<div class="elementor-post__thumbnail elementor-fit-height imagem_injetada" style="margin-bottom:7px; display:none;"><img width="300" height="168" src="https://www.femama.org.br/site_old/_files/noticia/888/0.498364001488566161.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt=""></div><div class="elementor-post__thumbnail elementor-fit-height imagem_injetada" style="margin-bottom:7px; display:none;"><img width="300" height="168" src="https://www.femama.org.br/site_old/_files/noticia/888/0.498364001488566161.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt=""></div>{"id":20674,"date":"2017-03-04T00:00:00","date_gmt":"2017-03-04T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/femama.org.br\/site_novo\/noticias-recentes\/audiencia-publica-como-o-rs-trata-o-cancer-de-mama-metastatico\/"},"modified":"2017-03-04T00:00:00","modified_gmt":"2017-03-04T03:00:00","slug":"audiencia-publica-como-o-rs-trata-o-cancer-de-mama-metastatico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/femama.org.br\/site\/noticias-recentes\/audiencia-publica-como-o-rs-trata-o-cancer-de-mama-metastatico\/","title":{"rendered":"Audi\u00eancia P\u00fablica: como o RS trata o c\u00e2ncer de mama metast\u00e1tico?"},"content":{"rendered":"<p><p style=\"text-align: center;\">\n\t<em>Debate na Assembleia Legislativa tem o objetivo de avaliar a evolu&ccedil;&atilde;o do tratamento &agrave; doen&ccedil;a no Sistema P&uacute;blico de Sa&uacute;de<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n\t<br \/>\n\tNeste 8 de mar&ccedil;o, Dia Internacional da Mulher, uma audi&ecirc;ncia p&uacute;blica na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul ir&aacute; debater assunto essencial para muitas mulheres no estado: as condi&ccedil;&otilde;es atuais de acesso a tratamentos inovadores, pelo SUS (Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de), para o c&acirc;ncer de mama metast&aacute;tico. De acordo com dados do Inca (Instituto Nacional do C&acirc;ncer) de 2016, Porto Alegre &eacute; a capital com maior incid&ecirc;ncia de c&acirc;ncer de mama no Brasil, com 130 casos registrados para cada 100 mil habitantes &ndash; a m&eacute;dia nacional entre capitais &eacute; de 79 casos para cada 100 mil habitantes.<\/p>\n<p>\tA audi&ecirc;ncia, iniciativa da FEMAMA (Federa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Institui&ccedil;&otilde;es Filantr&oacute;picas de Apoio &agrave; Sa&uacute;de da Mama), est&aacute; sendo organizada e articulada pelo IMAMA &ndash; Instituto da Mama do Rio Grande do Sul, com apoio da AAPECAN (Associa&ccedil;&atilde;o de Apoio &agrave;s Pessoas com C&acirc;ncer), ambas integrantes da Federa&ccedil;&atilde;o. O requerimento pela realiza&ccedil;&atilde;o do debate foi entregue por representantes do IMAMA &agrave; deputada Liziane Bayer (PSB) em fevereiro deste ano, m&ecirc;s em que &eacute; lembrado o Dia Mundial do C&acirc;ncer. Sete outros estados tamb&eacute;m participaram do agendamento simult&acirc;neo em 1&ordm; de fevereiro.<\/p>\n<p>\tA audi&ecirc;ncia p&uacute;blica d&aacute; prosseguimento aos ciclos de debates anuais organizados pelas entidades integrantes da FEMAMA desde 2014, com o objetivo de realizar o acompanhamento permanente da situa&ccedil;&atilde;o de diagn&oacute;stico e tratamento do c&acirc;ncer por meio do SUS pelo Brasil. Al&eacute;m do debate no Rio Grande do Sul, audi&ecirc;ncias p&uacute;blicas similares est&atilde;o sendo articuladas em Amazonas, Alagoas, Cear&aacute;, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Paran&aacute;, Rio Grande do Norte, S&atilde;o Paulo e Sergipe.<\/p>\n<p>\tSegundo o Inca, o c&acirc;ncer de mama &eacute; o mais comum entre mulheres em quatro das cinco regi&otilde;es do Brasil, com exce&ccedil;&atilde;o da regi&atilde;o Norte, onde &eacute; o segundo tipo de c&acirc;ncer mais comum.<\/p>\n<p>\tDados globais reunidos no Atlas do C&acirc;ncer apontam que o c&acirc;ncer de mama &eacute; a principal causa de morte de mulheres pela doen&ccedil;a, e as mulheres latino-americanas s&atilde;o algumas de suas v&iacute;timas mais numerosas. A regi&atilde;o concentra 8,3% do total das mortes pela doen&ccedil;a, somando 43.326 &oacute;bitos anuais e os &iacute;ndices seguem aumentando &ndash;a m&eacute;dia brasileira &eacute; de cerca de 14 mil mortes por ano. Em compara&ccedil;&atilde;o, nos Estados Unidos, tamb&eacute;m ocorrem cerca de 40 mil mortes anuais por c&acirc;ncer de mama, de acordo com a ONG BreastCancer.org, mas o n&uacute;mero de fatalidades est&aacute; em queda constante desde 1989, gra&ccedil;as a um maior esfor&ccedil;o do pa&iacute;s norte-americano para ampliar o acesso a diagn&oacute;stico e tratamento.<\/p>\n<p>\tApesar dos avan&ccedil;os da medicina, tratamentos contempor&acirc;neos e mais espec&iacute;ficos n&atilde;o s&atilde;o acess&iacute;veis para pacientes com c&acirc;ncer de mama metast&aacute;tico pelo SUS, impossibilitando a perspectiva de mais tempo e qualidade de vida para muitas mulheres. Nenhum novo tratamento para pacientes que atingem esta fase &eacute; incorporado h&aacute; mais de uma d&eacute;cada, estando as inova&ccedil;&otilde;es, via de regra, restritas apenas &agrave; rede privada. O que &eacute; um problema, pois cerca de 50% dos casos de c&acirc;ncer de mama diagnosticados na rede p&uacute;blica j&aacute; est&atilde;o em est&aacute;gio avan&ccedil;ado e 30% evoluem para o est&aacute;gio metast&aacute;tico da doen&ccedil;a.<\/p>\n<p>\tEmbora em muitos pa&iacute;ses do mundo, medicamentos para tratamento do c&acirc;ncer de mama metast&aacute;tico fa&ccedil;am parte do tratamento destas mulheres, no Brasil, o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de n&atilde;o oferece essas terapias &agrave;s pacientes com doen&ccedil;a metast&aacute;tica.<\/p>\n<p>\tA &uacute;nica forma de a paciente ter acesso gratuito aos medicamentos se d&aacute; por meio da Justi&ccedil;a. A judicializa&ccedil;&atilde;o, por&eacute;m, &eacute; prejudicial tanto economicamente ao Estado quanto emocionalmente ao paciente. No Brasil, em 2014, o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de gastou mais de 800 milh&otilde;es para atender decis&otilde;es da justi&ccedil;a. Em 2015, esse valor chegou a 1,2 bilh&otilde;es. Uma forma de diminuir esses gastos &eacute; a inclus&atilde;o de novos tratamentos no SUS. A inclus&atilde;o permite que essas sejam adquiridas pelos governos a custos muito inferiores ao valor de mercado.<\/p>\n<p>\tO Rio Grande do Sul enfrenta um dos mais altos n&iacute;veis de judicializa&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de no Pa&iacute;s. A gravidade do problema &eacute; refletida nos R$ 235 milh&otilde;es gastos somente em 2014 para fornecer medicamentos, grande parte importados, a 61 mil pacientes que moveram a&ccedil;&otilde;es judiciais. O valor superou em mais de 300% a verba destinada aos medicamentos dispensados administrativamente pelo SUS (R$ 73 milh&otilde;es) no Estado, de acordo com a Secretaria de Estado de Sa&uacute;de.<\/p>\n<p>\t<strong>Qualidade de vida<\/strong><br \/>\n\tOs efeitos do c&acirc;ncer de mama metast&aacute;tico sobre a vida das mulheres v&atilde;o muito al&eacute;m das consequ&ecirc;ncias f&iacute;sicas da doen&ccedil;a e do tratamento. De acordo com a pesquisa &ldquo;Conte-nos, Conhe&ccedil;a-nos, Junte-se a N&oacute;s&rdquo;, realizada com 1273 mulheres de todo o mundo (das quais 100 brasileiras) entre 2012 e 2013, 81% das mulheres diagnosticadas com c&acirc;ncer de mama avan&ccedil;ado dizem ter tido sua qualidade de vida prejudicada pela doen&ccedil;a; 74% delas afirmaram que sua sa&uacute;de emocional foi afetada negativamente e 42% relataram problemas no relacionamento com seus parceiros decorrentes do diagn&oacute;stico de c&acirc;ncer. Ainda de acordo com a pesquisa, 75% das pacientes de c&acirc;ncer de mama avan&ccedil;ado gostariam que os m&eacute;dicos pudessem atender tamb&eacute;m a suas necessidades emocionais, j&aacute; que apenas 27% dessas mulheres j&aacute; discutiram com seus m&eacute;dicos os impactos da doen&ccedil;a na sexualidade feminina e 62% afirmam que as informa&ccedil;&otilde;es dispon&iacute;veis publicamente sobre a doen&ccedil;a n&atilde;o s&atilde;o adequadas a suas necessidades.<\/p>\n<p>\tA doen&ccedil;a causa impacto negativo tamb&eacute;m na vida financeira dessas mulheres: 92% das mulheres entrevistadas pela pesquisa disseram que tiveram de adaptar suas finan&ccedil;as por conta do c&acirc;ncer de mama, e 57% afirmaram que sua renda decresceu ap&oacute;s o diagn&oacute;stico. Entre as mulheres brasileiras, 66% relataram ter de parar de trabalhar para cuidar da sa&uacute;de, e 55% disseram ter de cortar gastos com entretenimento para investir mais em nutri&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>\t<strong>SERVI&Ccedil;O<\/strong><br \/>\n\t<strong>Audi&ecirc;ncia P&uacute;blica &#8211; Acesso a Tratamentos para c&acirc;ncer de mama metast&aacute;tico no SUS: o que mudou?<\/strong><br \/>\n\tLocal: Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul (Pra&ccedil;a Mal. Deodoro, 101 &#8211; Centro Hist&oacute;rico, Porto Alegre) | Plenarinho (sala Jo&atilde;o Neves da Fontoura)<br \/>\n\tHor&aacute;rio: 10h<\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Neste 8 de mar\u00e7o, Dia Internacional da Mulher, uma audi\u00eancia p\u00fablica na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul ir\u00e1 debater assunto essencial para muitas mulheres no estado: as condi\u00e7\u00f5es atuais de acesso a tratamentos inovadores, pelo SUS (Sistema \u00danico de Sa\u00fade), para o c\u00e2ncer de mama metast\u00e1tico. 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