<div class="elementor-post__thumbnail elementor-fit-height imagem_injetada" style="margin-bottom:7px; display:none;"><img width="300" height="168" src="https://www.femama.org.br/site_old/_files/noticia/3376/5bb67cefcd537.png" class="attachment-medium size-medium" alt=""></div><div class="elementor-post__thumbnail elementor-fit-height imagem_injetada" style="margin-bottom:7px; display:none;"><img width="300" height="168" src="https://www.femama.org.br/site_old/_files/noticia/3376/5bb67cefcd537.png" class="attachment-medium size-medium" alt=""></div>{"id":20464,"date":"2017-10-17T00:00:00","date_gmt":"2017-10-17T02:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/femama.org.br\/site_novo\/blog-da-femama\/10-perguntas-e-respostas-sobre-diagnostico-e-tumores-nas-mamas\/"},"modified":"2017-10-17T00:00:00","modified_gmt":"2017-10-17T02:00:00","slug":"10-perguntas-e-respostas-sobre-diagnostico-e-tumores-nas-mamas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/femama.org.br\/site\/blog-da-femama\/10-perguntas-e-respostas-sobre-diagnostico-e-tumores-nas-mamas\/","title":{"rendered":"10 perguntas e respostas sobre diagn\u00f3stico e tumores nas mamas"},"content":{"rendered":"<p>Estudo recente questionou a mamografia para o diagn&oacute;stico precoce de c&acirc;ncer de mama antes dos 50 anos, mas a validade do exame &eacute; reconhecida pelos especialistas brasileiros. Entenda quais os exames que garantem o diagn&oacute;stico precoce e quando &eacute; preciso come&ccedil;ar a se preocupar em avaliar a sa&uacute;de das suas mamas.<\/p>\n<p>A mat&eacute;ria abaixo foi publicada pela Revista Boa Forma e pelo site M de Mulher em julho de 2014. A Femama (Federa&ccedil;&atilde;o de Institui&ccedil;&otilde;es Filantr&oacute;picas de Apoio &agrave; Sa&uacute;de da Mama) comentou algumas das respostas divulgadas, a fim de dar um panorama mais amplo sobre as possibilidades de diagn&oacute;stico.<\/p>\n<p><strong>1. O que &eacute; mamografia?<\/strong><\/p>\n<p>&Eacute; o exame-padr&atilde;o para o diagn&oacute;stico de c&acirc;ncer de mama. Permite detectar o tumor em fase inicial, quando mede mil&iacute;metros e ainda n&atilde;o &eacute; palp&aacute;vel. Na mamografia anal&oacute;gica, o seio &eacute; comprimido e exposto aos raios X. S&atilde;o tiradas duas chapas (frente e lateral) e as imagens gravadas em um filme. Os equipamentos digitais dispensam os filmes: as imagens s&atilde;o mostradas na tela de computador. No Brasil, a maioria dos aparelhos &eacute; anal&oacute;gica.<\/p>\n<p><strong>2. Quando a mamografia de rotina deve ser iniciada?<\/strong><\/p>\n<p>O Instituto Nacional do C&acirc;ncer (Inca) recomenda que ela seja feita a cada dois anos, dos 50 anos aos 69 anos &#8211; faixa de maior incid&ecirc;ncia de c&acirc;ncer de mama. Mas organiza&ccedil;&otilde;es como a Sociedade Brasileira de Mastologia, a Febrasgo (Federa&ccedil;&atilde;o Brasileira das Associa&ccedil;&otilde;es de Ginecologia e Obstetr&iacute;cia), o Col&eacute;gio Brasileiro de Radiologia e a Femama (Federa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Institui&ccedil;&otilde;es Filantr&oacute;picas de Apoio &agrave; Sa&uacute;de da Mama) defendem a mamografia anual a partir dos 40 anos.<\/p>\n<p><strong>3. Antes dos 40 anos, que exames s&atilde;o aconselhados?<\/strong><\/p>\n<p>O autoexame mensal e a palpa&ccedil;&atilde;o anual pelo ginecologista. Caso se perceba alguma altera&ccedil;&atilde;o, como presen&ccedil;a de caro&ccedil;o, retra&ccedil;&atilde;o de pele n&atilde;o associada &agrave; inflama&ccedil;&atilde;o, mudan&ccedil;a no formato, na textura ou no tamanho do seio, invers&atilde;o do mamilo ou sa&iacute;da de secre&ccedil;&atilde;o, o m&eacute;dico pode solicitar uma mamografia. Da&iacute; n&atilde;o se trata de exame de rastreamento, mas de diagn&oacute;stico, em busca de explica&ccedil;&otilde;es para a modifica&ccedil;&atilde;o observada.<\/p>\n<p>FEMAMA: O autoexame &eacute; importante para que a mulher conhe&ccedil;a melhor o seu corpo e tenha facilidade em perceber alguma altera&ccedil;&atilde;o nas mamas. Caso isso ocorre, ela deve procurar seu m&eacute;dico rapidamente, pois apenas ele poder&aacute; diagnosticar a doen&ccedil;a. Para isso, ele poder&aacute; solicitar exames complementares, podendo ou n&atilde;o ser uma mamografia. Apenas 20% dos n&oacute;dulos encontrados nas mamas correspondem a tumores cancer&iacute;genos. O exame cl&iacute;nico anual pode ser realizado pelo ginecologista ou pelo mastologista.<\/p>\n<p><strong>4. E se houver hist&oacute;rico de c&acirc;ncer de mama na fam&iacute;lia?<\/strong><\/p>\n<p>Cerca de 90% das mulheres que desenvolvem esse tumor n&atilde;o t&ecirc;m ningu&eacute;m na fam&iacute;lia com o mesmo problema. S&oacute; em 10% &eacute; heredit&aacute;rio, mas considera-se alto o risco de c&acirc;ncer de mama quando um ou mais parentes em primeiro grau tiveram a doen&ccedil;a, em especial se aparecer antes da menopausa. Nesse caso, a indica&ccedil;&atilde;o &eacute; iniciar a avalia&ccedil;&atilde;o dez anos antes da idade em que o c&acirc;ncer de mama surgiu no familiar. Pode, inclusive, ser indicado o teste gen&eacute;tico, em busca de muta&ccedil;&otilde;es que predisponham ao c&acirc;ncer. De acordo com o mastologista Jos&eacute; Luis Esteves Francisco, presidente da Comiss&atilde;o de Imaginologia da Sociedade Brasileira de Mastologia, ele apresenta pelo menos dois inconvenientes: o custo alto e, se der positivo, o risco de o tumor se apresentar pode chegar a 85%, por isso a mulher deve estar preparada para investir em medidas de preven&ccedil;&atilde;o e &agrave;s vezes adotar atitudes mais dr&aacute;sticas, como a mastectomia profil&aacute;tica (retirada das mamas).<\/p>\n<p>FEMAMA: O exame para avaliar a disposi&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica da mulher desenvolver o c&acirc;ncer de mama &eacute; o que busca a exist&ecirc;ncia de muta&ccedil;&otilde;es nos genes BRCA1 e BRCA2, que aumentam muito as chances de se desenvolver o c&acirc;ncer de mama e de ov&aacute;rio. A Femama &eacute; proponente de projetos de lei para incluir o exame no SUS, hoje dispon&iacute;vel para pacientes com plano de sa&uacute;de. A possibilidade de realiza&ccedil;&atilde;o deste exame permite que os m&eacute;dicos caracterizem corretamente uma paciente como sendo de alto risco e atuem de forma mais consciente ao optar pela realiza&ccedil;&atilde;o de mastectomias profil&aacute;ticas, de acordo com a probabilidade de desenvolver o c&acirc;ncer indicada no exame e n&atilde;o apenas baseado no hist&oacute;rico familiar da paciente. Ter conhecimento antecipado sobre a probabilidade de desenvolver a doen&ccedil;a e ter a chance de agir com o tratamento mais adequado antes de colocar a vida em risco com o avan&ccedil;a do c&acirc;ncer de mama &eacute; uma vantagem para a paciente, e n&atilde;o um inconveniente do exame.<\/p>\n<p><strong>5. Por que a mamografia aperta tanto os seios?<\/strong><\/p>\n<p>&#8220;Para separar as estruturas internas e torn&aacute;-las mais vis&iacute;veis&#8221;, explica a radiologista Selma de Pace Bauab, membro da Comiss&atilde;o Nacional de Mamografia e da Sociedade Brasileira de Mastologia. A sensa&ccedil;&atilde;o dolorosa costuma ser maior no per&iacute;odo pr&eacute;-menstrual porque os seios ficam mais sens&iacute;veis. &Eacute; melhor marcar o exame para depois da menstrua&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p><strong>6. &Eacute; verdade que a mamografia n&atilde;o &eacute; o melhor exame para quem tem mamas densas?<\/strong><\/p>\n<p>Segundo Francisco, a pesquisa sempre come&ccedil;a com a mamografia, mas, em mulheres com mamas densas e mais fibrosas, a visibilidade n&atilde;o &eacute; boa. Nesses casos, &eacute; comum solicitar a ultrassonografia como complementa&ccedil;&atilde;o. Esse exame permite diferenciar n&oacute;dulos l&iacute;quidos e s&oacute;lidos (os &uacute;ltimos podem ser malignos) e ver tumores n&atilde;o observados na mamografia.<\/p>\n<p><strong>7. A resson&acirc;ncia magn&eacute;tica n&atilde;o seria a melhor op&ccedil;&atilde;o?<\/strong><\/p>\n<p>Esse m&eacute;todo, que capta imagens tridimensionais dos seios, n&atilde;o &eacute; solicitado como rotina. &#8220;O exame demora de 30 a 40 minutos, tem custo alto e poucos servi&ccedil;os disp&otilde;em da bobina espec&iacute;fica para estudar as mamas&#8221;, diz o mastologista. Fora isso, a resson&acirc;ncia identifica altera&ccedil;&otilde;es m&iacute;nimas que podem levar a bi&oacute;psias desnecess&aacute;rias. &Eacute; indicado quando j&aacute; h&aacute; o diagn&oacute;stico de c&acirc;ncer para observar mais detalhes e programar melhor o tratamento.<\/p>\n<p><strong>8. A mamografia reduz a mortalidade por c&acirc;ncer?<\/strong><\/p>\n<p>H&aacute; estudos feitos na Su&eacute;cia que mostram uma queda de 15 a 30% na mortalidade. J&aacute; no trabalho publicado no Brittish Medical Journal, a redu&ccedil;&atilde;o foi de apenas 8%. Os pesquisadores canadenses acompanharam 90 mil mulheres entre 49 e 59 anos durante 25 anos e conclu&iacute;ram que um em cada cinco casos de c&acirc;ncer de mama diagnosticados pelo exame durante o estudo n&atilde;o representava uma amea&ccedil;a &agrave; sa&uacute;de, portanto n&atilde;o precisaria ser combatido com cirurgia, quimioterapia ou radioterapia. &Eacute; o que os especialistas chamam de &#8220;overdiagnose&#8221;, isto &eacute;, diagn&oacute;stico exagerado. &#8220;De fato, nem todo c&acirc;ncer descoberto no in&iacute;cio evolui de modo lesivo&#8221;, diz Jos&eacute; Luis Esteves Francisco. &#8220;O problema &eacute; que n&atilde;o temos um marcador definitivo que nos diga qual vai ficar naquele est&aacute;gio e qual vai evoluir e destruir a mama. &Agrave;s vezes, tumores pequenos podem ser muito agressivos. Na d&uacute;vida, removemos e tratamos.&#8221;<\/p>\n<p>FEMAMA: A mamografia &eacute; o exame mais eficiente para se realizar o diagn&oacute;stico precoce do c&acirc;ncer de mama no Brasil. Os dados sobre o impacto do exame na redu&ccedil;&atilde;o da mortalidade pela doen&ccedil;a em estudo canadense citados acima referem-se apenas &agrave; realiza&ccedil;&atilde;o do exame em mulheres entre 40 e 49 anos de idade, em compara&ccedil;&atilde;o com mulheres com 50 a 69 anos. Mesmo nessa faixa, no entanto, a Femama e muitas associa&ccedil;&otilde;es m&eacute;dicas s&eacute;rias defendem o in&iacute;cio do tratamento a partir dos 40 anos, pois n&atilde;o existem estudos que garantam que deixar de realizar esses exames no Brasil em mulheres entre 40 a 49 anos n&atilde;o resultaria em aumento da mortalidade pela doen&ccedil;a. A realidade de acesso &agrave; tratamento em nosso pa&iacute;s &eacute; diferente da canadense, ressalva feita pelo pr&oacute;prio estudo. Lembrando que a realiza&ccedil;&atilde;o de mamografia para diagn&oacute;stico precoce no Brasil a partir dos 40 anos &eacute; um direito das mulheres garantido por lei.<\/p>\n<p><strong>9. &Eacute; importante a mulher dizer que tem silicone?<\/strong><\/p>\n<p>Sim. A pr&oacute;tese pode dificultar a visualiza&ccedil;&atilde;o de tumores. &#8220;Mas existem manobras que aumentam o campo de vis&atilde;o na mamografia&#8221;, diz Selma. A primeira parte do exame &eacute; igual e, na segunda, o t&eacute;cnico empurra a pr&oacute;tese e comprime apenas o tecido mam&aacute;rio.<\/p>\n<p><strong>10. O que pode ser feito para a doen&ccedil;a ser prevenida?<\/strong><\/p>\n<p>O principal &eacute; manter uma boa qualidade de vida: ter uma alimenta&ccedil;&atilde;o saud&aacute;vel, fazer exerc&iacute;cios regularmente, evitar bebida alco&oacute;lica e fugir dos quilos a mais, em especial depois da menopausa. A maternidade protege contra esse tumor se a mulher tiver filhos antes dos 35 anos de idade e amament&aacute;-los.<\/p>\n<p>FEMAMA: Eliminar os fatores que aumentam o risco de desenvolver o c&acirc;ncer de mama &eacute; uma forma v&aacute;lida de praticar o autocuidado. Com pr&aacute;ticas saud&aacute;veis &eacute; poss&iacute;vel reduzir a probabilidade de se desenvolver a doen&ccedil;a. No entanto, mesmo mantendo esses h&aacute;bitos, as mulheres ainda est&atilde;o sujeitas a desenvolverem a doen&ccedil;a. O c&acirc;ncer de mama, assim como os demais tipos de c&acirc;ncer, &eacute; resultado de muta&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica, que pode ser herdada ou, o que ocorre na grande maioria dos casos, espont&acirc;nea. Uma muta&ccedil;&atilde;o espont&acirc;nea pode ocorrer em uma c&eacute;lula do corpo ao longo da vida e ocasionar a doen&ccedil;a, no entanto n&atilde;o se sabe com precis&atilde;o se essas muta&ccedil;&otilde;es ocorrem devido ao estilo de vida, altera&ccedil;&otilde;es qu&iacute;micas no corpo da mulher ou &agrave; exposi&ccedil;&atilde;o a toxinas no ambiente, por exemplo. &Eacute; por isso que, em se tratando de c&acirc;ncer de mama, &eacute; prefer&iacute;vel falar em diagn&oacute;stico precoce que em preven&ccedil;&atilde;o. A realiza&ccedil;&atilde;o regular de exames deve estar entre as boas pr&aacute;ticas para se reduzir o risco de mortalidade por c&acirc;ncer de mama.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>Mat&eacute;ria de Cristina Nabuco publicada na Revista Boa Forma e no Site M de Mulher em julho\/2014 com coment&aacute;rios da FEMAMA (Federa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Institui&ccedil;&otilde;es Filantr&oacute;picas de Apoio &agrave; Sa&uacute;de da Mama).<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Entenda quais exames garantem o diagn&oacute;stico precoce e quando &eacute; preciso come&ccedil;ar a se preocupar em avaliar a sa&uacute;de das 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