<div class="elementor-post__thumbnail elementor-fit-height imagem_injetada" style="margin-bottom:7px; display:none;"><img width="300" height="168" src="https://www.femama.org.br/site_old/_files/noticia/3383/5bb6da20853d7.png" class="attachment-medium size-medium" alt=""></div><div class="elementor-post__thumbnail elementor-fit-height imagem_injetada" style="margin-bottom:7px; display:none;"><img width="300" height="168" src="https://www.femama.org.br/site_old/_files/noticia/3383/5bb6da20853d7.png" class="attachment-medium size-medium" alt=""></div>{"id":20792,"date":"2016-10-17T00:00:00","date_gmt":"2016-10-17T02:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/femama.org.br\/site_novo\/blog-da-femama\/mitos-e-verdades-sobre-riscos-do-cancer-de-mama\/"},"modified":"2016-10-17T00:00:00","modified_gmt":"2016-10-17T02:00:00","slug":"mitos-e-verdades-sobre-riscos-do-cancer-de-mama","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/femama.org.br\/site\/blog-da-femama\/mitos-e-verdades-sobre-riscos-do-cancer-de-mama\/","title":{"rendered":"Mitos e verdades sobre riscos do c\u00e2ncer de mama"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">O c&acirc;ncer de mama &eacute; o tipo de c&acirc;ncer que mais atinge mulheres no Brasil, excluindo os casos de c&acirc;ncer de pele n&atilde;o melanoma. Em fun&ccedil;&atilde;o disso, um grande esfor&ccedil;o de conscientiza&ccedil;&atilde;o &eacute; realizado constantemente pelo governo, por institui&ccedil;&otilde;es da sociedade civil e pela m&iacute;dia. No entanto, muitas d&uacute;vidas sobre esta doen&ccedil;a permanecem entre as mulheres e &agrave;s vezes algumas cren&ccedil;as incorretas podem representar obst&aacute;culos para o diagn&oacute;stico precoce e para a redu&ccedil;&atilde;o da mortalidade por c&acirc;ncer de mama.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ningu&eacute;m deve permanecer com d&uacute;vidas, por isso, preparamos uma lista de cren&ccedil;as e mitos sobre o c&acirc;ncer de mama e oferecemos a avalia&ccedil;&atilde;o de especialistas para esclarec&ecirc;-los. Verifique os seus conhecimentos sobre o c&acirc;ncer de mama e adote uma atitude positiva e consciente em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; sua sa&uacute;de.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>1. Ningu&eacute;m na minha fam&iacute;lia tem c&acirc;ncer de mama. Por isso n&atilde;o corro risco de desenvolver a doen&ccedil;a.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">MENTIRA. Nenhuma mulher est&aacute; imune ao c&acirc;ncer de mama. O c&acirc;ncer de mama &eacute; resultado de muta&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica, que pode ser herdada ou, o que ocorre na grande maioria dos casos, espont&acirc;nea. Uma muta&ccedil;&atilde;o espont&acirc;nea pode ocorrer em uma c&eacute;lula do corpo ao longo da vida e ocasionar a doen&ccedil;a, no entanto n&atilde;o se sabe com precis&atilde;o se essas muta&ccedil;&otilde;es ocorrem devido ao estilo de vida, altera&ccedil;&otilde;es qu&iacute;micas no corpo da mulher ou &agrave; exposi&ccedil;&atilde;o a toxinas no ambiente, por exemplo. Apenas 10% dos casos de c&acirc;ncer de mama s&atilde;o heredit&aacute;rios.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>2. Algumas mulheres da minha fam&iacute;lia tiveram c&acirc;ncer de mama. Por isso, corro mais riscos.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">VERDADE. Apesar de todas as mulheres estarem sujeitas a desenvolverem a doen&ccedil;a, quem t&ecirc;m m&atilde;e, irm&atilde; ou filha com c&acirc;ncer de mama tem um risco muito maior para a neoplasia, especialmente se o tumor for descoberto na parente antes da menopausa. Nesse caso, a mulher deve iniciar os exames das mamas dez anos antes da idade que o c&acirc;ncer de mama surgiu na familiar. &Eacute; poss&iacute;vel realizar o exame gen&eacute;tico para verificar a presen&ccedil;a de muta&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica nos genes BRCA1 e BRCA2, que aumentam em cerca de 85% as chances de se desenvolver o c&acirc;ncer de mama e de ov&aacute;rio. Este exame, no entanto, n&atilde;o est&aacute; dispon&iacute;vel na rede p&uacute;blica. A FEMAMA &eacute; proponente de projetos de lei para incluir o exame no SUS, hoje dispon&iacute;vel para pacientes com plano de sa&uacute;de.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>3. O c&acirc;ncer de mama sempre aparece como um caro&ccedil;o.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">MENTIRA. O aparecimento de um caro&ccedil;o ou n&oacute;dulo &eacute; uma das formas como o c&acirc;ncer de mama se apresenta. Por&eacute;m existe outra forma mais comum: a microcalcifica&ccedil;&atilde;o. A mamografia pode identificar uma microcalcifica&ccedil;&atilde;o quando ela tem a partir de 1 mil&iacute;metro. Exames de toque identificam a calcifica&ccedil;&atilde;o apenas quando esta j&aacute; tem mais de 1,5 cent&iacute;metro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Al&eacute;m desses sintomas, existem outros que podem indicar c&acirc;ncer de mama, entre os quais invers&atilde;o ou descama&ccedil;&atilde;o do mamilo, presen&ccedil;a de secre&ccedil;&atilde;o pelo mamilo, incha&ccedil;o e vermelhid&atilde;o da mama, irrita&ccedil;&atilde;o, retra&ccedil;&atilde;o da pele ou aparecimento de rugosidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>4. Todo caro&ccedil;o na mama &eacute; c&acirc;ncer.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">MENTIRA. Um caro&ccedil;o na mama n&atilde;o necessariamente significa que voc&ecirc; tem c&acirc;ncer. Grande parte dos n&oacute;dulos mam&aacute;rios encontrados s&atilde;o adenomas benignos ou prolifera&ccedil;&atilde;o de c&eacute;lulas da gl&acirc;ndula mam&aacute;ria e n&atilde;o est&atilde;o relacionados com a doen&ccedil;a. Existem ainda os falsos n&oacute;dulos ou cistos, que nem mesmo s&atilde;o s&oacute;lidos e n&atilde;o representam amea&ccedil;as. De qualquer forma, a descoberta de um caro&ccedil;o no seio &eacute; motivo suficiente para que a mulher procure seu m&eacute;dico. Mesmo um n&oacute;dulo benigno pode exigir acompanhamento para que n&atilde;o cres&ccedil;a e, caso se confirme o c&acirc;ncer, quanto mais cedo o tratamento for iniciado, maiores ser&atilde;o as chances de cura.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>5. Se eu fizer o autoexame regularmente, n&atilde;o preciso de outros exames.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">MENTIRA. O autoexame n&atilde;o substitui a mamografia ou o exame cl&iacute;nico (de toque) realizado pelo m&eacute;dico. Ele serve apenas para o autoconhecimento, para que a mulher procure rapidamente um especialista caso identifique altera&ccedil;&otilde;es suspeitas em suas mamas. Trata-se de uma a&ccedil;&atilde;o complementar. Independente da realiza&ccedil;&atilde;o do autoexame, as mulheres devem fazer a mamografia anualmente a partir dos 40 anos. Antes disso, devem realizar o exame cl&iacute;nico das mamas pelo ginecologista ou mastologista e, caso necess&aacute;rio, outros exames que este solicite. A mamografia &eacute; a principal forma de diagn&oacute;stico precoce, o que permite maiores chances de cura.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>6. A bi&oacute;psia do c&acirc;ncer de mama pode causar met&aacute;stase.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">MENTIRA. A bi&oacute;psia n&atilde;o provoca met&aacute;stase. Trata-se de um exame necess&aacute;rio para o diagn&oacute;stico do c&acirc;ncer, no qual &eacute; feita a retirada de tecido do tumor para a an&aacute;lise da presen&ccedil;a ou n&atilde;o de c&eacute;lulas cancer&iacute;genas. Se elas estiverem presentes, a bi&oacute;psia trar&aacute; informa&ccedil;&otilde;es sobre o tipo de c&acirc;ncer de mama apresentado pela paciente e trar&aacute; informa&ccedil;&otilde;es relevantes para a escolha do tipo de tratamento a ser seguido. A met&aacute;stase s&oacute; ocorre quando o c&acirc;ncer desenvolve c&eacute;lulas capazes de se deslocar e implantar em outras partes do corpo, independente da realiza&ccedil;&atilde;o deste exame.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>7. Existem ervas, suplementos diet&eacute;ticos ou dietas especiais que podem curar o c&acirc;ncer.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">MENTIRA. N&atilde;o existe nenhuma erva, suplemento ou dieta que cure o c&acirc;ncer. Quando a paciente &eacute; diagnosticada e encontra-se fragilizada, pode querer acreditar que existem alternativas m&aacute;gicas ou mais f&aacute;ceis para curar a doen&ccedil;a e, assim, se deixar enganar. Por&eacute;m o uso dessas subst&acirc;ncias pode por vezes prejudicar o tratamento. Por isso, caso a mulher deseje utilizar algum destes artif&iacute;cios &eacute; muito importante antes consultar o m&eacute;dico, para que ele possa tirar todas as d&uacute;vidas sobre a forma como vitaminas, ervas ou outras terapias podem afetar o tratamento ou se causam algum efeito colateral. Alguns alimentos cont&ecirc;m propriedades que ajudam a paciente a enfrentar os efeitos adversos do tratamento e estes podem ser incorporados &agrave; sua dieta. Por&eacute;m n&atilde;o promovem sozinhos a recupera&ccedil;&atilde;o de nenhum tipo de c&acirc;ncer.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>8. Mulheres obesas ficam mais suscet&iacute;veis &agrave; doen&ccedil;a.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">VERDADE. O excesso de peso &eacute; um importante fator de risco, porque o tecido adiposo (formado por gordura) aumenta os n&iacute;veis de estrog&ecirc;nio no organismo. Esse tecido produz ainda diversas subst&acirc;ncias, toxinas e fatores inflamat&oacute;rios capazes de induzir a prolifera&ccedil;&atilde;o celular e, em &uacute;ltima inst&acirc;ncia, os tumores. A obesidade &eacute; um fator de risco para v&aacute;rios tipos de c&acirc;ncer, n&atilde;o apenas o de mama. Al&eacute;m disso, pacientes obesas na p&oacute;s-menopausa que j&aacute; passaram pelo c&acirc;ncer de mama t&ecirc;m maior risco de recidiva (reaparecimento da doen&ccedil;a).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>9. Mulheres com seios pequenos n&atilde;o t&ecirc;m c&acirc;ncer de mama.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">MENTIRA. O tamanho dos seios n&atilde;o interfere no risco de se desenvolver c&acirc;ncer de mama, basta haver presen&ccedil;a de tecido mam&aacute;rio para que a doen&ccedil;a possa se desenvolver. Prova disso &eacute; a incid&ecirc;ncia do c&acirc;ncer de mama tamb&eacute;m em homens. Verdadeiros fatores de risco s&atilde;o a obesidade, a presen&ccedil;a de muta&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica heredit&aacute;ria e o cultivo de maus h&aacute;bitos, como o tabagismo e o alto consumo de &aacute;lcool.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>10. Quem inicia a menstrua&ccedil;&atilde;o muito cedo ou &eacute; m&atilde;e depois dos 30 anos tem maior probabilidade de desenvolver o c&acirc;ncer de mama.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">VERDADE. O risco para essas mulheres aumenta porque elas menstruam mais vezes ao longo da vida. A menstrua&ccedil;&atilde;o exp&otilde;e a mulher aos horm&ocirc;nios estrog&ecirc;nio e progesterona, que estimulam as c&eacute;lulas da gl&acirc;ndula mam&aacute;ria a ser reproduzir. Dessa forma, quanto mais menstrua&ccedil;&otilde;es pelas quais a mulher passa, maior &eacute; o risco de desenvolver c&acirc;ncer de mama. Al&eacute;m disso, quanto mais cedo ocorre a exposi&ccedil;&atilde;o a esses horm&ocirc;nios, maior &eacute; o risco. Por isso uma gravidez ou mais antes dos 30 anos tem potencial maior de proteger a mulher do c&acirc;ncer de mama.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>11. Amamentar ajuda a proteger a mulher contra o c&acirc;ncer de mama.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">VERDADE. Cada ano de amamenta&ccedil;&atilde;o completa diminui de 3 a 4% o risco da mulher desenvolver o c&acirc;ncer de mama. Mulheres que amamentam por mais de seis meses t&ecirc;m menos chances de desenvolver a doen&ccedil;a devido &agrave; substitui&ccedil;&atilde;o de tecido glandular por gordura nas mamas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>12. A terapia de reposi&ccedil;&atilde;o hormonal pode ser um fator de risco para o c&acirc;ncer de mama.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">VERDADE. A terapia hormonal costuma ser usada em mulheres na p&oacute;s-menopausa para melhorar os sintomas do climat&eacute;rio e reduzir a osteoporose. Por&eacute;m, quando o uso de estrog&ecirc;nio e progesterona ocorre por tempo prolongado, ele compromete as altera&ccedil;&otilde;es que as gl&acirc;ndulas mam&aacute;rias sofrem com o avan&ccedil;o da idade, o que aumenta o risco de c&acirc;ncer de mama.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>13. Pr&oacute;teses de silicone podem causar c&acirc;ncer de mama.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">MENTIRA. As pr&oacute;teses de silicone n&atilde;o influenciam no risco de se desenvolver c&acirc;ncer de mama. Os implantes podem, no entanto, prejudicar o diagn&oacute;stico precoce, ao dificultar a visualiza&ccedil;&atilde;o do tecido mam&aacute;rio atrav&eacute;s de exames de imagem, como a mamografia e a ultrassonografia. No entanto, n&atilde;o h&aacute; consenso cient&iacute;fico quanto &agrave;s limita&ccedil;&otilde;es dos exames de imagem em pacientes que possuem pr&oacute;teses de silicone nas mamas. Por hora, &eacute; recomendado que a paciente consulte um mastologista antes da aplica&ccedil;&atilde;o para verificar se n&atilde;o existem n&oacute;dulos e que pacientes com alto risco para o desenvolvimento do c&acirc;ncer de mama, como as que t&ecirc;m casos pr&oacute;ximos da doen&ccedil;a na fam&iacute;lia, evitem a coloca&ccedil;&atilde;o das pr&oacute;teses.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>14. P&iacute;lulas anticoncepcionais aumentam o risco para o c&acirc;ncer de mama<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">MAIS OU MENOS. A dose de estrog&ecirc;nio presente na grande maioria das p&iacute;lulas anticoncepcionais atualmente n&atilde;o &eacute; suficiente para provocar aumento no risco para o c&acirc;ncer de mama. Esse tipo de anticoncepcional ajuda inclusive a proteger a mulher do c&acirc;ncer de colo de &uacute;tero. Existem comprimidos que trazem uma dosagem mais alta do horm&ocirc;nio, que eram mais comuns antigamente e hoje s&atilde;o utilizados apenas para o tratamento de determinadas doen&ccedil;as. Apenas estes, j&aacute; n&atilde;o utilizados com fins de contracep&ccedil;&atilde;o, tem o potencial de aumentar o risco para o c&acirc;ncer de mama.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>15. Desodorantes favorecem o aparecimento do c&acirc;ncer de mama.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">MENTIRA. N&atilde;o h&aacute; rela&ccedil;&atilde;o entre o c&acirc;ncer de mama e o uso de desodorantes ou antitranspirantes. Nenhum estudo comprovou que a utiliza&ccedil;&atilde;o do produto, seja roll on, spray ou aerosol, favore&ccedil;a o aparecimento da doen&ccedil;a. Al&eacute;m disso, n&atilde;o h&aacute; c&eacute;lulas mam&aacute;rias na axila para que o c&acirc;ncer de mama se desenvolva a partir desta exposi&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>16. Alguns tipos de suti&atilde; podem causar c&acirc;ncer de mama.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">MENTIRA. O suti&atilde; n&atilde;o interfere no desenvolvimento do c&acirc;ncer de mama, independente de ter ou n&atilde;o aro, bojo ou al&ccedil;as. Dormir com ou sem suti&atilde; tamb&eacute;m n&atilde;o impacta nesta quest&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>17. Estresse, m&aacute;goas e raiva podem causar c&acirc;ncer.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">MENTIRA. Sentimentos negativos n&atilde;o t&ecirc;m o poder de provocar c&acirc;ncer. N&atilde;o h&aacute; estudos que comprovem essa rela&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>18. Fumar aumenta os riscos de se desenvolver c&acirc;ncer de mama.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">VERDADE. O tabagismo &eacute; um fator de risco para o surgimento de v&aacute;rios tipos de c&acirc;ncer. No caso do c&acirc;ncer de mama n&atilde;o &eacute; diferente. O fumo ainda piora os resultados do tratamento caso a paciente mantenha o h&aacute;bito ap&oacute;s o diagn&oacute;stico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>19. Abortos induzidos ou espont&acirc;neos favorecem o aparecimento do c&acirc;ncer de mama.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">MENTIRA. N&atilde;o existe comprova&ccedil;&atilde;o de que ter tido um aborto no passado aumenta o fator de risco para o c&acirc;ncer de mama.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>20. Praticar uma atividade f&iacute;sica ajuda a reduzir os riscos de desenvolver a doen&ccedil;a.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">VERDADE. A pr&aacute;tica de atividades f&iacute;sicas &eacute; ben&eacute;fica para a sa&uacute;de. Pesquisas indicam que cerca de 30 minutos di&aacute;rios de caminhada s&atilde;o eficazes para a redu&ccedil;&atilde;o do risco de se desenvolver o c&acirc;ncer de mama.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>21. Pancadas nos seios pode causar c&acirc;ncer de mama.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">MENTIRA. O trauma em geral n&atilde;o aumenta o risco da incid&ecirc;ncia de c&acirc;ncer. Uma pancada no seio pode causar um hematoma ou algum processo inflamat&oacute;rio, mas n&atilde;o aumenta o risco de tumor.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>22. Homens n&atilde;o correm o risco de ter c&acirc;ncer de mama.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">MENTIRA. Homens tamb&eacute;m podem desenvolver a doen&ccedil;a, mas isto &eacute; raro e, segundo o INCA, representa apenas 1% do total de casos da doen&ccedil;a no Brasil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com informa&ccedil;&otilde;es de FEMAMA e <a href=\"http:\/\/www.notibras.com\/site\/mitos-e-verdades-sobre-riscos-do-cancer-de-mama\/%20\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Notibras<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ningu&eacute;m deve permanecer com d&uacute;vidas, por isso, preparamos uma lista de cren&ccedil;as e mitos sobre o c&acirc;ncer de mama e oferecemos a avalia&ccedil;&atilde;o de especialistas para 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