<div class="elementor-post__thumbnail elementor-fit-height imagem_injetada" style="margin-bottom:7px; display:none;"><img width="300" height="168" src="https://www.femama.org.br/site_old/_files/noticia/946/0.067098001494349304.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt=""></div><div class="elementor-post__thumbnail elementor-fit-height imagem_injetada" style="margin-bottom:7px; display:none;"><img width="300" height="168" src="https://www.femama.org.br/site_old/_files/noticia/946/0.067098001494349304.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt=""></div>{"id":20595,"date":"2017-05-09T00:00:00","date_gmt":"2017-05-09T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/femama.org.br\/site_novo\/noticias-recentes\/para-discute-o-acesso-ao-tratamento-do-cancer-de-mama-metastatico\/"},"modified":"2017-05-09T00:00:00","modified_gmt":"2017-05-09T03:00:00","slug":"para-discute-o-acesso-ao-tratamento-do-cancer-de-mama-metastatico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/femama.org.br\/site\/noticias-recentes\/para-discute-o-acesso-ao-tratamento-do-cancer-de-mama-metastatico\/","title":{"rendered":"Par\u00e1 discute o acesso ao tratamento do c\u00e2ncer de mama metast\u00e1tico"},"content":{"rendered":"<p><p style=\"text-align: justify;\">\n\tEm 8 de maio, o Audit&oacute;rio Jo&atilde;o Batista da Assembleia Legislativa do Estado do Par&aacute; recebeu o Ciclo de Debates com Parlamentares sobre C&acirc;ncer de Mama, organizado pela Federa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Institui&ccedil;&otilde;es Filantr&oacute;picas de Apoio &agrave; Sa&uacute;de da Mama (FEMAMA), juntamente com a Assembleia Legislativa e a ONG Associa&ccedil;&atilde;o Amigas do Peito do Par&aacute; (AAPP). A discuss&atilde;o teve como pauta principal o acesso ao tratamento da fase metast&aacute;tica do c&acirc;ncer, que ocorre quando a doen&ccedil;a atinge o est&aacute;gio mais avan&ccedil;ado (IV).<\/p>\n<p>\tPatr&iacute;cia Santos, Coordenadora do Setor de Oncologia da Secretaria de Estado da Sa&uacute;de, destacou que em alguns munic&iacute;pios paraenses, como Santar&eacute;m, a maioria das mulheres que recebem o diagn&oacute;stico de c&acirc;ncer de mama j&aacute; est&aacute; em est&aacute;gio III, conhecido como localmente avan&ccedil;ado. Esse cen&aacute;rio se deve &agrave; dificuldade de se colocar em pr&aacute;tica o diagn&oacute;stico precoce na regi&atilde;o, apesar de o Par&aacute; contar com 113 mam&oacute;grafos.<\/p>\n<p>\tNeste caso, de acordo com a mastologista Cintia Ling, acontece a centraliza&ccedil;&atilde;o dos equipamentos na &aacute;rea metropolitana. &ldquo;O estado tem dificuldades geogr&aacute;ficas de acesso; n&atilde;o &agrave; toa, &eacute; classificado como uma das menores taxas de cobertura de mamografia do Brasil. O pa&iacute;s, ali&aacute;s, atende um percentual de somente 24,4% no SUS, de acordo com dados de 2015&rdquo;, explicou. A Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial de Sa&uacute;de (OMS) preconiza a cobertura m&iacute;nima de 70% das mulheres para realiza&ccedil;&atilde;o da mamografia. Outra dificuldade apontada &eacute; o in&iacute;cio da mamografia de rastreamento a partir dos 50 anos, conforme orienta&ccedil;&atilde;o do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, quando muitos casos de c&acirc;ncer de mama, avan&ccedil;ados inclusive, s&atilde;o descobertos antes dessa idade. O ideal, de acordo com os especialistas presentes e sociedades m&eacute;dicas como a Sociedade Brasileira de Mastologia, seria iniciar o rastreamento em mulheres a partir dos 40 anos de idade.<\/p>\n<p>\tO deputado Wanderlan Quaresma (PMDB) prop&ocirc;s, a redu&ccedil;&atilde;o da burocratiza&ccedil;&atilde;o na realiza&ccedil;&atilde;o de exames para pacientes graves, tendo em vista a necessidade de reduzir casos de c&acirc;ncer de mama avan&ccedil;ados, cujo enfrentamento &eacute; mais complexo e dispendioso e as chances de cura s&atilde;o menores. Al&eacute;m dessa estrat&eacute;gia, no entanto, &eacute; preciso buscar alternativas para pacientes que j&aacute; se encontram em est&aacute;gio metast&aacute;tico e encontram hoje poucas op&ccedil;&otilde;es de tratamento na rede p&uacute;blica de sa&uacute;de. Nesse sentido, o presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Par&aacute;, o deputado M&aacute;rcio Miranda (DEM), evidenciou a necessidade de reduzir entraves e fiscalizar o sistema de sa&uacute;de, al&eacute;m de atualizar a tabela do SUS, para que hospitais particulares interessem-se pelo credenciamento. N&atilde;o somente, convidou a ONG Associa&ccedil;&atilde;o Amigas do Peito do Par&aacute; a participarem de uma audi&ecirc;ncia p&uacute;blica que discutir&aacute; as condi&ccedil;&otilde;es atuais para o tratamento do c&acirc;ncer de mama metast&aacute;tico no estado.<\/p>\n<p>\tMayara Soares, Defensora P&uacute;blica do Estado, defendeu que &ldquo;Existe um grande problema de gest&atilde;o dos recursos na sa&uacute;de. &ldquo;De 2003 a 2015 somente foi utilizado 39% do que estava previsto em or&ccedil;amento de sa&uacute;de, de acordo com o Conselho Federal de Medicina&rdquo;, afirmou.<\/p>\n<p>\tThiago Turbay, assessor de rela&ccedil;&otilde;es governamentais da FEMAMA, prop&ocirc;s medidas capazes de melhorar a realidade dessas mulheres. Primeiramente, sugeriu o estabelecimento de registro compuls&oacute;rio de pacientes com c&acirc;ncer. Essa medida pode ser adotada pelo governo do Par&aacute;, podendo ser redigida uma indica&ccedil;&atilde;o ao governo ou elaborado um projeto de lei pelos deputados sobre o assunto. Thiago lembra que o atual Ministro da Sa&uacute;de, Ricardo Barros, se mostrou favor&aacute;vel &agrave; ado&ccedil;&atilde;o da pr&aacute;tica em reuni&atilde;o com a FEMAMA em 2016. O registro compuls&oacute;rio forneceria dados acurados sobre a situa&ccedil;&atilde;o do c&acirc;ncer, permitindo organizar o or&ccedil;amento e as a&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias para combat&ecirc;-lo de maneira eficaz, e proporcionaria o acompanhamento do fluxo de atendimento ao qual os pacientes est&atilde;o sendo submetidos, observando, por exemplo, se est&aacute; sendo cumprida a lei que determina que o tratamento deve iniciar em at&eacute; 60 dias a partir do diagn&oacute;stico.<\/p>\n<p>\tOutra proposta foi a incorpora&ccedil;&atilde;o de tratamentos para o c&acirc;ncer de mama metast&aacute;tico na rede estadual de sa&uacute;de. Isso porque existem atualmente duas maneiras muito distintas de se tratar a doen&ccedil;a: a do sistema privado, que proporciona acesso a tratamentos que garantem mais tempo e qualidade de vida &agrave;s pacientes, e a do sistema p&uacute;blico, que n&atilde;o oferece medicamentos que h&aacute; d&eacute;cadas revolucionaram a forma como a doen&ccedil;a &eacute; controlada. Essa distin&ccedil;&atilde;o gera desigualdade e o aumento das a&ccedil;&otilde;es judiciais para obten&ccedil;&atilde;o de tratamentos adequados. A judicializa&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de, por sua vez, al&eacute;m de gerar desgaste para pacientes, desorganiza as contas p&uacute;blicas. &ldquo;&Eacute; preciso considerar que sobre as compras governamentais em quantidade incidem descontos expressivos, diferente de aquisi&ccedil;&otilde;es individuais realizadas para atender a&ccedil;&otilde;es judiciais individuais&rdquo;, disse.<\/p>\n<p>\tOutra sugest&atilde;o foi uma altera&ccedil;&atilde;o na legisla&ccedil;&atilde;o estadual para prever que os royalties da minera&ccedil;&atilde;o sejam encaminhamos para a pol&iacute;tica oncol&oacute;gica. Atualmente, de acordo com a Emenda Constitucional 86, 25% dos royalts da minera&ccedil;&atilde;o devem ser destinados &agrave; sa&uacute;de nos estados que exercem essa atividade econ&ocirc;mica, caso do Par&aacute;.<\/p>\n<p>\tPor fim, solicitou a suspens&atilde;o da portaria estadual que restringe o estado a seguir somente recomenda&ccedil;&otilde;es da Uni&atilde;o em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; prescri&ccedil;&atilde;o de tratamentos na rede p&uacute;blica de sa&uacute;de, penalizando m&eacute;dicos que indiquem alternativas terap&ecirc;uticas que divirjam desse escopo. Essa portaria fere o direito do paciente de acesso &agrave; sa&uacute;de, pois o impede de obter tratamentos adequados para o seu tipo de c&acirc;ncer caso o mesmo n&atilde;o esteja dispon&iacute;vel no SUS.<\/p>\n<p>\t<strong>Tipo de c&acirc;ncer mais comum entre as brasileiras de quatro das cinco regi&otilde;es do Pa&iacute;s<\/strong><\/p>\n<p>\tDe acordo com o INCA, a cada ano a incid&ecirc;ncia de c&acirc;ncer de mama aumenta, sendo esperados quase 58 mil novos casos somente em 2017 &ndash; o n&uacute;mero representa 28% dos diagn&oacute;sticos anuais de c&acirc;ncer em mulheres. O &oacute;rg&atilde;o aponta tamb&eacute;m este tipo como o mais frequente entre as brasileiras em quatro das cinco regi&otilde;es do Pa&iacute;s, com exce&ccedil;&atilde;o da regi&atilde;o Norte, onde &eacute; o segundo mais comum.<\/p>\n<p>\tSe identificado precocemente, a chance de cura pode chegar a 95%, segundo a Institui&ccedil;&atilde;o Susan Komen. Contudo, o Tribunal de Contas da Uni&atilde;o denota que metade dos quadros de c&acirc;ncer de mama s&oacute; s&atilde;o diagnosticados em est&aacute;gios avan&ccedil;ados, com progn&oacute;stico menos favor&aacute;vel e necessidade de tratamentos mais caros. O Observat&oacute;rio de Oncologia cita que, a partir de an&aacute;lise de dados de usu&aacute;rios de planos de sa&uacute;de, de 2008 a 2011, estima-se que o custo possa ser at&eacute; oito vezes maior para terap&ecirc;uticas de pacientes com c&acirc;ncer avan&ccedil;ado.<\/p>\n<p>\tAinda, a mortalidade por c&acirc;ncer de mama &eacute;, proporcionalmente, maior no Brasil do que em pa&iacute;ses desenvolvidos. Entre os principais motivos, destacam-se: falta de conscientiza&ccedil;&atilde;o, diagn&oacute;sticos tardios, dificuldade de acesso ao sistema de sa&uacute;de e falta de tratamento de &uacute;ltima gera&ccedil;&atilde;o.&nbsp;<br \/>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">\n\t<a href=\"http:\/\/www.femama.org.br\/novo\/fotos-detalhe.php?menu=fot&amp;id=104\"><strong>Veja a galeria de fotos do evento<\/strong><\/a><\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em 8 de maio, o Audit\u00f3rio Jo\u00e3o Batista da Assembleia Legislativa do Estado do Par\u00e1 recebeu o Ciclo de Debates com Parlamentares sobre C\u00e2ncer de Mama, organizado pela Federa\u00e7\u00e3o Brasileira de Institui\u00e7\u00f5es Filantr\u00f3picas de Apoio \u00e0 Sa\u00fade da Mama (FEMAMA), juntamente com a Assembleia Legislativa e a ONG Associa\u00e7\u00e3o Amigas do Peito do Par\u00e1 (AAPP). 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