. O biossimilar nasce de um processo de engenharia reversa. Por meio da an&aacute;lise da mol&eacute;cula pronta, tenta-se descobrir como ela foi produzida, j&aacute; que o fim da patente n&atilde;o obriga o fabricante a revelar qual &eacute; a f&oacute;rmula criada no seu laborat&oacute;rio. Da&iacute; os qu&iacute;micos d&atilde;o seus chutes at&eacute; chegar a um resultado parecido.<\/p>\n<p>\t<strong>Posicionamento da SBOC, apoiado pela FEMAMA<\/strong><\/p>\n<p>\t<em><strong>Introdu&ccedil;&atilde;o de biossimilares<\/strong><br \/>\n\tA SBOC &eacute; favor&aacute;vel, pois representam uma alternativa vi&aacute;vel, segura e econ&ocirc;mica para o tratamento de pacientes oncol&oacute;gicos.<\/p>\n<p>\t<strong>Comprova&ccedil;&atilde;o da biossimilaridade<\/strong><br \/>\n\tDeve haver evid&ecirc;ncias suficientes da similaridade na composi&ccedil;&atilde;o qu&iacute;mica e atividade biol&oacute;gica, por meio de rigorosa valida&ccedil;&atilde;o anal&iacute;tica pr&eacute;-cl&iacute;nica, seguida de estudos de seguran&ccedil;a e efic&aacute;cia em pacientes (fases cl&iacute;nicas).<\/p>\n<p>\t<strong>Compara&ccedil;&atilde;o com a refer&ecirc;ncia<\/strong><br \/>\n\tUm ensaio cl&iacute;nico que compare o biossimilar e o biof&aacute;rmaco de refer&ecirc;ncia &eacute; necess&aacute;rio por meio de equival&ecirc;ncia (recomendada) ou teste de n&atilde;o inferioridade, desde que a similaridade tenha sido demonstrada com uma confort&aacute;vel margem de confian&ccedil;a.<\/p>\n<p>\t<strong>Extrapola&ccedil;&atilde;o de uma indica&ccedil;&atilde;o para outra<\/strong><br \/>\n\tIdealmente, deve ser apoiada por evid&ecirc;ncias cient&iacute;ficas de um ensaio cl&iacute;nico randomizado de fase III. No entanto, a SBOC reconhece que tais estudos nem sempre s&atilde;o vi&aacute;veis para os biossimilares e podem aumentar os custos e prolongar o processo de aprova&ccedil;&atilde;o de novas indica&ccedil;&otilde;es. As decis&otilde;es da autoridade reguladora devem ser tomadas caso a caso.<\/p>\n<p>\t<strong>Permutabilidade durante o tratamento<\/strong><br \/>\n\tTanto quanto poss&iacute;vel, os pacientes devem utilizar o mesmo medicamento biol&oacute;gico ao longo do tratamento. A permutabilidade s&oacute; deve ocorrer em condi&ccedil;&otilde;es estritas, incluindo a aprova&ccedil;&atilde;o do m&eacute;dico assistente, do paciente e sem interfer&ecirc;ncia do farmac&ecirc;utico.<\/p>\n<p>\t<strong>Nomenclatura<\/strong><br \/>\n\tDeve haver um sistema de nomenclatura que identifique claramente cada biossimilar para diferenci&aacute;-lo do biof&aacute;rmaco de refer&ecirc;ncia e tamb&eacute;m de outros biossimilares da mesma mol&eacute;cula. Isso &eacute; essencial para garantir a prescri&ccedil;&atilde;o espec&iacute;fica por parte do m&eacute;dico, prevenir permutabilidade inadvertida e facilitar o processo de farmacovigil&acirc;ncia.<\/p>\n<p>\t<strong>Farmacovigil&acirc;ncia<\/strong><br \/>\n\tUma vez que os biossimilares n&atilde;o s&atilde;o id&ecirc;nticos, &eacute; necess&aacute;rio utilizar a nomenclatura espec&iacute;fica para notificar os eventuais efeitos adversos pr&oacute;prios de cada um deles. Os programas de farmacovigil&acirc;ncia existentes no Brasil s&atilde;o insuficientes. Os centros de tratamento de c&acirc;ncer em todo o pa&iacute;s devem adotar pr&aacute;ticas mais rigorosas na notifica&ccedil;&atilde;o de efeitos adversos.<\/p>\n<p>\t<strong>Redu&ccedil;&atilde;o de custo<\/strong><br \/>\n\tConsiderando a possibilidade de desenvolvimento com tecnologia mais nova e a inexist&ecirc;ncia da fase de descoberta, a estimativa &eacute; que representem redu&ccedil;&otilde;es de custo entre 10% e 35% em compara&ccedil;&atilde;o com os medicamentos de refer&ecirc;ncia.<\/em><\/p>\n<p>\n\t<strong>Saiba diferenciar os tipos de medicamento<\/p>\n<p>\n\tMedicamento de refer&ecirc;ncia\/inovador<\/strong> &#8211; Tem marca registrada, com efic&aacute;cia terap&ecirc;utica, qualidade e seguran&ccedil;a comprovadas atrav&eacute;s de testes cient&iacute;ficos. S&oacute; pode ser comercializado ap&oacute;s a aprova&ccedil;&atilde;o da Ag&ecirc;ncia Nacional de Vigil&acirc;ncia Sanit&aacute;ria (ANVISA). Ap&oacute;s o vencimento de sua patente, pode servir de par&acirc;metro para a fabrica&ccedil;&atilde;o de medicamentos similares ou gen&eacute;ricos.<\/p>\n<p>\t<strong>Medicamento gen&eacute;rico<\/strong> &ndash; &Eacute; id&ecirc;ntico ao medicamento de refer&ecirc;ncia. Tem pre&ccedil;o mais barato porque os laborat&oacute;rios n&atilde;o precisam investir dinheiro em pesquisas. Por&eacute;m, para serem colocados &agrave; venda, precisam comprovar bioequival&ecirc;ncia em rela&ccedil;&atilde;o ao medicamento original.<\/p>\n<p>\t<strong>Medicamento similar<\/strong> &ndash; &Eacute; o medicamento cuja produ&ccedil;&atilde;o s&oacute; &eacute; autorizada depois de vencida a patente do medicamento de refer&ecirc;ncia. Possui princ&iacute;pio ativo, concentra&ccedil;&atilde;o, forma farmac&ecirc;utica, via de administra&ccedil;&atilde;o, posologia e indica&ccedil;&atilde;o terap&ecirc;utica id&ecirc;nticos ao medicamento de refer&ecirc;ncia, por&eacute;m n&atilde;o precisa comprovar bioequival&ecirc;ncia em rela&ccedil;&atilde;o ao medicamento original. Pode ter sua pr&oacute;pria marca comercial, diferentemente dos gen&eacute;ricos, que devem ser representados apenas por seu princ&iacute;pio ativo.<\/p>\n<p>\t<strong>Medicamento\/agente biol&oacute;gico (biof&aacute;rmaco)<\/strong> &ndash; &Eacute; produzido em organismos vivos, a partir de modernas t&eacute;cnicas de biotecnologia, com estrutura molecular bastante complexa. Isso significa que uma c&oacute;pia deste agente nunca vai ser estruturalmente id&ecirc;ntica.<\/p>\n<p>\t<strong>Medicamento biossimilar<\/strong> &ndash; &Eacute;, basicamente, uma c&oacute;pia do medicamento biol&oacute;gico de refer&ecirc;ncia. Entretanto, n&atilde;o &eacute; um &ldquo;gen&eacute;rico&rdquo;. As m&uacute;ltiplas etapas envolvidas no processo de fabrica&ccedil;&atilde;o impedem que o produto final seja exatamente id&ecirc;ntico ao medicamento biol&oacute;gico de refer&ecirc;ncia.<\/p>\n<p>\t<strong>Com informa&ccedil;&otilde;es de <a href=\"https:\/\/www.sboc.org.br\/noticias\/item\/1175-a-chegada-dos-biossimilares-a-oncologia-brasileira \">SBOC<\/a><\/strong><strong><a href=\"https:\/\/www.sboc.org.br\/noticias\/item\/1175-a-chegada-dos-biossimilares-a-oncologia-brasileira \">, 26\/02\/2018<\/a>, <a href=\"https:\/\/guiadafarmacia.com.br\/voce-sabe-o-que-sao-os-medicamentos-biossimilares\/ \">Guia da Farm&aacute;cia, 22\/02\/2016<\/a> e <a href=\"http:\/\/www.bioredbrasil.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/06\/IAPO_Biosimilars_Factsheet_2_PT.pdf \">BioRed Brasil, junho de 2016<\/a>.<\/strong><\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os biossimilares, produtos biol\u00f3gicos semelhantes aos biof\u00e1rmacos de refer\u00eancia, j\u00e1 podem ser considerados 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