<div class="elementor-post__thumbnail elementor-fit-height imagem_injetada" style="margin-bottom:7px; display:none;"><img width="300" height="168" src="https://www.femama.org.br/site_old/_files/noticia/836/0.859427001481208861.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt=""></div><div class="elementor-post__thumbnail elementor-fit-height imagem_injetada" style="margin-bottom:7px; display:none;"><img width="300" height="168" src="https://www.femama.org.br/site_old/_files/noticia/836/0.859427001481208861.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt=""></div>{"id":20735,"date":"2016-12-08T00:00:00","date_gmt":"2016-12-08T02:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/femama.org.br\/site_novo\/noticias-recentes\/artigo-brasil-precisa-discutir-a-notificacao-compulsoria-do-cancer\/"},"modified":"2016-12-08T00:00:00","modified_gmt":"2016-12-08T02:00:00","slug":"artigo-brasil-precisa-discutir-a-notificacao-compulsoria-do-cancer","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/femama.org.br\/site\/noticias-recentes\/artigo-brasil-precisa-discutir-a-notificacao-compulsoria-do-cancer\/","title":{"rendered":"ARTIGO: Brasil precisa discutir a notifica\u00e7\u00e3o compuls\u00f3ria do c\u00e2ncer"},"content":{"rendered":"<p><p style=\"text-align: justify;\">\n\tDecis&otilde;es m&eacute;dicas devem ser tomadas baseadas em evid&ecirc;ncia e informa&ccedil;&atilde;o. Quanto mais informa&ccedil;&atilde;o melhor. Os gestores de sa&uacute;de tamb&eacute;m deveriam se valer da mesma l&oacute;gica: conhecer o cen&aacute;rio das doen&ccedil;as &eacute; imprescind&iacute;vel no processo decis&oacute;rio que envolve a sa&uacute;de p&uacute;blica, especialmente na oncologia. Para atender &agrave; popula&ccedil;&atilde;o da melhor forma poss&iacute;vel, os gestores precisariam se basear em informa&ccedil;&otilde;es como quantos s&atilde;o os pacientes oncol&oacute;gicos atendidos em sua regi&atilde;o, onde eles est&atilde;o, e se est&atilde;o sendo tratados, quantos leitos de hospitais seriam necess&aacute;rios, entre outras. Se houvesse a obriga&ccedil;&atilde;o de uma notifica&ccedil;&atilde;o compuls&oacute;ria dos casos de c&acirc;ncer como ocorre com a Aids, a mal&aacute;ria e a tuberculose, o governo poderia se valer dos dados coletados para uma aloca&ccedil;&atilde;o mais eficiente da verba da sa&uacute;de.<\/p>\n<p>\tAtualmente, nosso pa&iacute;s tra&ccedil;a estrat&eacute;gias de controle e detec&ccedil;&atilde;o precoce do c&acirc;ncer com base em informa&ccedil;&otilde;es insuficientes. Como consequ&ecirc;ncia, temos leis que asseguram direitos de pacientes que, mesmo ap&oacute;s anos de vig&ecirc;ncia, n&atilde;o s&atilde;o plenamente implementadas para quem realmente precisa. Um exemplo &eacute; a Lei dos 60 dias (12.732\/12), que institui o in&iacute;cio do tratamento oncol&oacute;gico em no m&aacute;ximo 60 dias ap&oacute;s a confirma&ccedil;&atilde;o do diagn&oacute;stico.<\/p>\n<p>\tO monitoramento da lei planejado em 2012 pelo governo seria por meio do Sistema de Informa&ccedil;&atilde;o do C&acirc;ncer (Siscan). Nos &uacute;ltimos tr&ecirc;s anos, at&eacute; abril de 2016, foram registrados nesse Sistema apenas 27 mil casos de c&acirc;ncer, ou seja, menos de 10% dos 596 mil novos casos esperados anualmente, segundo o Instituto Nacional do C&acirc;ncer (INCA). Pior que isso, apenas cerca de 57% dos pacientes registrados iniciou a terapia dentro de dois meses, segundo o pr&oacute;prio Ministro da Sa&uacute;de. E de nada adianta existir a lei se n&atilde;o houver um repasse financeiro para que as institui&ccedil;&otilde;es que atendem os pacientes possam atuar com mais efici&ecirc;ncia.<\/p>\n<p>\tA Federa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Institui&ccedil;&otilde;es Filantr&oacute;picas de Apoio &agrave; Sa&uacute;de da Mama (Femama) e suas 60 ONGs associadas em todas as regi&otilde;es do pa&iacute;s lideram uma luta constante pela garantia de um acesso &aacute;gil e adequado a diagn&oacute;stico e o tratamento oncol&oacute;gico. No cen&aacute;rio em que vivemos, a discuss&atilde;o de um registro compuls&oacute;rio do c&acirc;ncer se tornou pauta importante, e &eacute; imperativo que os governos federal e estaduais busquem estrat&eacute;gias para mudar a situa&ccedil;&atilde;o e tirar o combate ao c&acirc;ncer da escurid&atilde;o.<\/p>\n<p>\tFoi com essa motiva&ccedil;&atilde;o que a Femama e suas ONGs associadas <a href=\"http:\/\/www.femama.org.br\/novo\/noticias-detalhe.php?menu=not&amp;id=831\">realizaram mobiliza&ccedil;&atilde;o nacional em alus&atilde;o ao Dia Nacional de Combate ao C&acirc;ncer<\/a>, comemorado em 27 de novembro. A a&ccedil;&atilde;o simult&acirc;nea aconteceu em 14 estados brasileiros, com as ONGs indo at&eacute; as Assembleias Legislativas de cada estado para entregar aos deputados of&iacute;cios em defesa da ado&ccedil;&atilde;o do registro obrigat&oacute;rio do c&acirc;ncer e se colocando &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o do Legislativo para auxili&aacute;-los na elabora&ccedil;&atilde;o de projetos de lei estaduais para regulamentar o tema.<\/p>\n<p>\tA notifica&ccedil;&atilde;o compuls&oacute;ria &eacute; o primeiro passo para a operacionaliza&ccedil;&atilde;o eficiente de pol&iacute;ticas oncol&oacute;gicas baseadas em dados t&eacute;cnicos e par&acirc;metros pr&eacute;-definidos. A ado&ccedil;&atilde;o da obrigatoriedade em &acirc;mbito nacional &eacute; apontada como uma medida importante na luta contra o c&acirc;ncer. Al&eacute;m do Governo Federal, que ainda n&atilde;o realiza o registro compuls&oacute;rio, cada estado individualmente tamb&eacute;m pode adotar a medida local. Isso possibilitaria que cada unidade federativa aperfei&ccedil;oasse os servi&ccedil;os e a&ccedil;&otilde;es na assist&ecirc;ncia ao paciente de c&acirc;ncer, possibilitando melhor equaliza&ccedil;&atilde;o or&ccedil;ament&aacute;ria e a idealiza&ccedil;&atilde;o de alternativas originais para ampliar o acesso.<\/p>\n<p>\tDurante a a&ccedil;&atilde;o realizada pela federa&ccedil;&atilde;o e suas ONGs associadas, deputados estaduais firmaram compromissos de levar para pauta das Assembleias Legislativas projetos de lei que pedem a ado&ccedil;&atilde;o do registro obrigat&oacute;rio e tamb&eacute;m de agendar audi&ecirc;ncias p&uacute;blicas para discutir a proposta. Saliento que o ministro da Sa&uacute;de, Ricardo Barrios, concordou com a import&acirc;ncia da ado&ccedil;&atilde;o do registro compuls&oacute;rio dentre outras pautas priorit&aacute;rias para a oncologia defendidas pela Femama em reuni&atilde;o realizada em setembro.<\/p>\n<p>\tTamb&eacute;m &eacute; com essa mesma motiva&ccedil;&atilde;o que essas institui&ccedil;&otilde;es continuar&atilde;o mobilizadas pela garantia dos direitos conquistados aos pacientes e sua amplia&ccedil;&atilde;o, assim como por um sistema de sa&uacute;de que deixe de lado a miopia e encare a luta contra o c&acirc;ncer. No Dia Nacional de Combate ao C&acirc;ncer, propusemos que as decis&otilde;es que envolvam os pacientes oncol&oacute;gicos brasileiros sejam tomadas com base em conhecimento e informa&ccedil;&atilde;o, assim como fazem os m&eacute;dicos empenhados em salvar as vidas diante de si.<\/p>\n<p>\n\t<strong>Artigo escrito pela Dra. Maira Caleffi, mastologista e presidente volunt&aacute;ria da FEMAMA<br \/>\n\tPublicado no Correio Braziliense em 08\/12\/2016.<\/strong><\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Decis\u00f5es m\u00e9dicas devem ser tomadas baseadas em evid\u00eancia e informa\u00e7\u00e3o. Quanto mais informa\u00e7\u00e3o melhor. Os gestores de sa\u00fade tamb\u00e9m deveriam se valer da mesma l\u00f3gica: conhecer o cen\u00e1rio das doen\u00e7as \u00e9 imprescind\u00edvel no processo decis\u00f3rio que envolve a sa\u00fade p\u00fablica, especialmente na oncologia. Para atender \u00e0 popula\u00e7\u00e3o da melhor forma poss\u00edvel, os gestores precisariam se basear em informa\u00e7\u00f5es como quantos s\u00e3o os pacientes oncol\u00f3gicos atendidos em sua regi\u00e3o, onde eles est\u00e3o, e se est\u00e3o sendo tratados, quantos leitos de hospitais seriam necess\u00e1rios, entre outras. 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