<div class="elementor-post__thumbnail elementor-fit-height imagem_injetada" style="margin-bottom:7px; display:none;"><img width="300" height="168" src="https://www.femama.org.br/site_old/_files/noticia/1045/0.224719001509018370.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt=""></div><div class="elementor-post__thumbnail elementor-fit-height imagem_injetada" style="margin-bottom:7px; display:none;"><img width="300" height="168" src="https://www.femama.org.br/site_old/_files/noticia/1045/0.224719001509018370.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt=""></div>{"id":20448,"date":"2017-10-25T00:00:00","date_gmt":"2017-10-25T02:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/femama.org.br\/site_novo\/noticias-recentes\/cientistas-realizam-o-maior-estudo-genetico-sobre-o-cancer-de-mama\/"},"modified":"2017-10-25T00:00:00","modified_gmt":"2017-10-25T02:00:00","slug":"cientistas-realizam-o-maior-estudo-genetico-sobre-o-cancer-de-mama","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/femama.org.br\/site\/noticias-recentes\/cientistas-realizam-o-maior-estudo-genetico-sobre-o-cancer-de-mama\/","title":{"rendered":"Cientistas realizam o maior estudo gen\u00e9tico sobre o c\u00e2ncer de mama"},"content":{"rendered":"<p><p style=\"text-align: center;\">\n\t<em>Pesquisa identifica 72 novas muta&ccedil;&otilde;es gen&eacute;ticas comuns; descoberta deve beneficiar portadoras de variantes que aumentam o risco de um tumor resistente a tratamentos<\/em><br \/>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n\tNo maior estudo gen&eacute;tico sobre o c&acirc;ncer de mama, 550 cientistas de 300 institui&ccedil;&otilde;es de pesquisa dos seis continentes encontraram mais 72 muta&ccedil;&otilde;es que aumentam o risco da doen&ccedil;a. Dessas, 65 s&atilde;o varia&ccedil;&otilde;es comuns, que predisp&otilde;em o desenvolvimento do tumor, e sete referem-se especificamente a um dos tipos mais dif&iacute;ceis de vencer: o c&acirc;ncer receptor de estr&oacute;geno negativo, que n&atilde;o responde aos medicamentos hormonais. Com essas descobertas, os autores dos artigos, publicados nas revistas Nature e Nature Genetics, esperam impactar na preven&ccedil;&atilde;o e no tratamento de um problema que, a cada ano, atinge mais 1,2 milh&atilde;o de mulheres.<\/p>\n<p>\tA ampla pesquisa &eacute; resultado do cons&oacute;rcio OncoArray, uma colabora&ccedil;&atilde;o internacional de cientistas dos Estados Unidos, da Inglaterra, da Austr&aacute;lia, do Canad&aacute;, do Chipre e da Alemanha, que tem como objetivo desvendar os mecanismos gen&eacute;ticos dos c&acirc;nceres mais prevalentes no mundo, como pulm&atilde;o, c&oacute;lon e pr&oacute;stata. Nas publica&ccedil;&otilde;es de ontem, o foco foram muta&ccedil;&otilde;es comuns, que aumentam o risco do c&acirc;ncer de mama.<\/p>\n<p>\tBastante heterog&ecirc;neo, esse tipo de tumor &eacute; causado pela combina&ccedil;&atilde;o de fatores ambientais e gen&eacute;ticos. Dentro do componente heredit&aacute;rio, ainda h&aacute; diferen&ccedil;as: as muta&ccedil;&otilde;es BRCA1 e BRCA2 s&atilde;o mais raras e conferem um risco muito alto. Enquanto isso, h&aacute; dezenas de variantes comuns, que, embora numerosas, n&atilde;o elevam tanto as chances da doen&ccedil;a. Se a BRCA1 e a BRCA2 j&aacute; s&atilde;o bem estabelecidas e estudadas, existindo, inclusive, exames para detect&aacute;-las nas pacientes, at&eacute; agora n&atilde;o se conhecem todas as variantes comuns. Com as novas pesquisas, o n&uacute;mero de muta&ccedil;&otilde;es identificadas passa de 105 para 177.<\/p>\n<p>\tPara localizar as variantes, os pesquisadores do cons&oacute;rcio OncoArray analisaram dados gen&eacute;ticos de 275 mil mulheres, sendo que 146 mil delas haviam sido diagnosticadas com c&acirc;ncer de mama. A equipe coordenada por Douglas Easton, pesquisador da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, utilizou uma nova tecnologia de array gen&ocirc;mico para comparar o DNA das participantes com e sem a doen&ccedil;a. O teste apontou 65 novas regi&otilde;es associadas &agrave; enfermidade, que, juntas, representam 18% do risco familiar de se desenvolver o c&acirc;ncer de mama.<\/p>\n<p>\t<strong>Variantes<\/strong><br \/>\n\tDe acordo com Douglas Easton, a maior parte das muta&ccedil;&otilde;es detectadas n&atilde;o estavam dentro dos genes, mas em regi&otilde;es do DNA que regulam a atividade de prote&iacute;nas pr&oacute;ximas. Quando os pesquisadores investigaram o padr&atilde;o dessas variantes, descobriram particularidades n&atilde;o observadas em outras doen&ccedil;as. &ldquo;O estudo confirmou muito do que suspeit&aacute;vamos. H&aacute; alguns padr&otilde;es claros nas variantes gen&eacute;ticas que podem nos ajudar a entender por que algumas mulheres s&atilde;o predispostas ao c&acirc;ncer de mama, e quais genes e mecanismos est&atilde;o envolvidos nisso&rdquo;, diz Easton.<\/p>\n<p>\tJ&aacute; a equipe coordenada por Roger Milne, do Conselho de C&acirc;ncer de Victoria, na Austr&aacute;lia, investigou especificamente as regi&otilde;es do DNA e as variantes que aumentam o risco do c&acirc;ncer receptor de estrog&ecirc;nio negativo. Milne explica que cerca de 70% de todos os casos de tumor de mama s&atilde;o receptores de estrog&ecirc;nio positivos. Isso significa que as c&eacute;lulas cancerosas t&ecirc;m um receptor que responde ao horm&ocirc;nio sexual feminino estrog&ecirc;nio.<\/p>\n<p>\tNem todas as c&eacute;lulas tumorais, por&eacute;m, t&ecirc;m essa prote&iacute;na: s&atilde;o os receptores de estrog&ecirc;nio negativos. Com isso, as op&ccedil;&otilde;es de tratamento ficam reduzidas, pois a maioria dos medicamentos hormonais para o tumor de mama trabalha no sentido de elevar os n&iacute;veis dessa subst&acirc;ncia ou de impedi-la de fazer crescer o n&uacute;mero de c&eacute;lulas malignas. Nos casos de receptores negativos, esses medicamentos n&atilde;o fazem efeito.<\/p>\n<p>\tOs cientistas do cons&oacute;rcio OncoArray identificaram 10 novos locais do genoma associados ao risco de c&acirc;ncer de mama receptor de estrog&ecirc;nio negativo, al&eacute;m de encontrar sete novas muta&ccedil;&otilde;es comuns tamb&eacute;m relacionadas &agrave; propens&atilde;o ao desenvolvimento do tumor. Uma importante descoberta foi que existe uma forte liga&ccedil;&atilde;o entre o risco da muta&ccedil;&atilde;o BRCA1 e do c&acirc;ncer de mama receptor de estrog&ecirc;nio negativo. &ldquo;Uma melhor compreens&atilde;o das bases biol&oacute;gicas desse tipo de c&acirc;ncer pode levar a interven&ccedil;&otilde;es preventivas mais efetivas e a outros tratamentos, afirmou Milne, em nota. &ldquo;Essas descobertas podem melhorar a predi&ccedil;&atilde;o de risco tanto para a popula&ccedil;&atilde;o em geral quanto no caso das mulheres que t&ecirc;m a variante BRCA1.&rdquo;<\/p>\n<p>\tAs muta&ccedil;&otilde;es identificadas nos dois estudos s&atilde;o comuns, diferentemente do BRCA1 e do BRCA2. Enquanto algumas existem em uma em cada 100 mulheres, outras est&atilde;o presentes em mais da metade de toda a popula&ccedil;&atilde;o feminina e, obviamente, nem todas elas desenvolver&atilde;o o c&acirc;ncer de mama. De forma individual, os riscos conferidos por cada variante s&atilde;o baixos, mas, como elas s&atilde;o frequentes e seus efeitos se multiplicam quando h&aacute; diversas dessas muta&ccedil;&otilde;es, o efeito combinado &eacute; consider&aacute;vel. Quando a gen&eacute;tica &eacute; associada a outras quest&otilde;es hormoniais e a fatores de estilo de vida, os riscos s&atilde;o diferentes, mesmo para pessoas com as mesmas muta&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p>\t<strong>Varredura de muta&ccedil;&otilde;es<\/strong><br \/>\n\tO array gen&ocirc;mico &eacute; o processo que examina um peda&ccedil;o do DNA em uma l&acirc;mina para detectar as diferentes variantes na sequ&ecirc;ncia do genoma e, assim, identificar e mapear muta&ccedil;&otilde;es. Diferentemente do sequenciamento total de DNA, o array gen&ocirc;mico tem como foco apenas as varia&ccedil;&otilde;es que um mesmo gene pode ter.<\/p>\n<p>\t<strong>Caracter&iacute;sticas heterog&ecirc;neas<\/strong><br \/>\n\t&ldquo;O c&acirc;ncer de mama &eacute; uma doen&ccedil;a multifatorial e heterog&ecirc;nea: dois pacientes com a mesma classifica&ccedil;&atilde;o te&oacute;rica podem ter c&acirc;nceres muito diferentes&rdquo;, explica M&aacute;rcio Almeida Paes, da Alian&ccedil;a Instituto de Oncologia e membro da Sociedade Brasileira de Oncologia Cl&iacute;nica (Sboc) e da American Society of Clinical Oncology (Asco). &ldquo;A descoberta de novos genes ajuda muito os oncologistas que lidam com isso a ter uma no&ccedil;&atilde;o melhor do progn&oacute;stico. Do ponto de vista do tratamento, esse conhecimento d&aacute; um embasamento maior para identificar quem pode ter mais ou menos benef&iacute;cio, pois, cada vez mais, o perfil gen&eacute;tico da doen&ccedil;a &eacute; importante para a defini&ccedil;&atilde;o da base terap&ecirc;utica&rdquo;, avalia.<\/p>\n<p>\tDe acordo com Jacques Simard, pesquisador do Cons&oacute;rcio e da Universidade de Laval, em Quebec, os resultados fornecidos pelos estudos v&atilde;o ajudar a estabelecer padr&otilde;es de risco e de tratamento. &ldquo;Usando dados das pesquisas gen&ocirc;micas e combinando essas informa&ccedil;&otilde;es com outros fatores de risco conhecidos, vamos compreender melhor a probabilidade de uma mulher desenvolver a doen&ccedil;a, o que implicar&aacute; mudan&ccedil;as na conduta. Por exemplo, na personaliza&ccedil;&atilde;o da idade em que cada uma deve fazer a mamografia. Mulheres com as muta&ccedil;&otilde;es podem se beneficiar mais de exames de rastreamento intensivos, come&ccedil;ar a faz&ecirc;-los mais jovens ou serem indicadas a t&eacute;cnicas de detec&ccedil;&atilde;o mais sens&iacute;veis. Ao mesmo tempo, essa informa&ccedil;&atilde;o personalizada vai ser &uacute;til para adaptar modalidades de exames para mulheres em risco substancialmente menor.&rdquo;<\/p>\n<p>\tA oncologista Maria Leticia Pereira, m&eacute;dica do Instituto de C&acirc;ncer de Bras&iacute;lia (ICB), por&eacute;m, observa que, do ponto de vista da aplica&ccedil;&atilde;o cl&iacute;nica, esses resultados n&atilde;o s&atilde;o imediatos, nem beneficiar&atilde;o uma parcela expressiva de pacientes. &ldquo;&Eacute; preciso tomar cuidado, porque teste gen&eacute;tico n&atilde;o &eacute; uma panaceia, n&atilde;o &eacute; para todo mundo. Os estudos s&atilde;o importantes, indicam a tend&ecirc;ncia de os testes ficarem cada vez melhores, mas eles v&atilde;o beneficiar, por enquanto, um n&uacute;mero restrito de pessoas. Quem tem casos familiares e preocupa&ccedil;&atilde;o com o c&acirc;ncer, deve conversar com seu m&eacute;dico, seu geneticista, que far&aacute; as orienta&ccedil;&otilde;es adequadas&rdquo;, recomenda.<\/p>\n<p>\tO presidente do Conselho T&eacute;cnico-Cient&iacute;fico da FEMAMA, Dr. Ricardo Caponero, ressalve, entretanto, que o procedimento ainda n&atilde;o est&aacute; dispon&iacute;vel comercialmente e ainda &eacute; considerado experimental. <a href=\"http:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/app\/noticia\/ciencia-e-saude\/2017\/10\/24\/interna_ciencia_saude,635757\/cientistas-realizam-o-maior-estudo-genetico-sobre-o-cancer-de-mama.shtml \"><\/p>\n<p>\n\t<strong>Com informa&ccedil;&otilde;es de Correio Braziliense, 24\/10\/2017&nbsp;<\/strong><\/a><\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No maior estudo gen\u00e9tico sobre o c\u00e2ncer de mama, 550 cientistas de 300 institui\u00e7\u00f5es de pesquisa dos seis continentes encontraram mais 72 muta\u00e7\u00f5es que aumentam o risco da doen\u00e7a. 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