<div class="elementor-post__thumbnail elementor-fit-height imagem_injetada" style="margin-bottom:7px; display:none;"><img width="300" height="168" src="https://www.femama.org.br/site_old/_files/noticia/809/0.855553001477504923.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt=""></div><div class="elementor-post__thumbnail elementor-fit-height imagem_injetada" style="margin-bottom:7px; display:none;"><img width="300" height="168" src="https://www.femama.org.br/site_old/_files/noticia/809/0.855553001477504923.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt=""></div>{"id":20779,"date":"2016-10-26T00:00:00","date_gmt":"2016-10-26T02:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/femama.org.br\/site_novo\/noticias-recentes\/aprovada-na-camara-pec-241-segue-para-o-senado-entenda-as-polemicas-do-texto\/"},"modified":"2016-10-26T00:00:00","modified_gmt":"2016-10-26T02:00:00","slug":"aprovada-na-camara-pec-241-segue-para-o-senado-entenda-as-polemicas-do-texto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/femama.org.br\/site\/noticias-recentes\/aprovada-na-camara-pec-241-segue-para-o-senado-entenda-as-polemicas-do-texto\/","title":{"rendered":"Aprovada na C\u00e2mara, PEC 241 segue para o Senado: entenda as pol\u00eamicas do texto"},"content":{"rendered":"<p><p style=\"text-align: justify;\">\n\tO plen&aacute;rio da C&acirc;mara aprovou em segundo turno a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 241, principal aposta do governo Michel Temer. Nesta segunda vota&ccedil;&atilde;o, foram 359 votos a favor, 116 contra e 2 absten&ccedil;&otilde;es, um apoio ligeiramente menor em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; sua aprova&ccedil;&atilde;o em primeiro turno, no in&iacute;cio de outubro, quando a medida recebeu 366 votos a favor. Eram necess&aacute;rios 308 votos para que o texto fosse passasse.<\/p>\n<p>\tAgora, os deputados votar&atilde;o seis destaques que alteram o texto da emenda. Uma vez conclu&iacute;da esta etapa, a PEC 241 seguir&aacute; para o Senado, onde dever&aacute; ser apreciada a partir da pr&oacute;xima semana e novamente debatida. Desta vez, ser&atilde;o necess&aacute;rios 49 votos a favor dos 81 senadores.<\/p>\n<p>\tA medida vem causando muita pol&ecirc;mica por estabelecer um teto para o crescimento das despesas do governo federal e, assim, congelar os gastos durante 20 anos e alterar o financiamento da sa&uacute;de e da educa&ccedil;&atilde;o no Brasil.<\/p>\n<p>\tPor um lado, a PEC &eacute; considerada necess&aacute;ria para reduzir a d&iacute;vida p&uacute;blica do pa&iacute;s &#8211; que est&aacute; em 70% do Produto Interno Bruto (PIB, a soma das riquezas produzidas) &#8211; e tirar a economia da crise fiscal. Por outro, &eacute; vista como muito r&iacute;gida e acusada por cr&iacute;ticos de amea&ccedil;ar direitos sociais.<\/p>\n<p>\tAfinal, o que est&aacute; em jogo com a aprova&ccedil;&atilde;o do texto? A BBC Brasil ouviu economistas para explicar o que diz a proposta e quais s&atilde;o seus pontos mais debatidos.<\/p>\n<p>\t<strong>O que diz a PEC?<\/strong><br \/>\n\tA PEC 241 fixa para os tr&ecirc;s poderes &#8211; al&eacute;m do Minist&eacute;rio P&uacute;blico da Uni&atilde;o e da Defensoria P&uacute;blica da Uni&atilde;o &#8211; um limite anual de despesas.<\/p>\n<p>\tSegundo o texto, o teto ser&aacute; v&aacute;lido por vinte anos a partir de 2017 e consiste no valor gasto no ano anterior corrigido pela infla&ccedil;&atilde;o acumulada nesses doze meses.<\/p>\n<p>\tA infla&ccedil;&atilde;o, medida pelo indicador IPCA (&Iacute;ndice Nacional de Pre&ccedil;os ao Consumidor Amplo), &eacute; a desvaloriza&ccedil;&atilde;o do dinheiro, ou seja, o quanto ele perde poder de compra em determinado per&iacute;odo.<\/p>\n<p>\tDessa forma, a despesa permitida em 2017 ser&aacute; a de 2016 mais a porcentagem que a infla&ccedil;&atilde;o &quot;tirou&quot; da moeda naquele ano. Na pr&aacute;tica, a PEC congela as despesas, porque o poder de compra do montante ser&aacute; sempre o mesmo.<\/p>\n<p>\tCaso o teto n&atilde;o seja cumprido, h&aacute; oito san&ccedil;&otilde;es que podem ser aplicadas ao governo, inclusive a proibi&ccedil;&atilde;o de aumento real para o sal&aacute;rio m&iacute;nimo.<\/p>\n<p>\tMais do que colocar as contas em ordem, o objetivo da PEC, segundo o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, seria reconquistar a confian&ccedil;a dos investidores. A aposta da equipe econ&ocirc;mica &eacute; que a medida passe credibilidade e seja um fator importante para a volta dos investimentos no Brasil, favorecendo o crescimento.<\/p>\n<p>\t<strong>O teto amea&ccedil;a sa&uacute;de e educa&ccedil;&atilde;o?<\/strong><\/p>\n<p>\tUm dos principais questionamentos &eacute; que, ao congelar os gastos, o texto paralisa tamb&eacute;m os valores repassados &agrave;s &aacute;reas de sa&uacute;de e educa&ccedil;&atilde;o, al&eacute;m do aplicado em pol&iacute;ticas sociais. Para esses setores, a regra come&ccedil;a a valer em 2018, usando o par&acirc;metro de 2017.<\/p>\n<p>\tA mudan&ccedil;a foi inclu&iacute;da no relat&oacute;rio feito pelo deputado Darc&iacute;sio Perondi (PMDB-RS), relator da proposta na comiss&atilde;o especial da C&acirc;mara.<\/p>\n<p>\tSegundo os cr&iacute;ticos, tais restri&ccedil;&otilde;es prejudicariam a qualidade e o alcance da educa&ccedil;&atilde;o e da sa&uacute;de no pa&iacute;s. Hoje, os gastos com esses segmentos podem crescer todo ano. As despesas com sa&uacute;de, por exemplo, receberam um tratamento diferenciado na Constitui&ccedil;&atilde;o de 1988, a fim de que ficassem protegidas das decis&otilde;es de diferentes governos.<\/p>\n<p>\tA regra que vale hoje &eacute; que uma porcentagem m&iacute;nima (e progressiva) da Receita Corrente L&iacute;quida da Uni&atilde;o deve ir para a sa&uacute;de. Essa porcentagem, de 13,2% neste ano, chegaria a 15% em 2020. Como a expectativa &eacute; de que a receita cres&ccedil;a, o valor repassado tamb&eacute;m aumentaria.<\/p>\n<p>\tNo relat&oacute;rio da PEC, esses 15% foram adiantados para 2017 e ent&atilde;o ficariam congelados pelo restante dos 20 anos.<\/p>\n<p>\t<strong>Cr&iacute;ticos e defensores<\/strong><\/p>\n<p>\tPara o professor de economia da Unicamp Pedro Rossi, essas mudan&ccedil;as afetam sobretudo os mais pobres.<\/p>\n<p>\t&quot;A popula&ccedil;&atilde;o pobre, que depende mais da seguridade social, da sa&uacute;de, da educa&ccedil;&atilde;o, vai ser prejudicada. A PEC &eacute; o plano de desmonte do gasto social. Vamos ter que reduzir brutalmente os servi&ccedil;os sociais, o que vai jogar o Brasil numa permanente desigualdade&quot;, diz.<\/p>\n<p>\tRossi diz que a medida n&atilde;o faz parte de um sistema de ajuste fiscal, mas de um projeto de pa&iacute;s no qual o governo banca menos as necessidades da popula&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>\tPara a professora da PUC-SP Cristina Helena de Mello, &eacute; inadequado colocar um teto para os gastos com sa&uacute;de, porque n&atilde;o d&aacute; para prever como os atendimentos v&atilde;o crescer.<\/p>\n<p>\t&quot;Voc&ecirc; pode ter movimentos migrat&oacute;rios intensos, aumento da viol&ecirc;ncia e das emerg&ecirc;ncias, aumento dos nascimentos. Vai ter hospital superlotado, com dificuldade para atender.&quot;<\/p>\n<p>\tSegundo a professora, com a PEC, o acesso das pr&oacute;ximas gera&ccedil;&otilde;es a esses servi&ccedil;os p&uacute;blicos fica comprometido. &quot;Estamos prejudicando vidas inteiras.&quot;<\/p>\n<p>\tNo meio do caminho entre grupos contr&aacute;rios e favor&aacute;veis, a professora da FGV Jolanda Battisti diz que entende as posi&ccedil;&otilde;es cr&iacute;ticas &agrave; PEC, mas pondera que &eacute; necess&aacute;rio escolher entre &quot;dois males&quot;.<\/p>\n<p>\t&quot;Muitas pessoas nesse debate n&atilde;o enxergam o dilema real: se n&atilde;o contermos a crise agora, a infla&ccedil;&atilde;o vai aumentar muito.&quot;<\/p>\n<p>\tEla diz que o pa&iacute;s est&aacute; &agrave; beira de uma crise fiscal. Se o governo n&atilde;o consegue aumentar a receita para pagar os juros de sua d&iacute;vida nem cortar gastos, explica Battisti, ele precisa pressionar o Banco Central a imprimir mais dinheiro &#8211; e a infla&ccedil;&atilde;o sobe.<\/p>\n<p>\tDe acordo com a professora, o tamanho do preju&iacute;zo na sa&uacute;de e na educa&ccedil;&atilde;o vai depender de como os cortes ser&atilde;o feitos. Se eles atacarem a m&aacute;quina burocr&aacute;tica, e n&atilde;o as escolas, podem ser menos danosos. O importante, diz, &eacute; preservar a ponta: a sala de aula.<\/p>\n<p>\tO que preocupa Battisti &eacute; o perfil dos cortes propostos at&eacute; agora pelo governo.<\/p>\n<p>\t&quot;Na minha percep&ccedil;&atilde;o, os congelamentos que est&atilde;o acontecendo atingem as transfer&ecirc;ncias para a popula&ccedil;&atilde;o, como o seguro-desemprego, e n&atilde;o os gastos correntes, como os sal&aacute;rios de funcion&aacute;rios p&uacute;blicos. Isso &eacute; muito ruim, porque as pessoas precisam dessa garantia para pagar seus compromissos. &Eacute; uma coisa que numa economia avan&ccedil;ada seria impens&aacute;vel.&quot;<\/p>\n<p>\tNo entanto, h&aacute; quem acredite que os cortes ser&atilde;o feitos da forma correta, melhorando a gest&atilde;o dessas &aacute;reas.<\/p>\n<p>\tO professor de Economia do Insper Jo&atilde;o Luiz Mascolo afirma que n&atilde;o &eacute; uma quest&atilde;o de quantidade de dinheiro, mas de coloc&aacute;-lo no lugar certo. Para ele, n&atilde;o faltam recursos, falta boa administra&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p>\tO coro &eacute; engrossado pelo economista Raul Velloso, para quem &quot;o Brasil sempre gasta mais do que precisa&quot;.<\/p>\n<p>\t&quot;A gente tem muita gordura no gasto. Se queimar essa gordura, est&aacute; de bom tamanho. E estamos partindo de uma base que n&atilde;o &eacute; assim t&atilde;o pequena. Numa situa&ccedil;&atilde;o t&atilde;o complicada, crescer pela infla&ccedil;&atilde;o, vari&aacute;vel constante, n&atilde;o &eacute; uma coisa t&atilde;o apertada.&quot;<\/p>\n<p>\tEle argumenta que, no relat&oacute;rio apresentado &agrave; comiss&atilde;o especial da C&acirc;mara, sa&uacute;de e educa&ccedil;&atilde;o receberam um tratamento especial, com o teto valendo a partir de 2018. Isso daria uma &quot;folga inicial&quot; na aplica&ccedil;&atilde;o da regra.<\/p>\n<p>\tMesmo se o dinheiro for insuficiente em algum ponto, Velloso e Mascolo dizem que valores podem ser retirados de outros setores para cobrir essas necessidades. Al&eacute;m disso, afirmam, o per&iacute;odo de dez anos &#8211; depois do qual o presidente pode propor mudan&ccedil;a no formato da corre&ccedil;&atilde;o &#8211; n&atilde;o seria assim t&atilde;o longo.<\/p>\n<p>\t&quot;As pessoas esquecem &eacute; que o gasto (afetado) &eacute; global. A mensagem central &eacute; que o gasto total da Uni&atilde;o n&atilde;o cres&ccedil;a mais do que a infla&ccedil;&atilde;o. &Eacute; uma tentativa de organizar as contas. Tem a possibilidade de alterar em dez anos. &Eacute; um sinal de que v&atilde;o conseguir retomar o controle da d&iacute;vida em uma d&eacute;cada&quot;.<\/p>\n<p>\t<strong>Vinte anos &eacute; um bom prazo?<\/strong><\/p>\n<p>\tOutro ponto de discuss&atilde;o &eacute; a dura&ccedil;&atilde;o da PEC. Para uns, ela &eacute; uma medida muito r&iacute;gida para durar tanto tempo, e deveria ser flex&iacute;vel para se adaptar &agrave;s mudan&ccedil;as do pa&iacute;s. Para outros, um per&iacute;odo t&atilde;o extenso passa a mensagem de que o Brasil est&aacute; comprometido com o equil&iacute;brio das contas.<\/p>\n<p>\tA professora Cristina de Mello, da PUC-SP, faz parte do primeiro grupo. Ela diz que, se houver uma queda abrupta da arrecada&ccedil;&atilde;o, por exemplo, a d&iacute;vida aumentaria, porque os gastos ser&atilde;o congelados em um patamar alto.<\/p>\n<p>\tSegundo Mello, o argumento de que uma medida de longo prazo passa mais credibilidade &eacute; falacioso. Isso porque, se antes do prazo de dez anos, o governo precisar mexer em alguma regra, a PEC gerar&aacute; desconfian&ccedil;a.<\/p>\n<p>\t&quot;Se daqui a alguns anos, for necess&aacute;rio fazer um gasto maior e mudar o &iacute;ndice de infla&ccedil;&atilde;o por outro mais confort&aacute;vel, vai haver descren&ccedil;a. Por que escolheram esse crit&eacute;rio e n&atilde;o outro? Pode haver maquiagem de dados.&quot;<\/p>\n<p>\tAp&oacute;s a aprova&ccedil;&atilde;o em primeiro turno na C&acirc;mara, o presidente Michel Temer disse, em entrevista &agrave; Globonews, que o prazo poder&aacute; ser revisto em &quot;quatro, cinco ou seis anos&quot;, a depender da situa&ccedil;&atilde;o do pa&iacute;s.<\/p>\n<p>\t&quot;Fixamos 20 anos, que &eacute; um longo prazo, com revis&atilde;o em dez anos. Mas eu pergunto: n&atilde;o se pode daqui quatro, cinco, seis anos; de repente o Brasil cresce, aumenta a arrecada&ccedil;&atilde;o e pode se modificar isso? Pode. Prop&otilde;e uma nova emenda constitucional que reduz o prazo de dez anos para quatro, cinco&quot;, disse Temer.<\/p>\n<p>\tO economista Raul Velloso, ex-secret&aacute;rio de Assuntos Econ&ocirc;micos do Minist&eacute;rio do Planejamento (governo Sarney) aposta na revis&atilde;o desse per&iacute;odo do futuro.<\/p>\n<p>\t&quot;Se chegarmos a conclus&atilde;o de que &eacute; muito longo e a d&iacute;vida j&aacute; diminuiu, revemos. Mas agora estamos numa crise muito s&eacute;ria, n&atilde;o podemos arriscar. &Eacute; um tiro s&oacute;.&quot;<\/p>\n<p>\t<strong>Anti-democr&aacute;tica?<\/strong><\/p>\n<p>\tAo tirar o Congresso dessas decis&otilde;es, o professor Pedro Rossi, da Unicamp, considera a medida antidemocr&aacute;tica.<\/p>\n<p>\t&quot;O Congresso n&atilde;o vai poder moldar o tamanho do or&ccedil;amento. Por consequ&ecirc;ncia, a sociedade tamb&eacute;m n&atilde;o.&quot;<\/p>\n<p>\tCristina de Mello avalia que o texto pode ser tamb&eacute;m uma estrat&eacute;gia para n&atilde;o ter que aprovar o or&ccedil;amento no Congresso todos os anos, como acontece hoje.<\/p>\n<p>\t&quot;Imagina se tiver uma cat&aacute;strofe, uma epidemia de zika, que vai exigir gastos maiores. A sociedade vai pressionar o governo e ele vai se resguardar no teto, podendo cortar outras coisas. &Eacute; uma estrat&eacute;gia de negocia&ccedil;&atilde;o.&quot;<\/p>\n<p>\tHolandesa, a professora da FGV Jolanda Battisti diz que o teto &eacute; uma refer&ecirc;ncia de inova&ccedil;&atilde;o e &eacute; aplicado em pa&iacute;ses como Holanda, Finl&acirc;ndia e Su&eacute;cia.<\/p>\n<p>\tNo entanto, pondera, l&aacute; tem um prazo de tr&ecirc;s ou quatro anos que &eacute; discutido nos ciclos eleitorais, promovendo debates frequentes sobre as contas p&uacute;blicas.<\/p>\n<p>\tPara ela, o governo est&aacute; &quot;comprando tempo&quot; para colocar a d&iacute;vida sob controle. Um plano de longa dura&ccedil;&atilde;o, afirma, substitui a&ccedil;&otilde;es mais dr&aacute;sticas, como aumentar impostos ou cortar despesas imediatamente, o que poderia agravar o desemprego.<\/p>\n<p>\tO professor do Insper Jo&atilde;o Luiz Mascolo argumenta que vai levar alguns anos para que alcancemos o superavit prim&aacute;rio (dinheiro que sobra nas contas do governo e serve para pagar os juros da d&iacute;vida). Hoje, temos deficit prim&aacute;rio, ou seja, n&atilde;o sobra dinheiro.<\/p>\n<p>\t&quot;Ainda vamos ter um pico antes da d&iacute;vida come&ccedil;ar a cair. Por isso a PEC &eacute; longa, tem uma in&eacute;rcia nessa conta. Ela n&atilde;o vai trazer o deficit para zero em um ano.&quot;<\/p>\n<p>\t<strong>Havia outras op&ccedil;&otilde;es?<\/strong><\/p>\n<p>\tA necessidade do Brasil de arrecadar mais do que gasta &eacute; um consenso entre os economistas. Mas ele discordam sobre a melhor forma de faz&ecirc;-lo. O teto de 20 anos &eacute; a melhor escolha?<\/p>\n<p>\tPara Mascolo, do Insper, sim. Ele diz que j&aacute; era hora de focar nos gastos do governo. Antes, a situa&ccedil;&atilde;o fiscal era analisada pelo superavit prim&aacute;rio (o quanto sobra nas contas para pagar os juros da d&iacute;vida). Quanto maior o resultado do superavit, melhor a situa&ccedil;&atilde;o fiscal.<\/p>\n<p>\t&quot;Finalmente o governo decidiu atacar as despesas. A receita fica em aberto, mas a premissa &eacute; que a economia vai crescer e voc&ecirc; vai arrecadar mais.&quot;<\/p>\n<p>\tOutra op&ccedil;&atilde;o &agrave; PEC, segundo a professora Cristina de Mello, seria reduzir as despesas com juros, que em 2015 ficaram em R$ 367 bilh&otilde;es. O n&uacute;mero &eacute; o mais alto da s&eacute;rie hist&oacute;rica da Secretaria do Tesouro Nacional, iniciada em 2004.<\/p>\n<p>\tOs juros s&atilde;o pagos para as pessoas que compram t&iacute;tulos p&uacute;blicos, uma forma de investimento que serve para o governo arrecadar dinheiro. Quando algu&eacute;m compra um t&iacute;tulo, esse valor foi para o governo. Em contrapartida, depois de um tempo, ele paga juros a essa pessoa, o que representa o rendimento do papel.<\/p>\n<p>\t&quot;Esse gasto n&atilde;o est&aacute; na PEC. A Alemanha, por exemplo, tem uma d&iacute;vida muito alta e o esfor&ccedil;o que fizeram foi diminuir as despesas com os juros, n&atilde;o com o bem-estar social.&quot;<\/p>\n<p>\tPara Pedro Rossi, da Unicamp, o aumento dos impostos seria uma forma de aumentar a arrecada&ccedil;&atilde;o e melhorar as contas. Ele diz que as grandes fortunas n&atilde;o s&atilde;o taxadas e, com a PEC, essa discuss&atilde;o se perde. Rossi nega o argumento de que n&atilde;o haveria um clima favor&aacute;vel para abordar a alta de impostos.<\/p>\n<p>\t&quot;H&aacute; um travamento do debate de maneira autorit&aacute;ria. Voc&ecirc; tem ambiente pol&iacute;tico para destruir gasto social, mas n&atilde;o d&aacute; para rever carga tribut&aacute;ria?&quot;<br \/>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">\n\t<a href=\"http:\/\/www.bbc.com\/portuguese\/brasil-37603414\"><strong>Informa&ccedil;&otilde;es da BBC Brasil, 25\/10\/2016<\/strong><\/a><\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O plen\u00e1rio da C\u00e2mara aprovou em segundo turno a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 241, principal aposta do governo Michel Temer. Nesta segunda vota\u00e7\u00e3o, foram 359 votos a favor, 116 contra e 2 absten\u00e7\u00f5es, um apoio ligeiramente menor em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 sua aprova\u00e7\u00e3o em primeiro turno, no in\u00edcio de outubro, quando a medida recebeu 366 votos a favor. 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