<div class="elementor-post__thumbnail elementor-fit-height imagem_injetada" style="margin-bottom:7px; display:none;"><img width="300" height="168" src="https://www.femama.org.br/site_old/_files/noticia/765/0.164846001472490957.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt=""></div><div class="elementor-post__thumbnail elementor-fit-height imagem_injetada" style="margin-bottom:7px; display:none;"><img width="300" height="168" src="https://www.femama.org.br/site_old/_files/noticia/765/0.164846001472490957.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt=""></div>{"id":20850,"date":"2016-08-29T00:00:00","date_gmt":"2016-08-29T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/femama.org.br\/site_novo\/noticias-recentes\/femama-questiona-nao-liberacao-de-medicamento-2\/"},"modified":"2016-08-29T00:00:00","modified_gmt":"2016-08-29T03:00:00","slug":"femama-questiona-nao-liberacao-de-medicamento-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/femama.org.br\/site\/noticias-recentes\/femama-questiona-nao-liberacao-de-medicamento-2\/","title":{"rendered":"Femama questiona n\u00e3o libera\u00e7\u00e3o de medicamento"},"content":{"rendered":"<p><p style=\"text-align: justify;\">\n\tUm diagn&oacute;stico de c&acirc;ncer cai como uma bomba na vida de qualquer pessoa, mesmo que, nos &uacute;ltimos anos, a descoberta da doen&ccedil;a n&atilde;o seja mais uma senten&ccedil;a de morte. A ci&ecirc;ncia tem cada vez mais avan&ccedil;ado em apresentar tratamentos e novos medicamentos, at&eacute; mesmo para os tumores metast&aacute;ticos &#8211; aqueles que se espalham pelo corpo a partir do lugar onde se iniciaram. No entanto, algumas decis&otilde;es do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de (MS) deixam perplexos pacientes e classe m&eacute;dica, como o n&atilde;o fornecimento de medicamentos espec&iacute;ficos. &Eacute; o que argumenta a presidente da Federa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Institui&ccedil;&otilde;es Filantr&oacute;picas de Apoio &agrave; Sa&uacute;de da Mama (Femama), Maira Caleffi.<\/p>\n<p>\tPara a m&eacute;dica oncologista, o MS continua insistindo que n&atilde;o h&aacute; evid&ecirc;ncia cient&iacute;fica para aprovar a medica&ccedil;&atilde;o trastuzumabe no Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS) para uso em pacientes com doen&ccedil;a metast&aacute;tica de mama. Embora no mundo todo, inclusive em pa&iacute;ses com PIB menor que o brasileiro, a medica&ccedil;&atilde;o fa&ccedil;a parte do tratamento destas mulheres em qualquer fase da doen&ccedil;a (localizada, localmente avan&ccedil;ada e metast&aacute;tica), o MS excluiu as pacientes com doen&ccedil;a metast&aacute;tica do protocolo. &quot;A droga tem efic&aacute;cia comprovada no tratamento das pacientes cujo c&acirc;ncer de mama expressa a prote&iacute;na HER2 em excesso (20% dos casos), por&eacute;m foi exclu&iacute;do do protocolo&quot;, argumenta.<br \/>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n\tA &uacute;nica forma de a paciente ter acesso gratuito ao medicamento se d&aacute; por meio da Justi&ccedil;a. A judicializa&ccedil;&atilde;o, por&eacute;m, &eacute; prejudicial tanto economicamente ao Estado quanto emocionalmente ao paciente. &quot;Abominamos essa ideia de judicializa&ccedil;&atilde;o, pois resolve casos individualmente. &Eacute; claro que, se n&atilde;o tem outro jeito de salvar uma vida, &eacute; necess&aacute;rio ser feito. Mas n&atilde;o podemos achar que esse &eacute; o jeito de conseguir as coisas se a OMS (Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de) recomenda e mostra que o trastuzumabe tem efic&aacute;cia. Pedir pela via judicial &eacute; um absurdo, porque, quando o medicamento &eacute; comprado individualmente, sai muito mais caro&quot;, ressalta.<\/p>\n<p>\tA oncologista defende a cria&ccedil;&atilde;o de mais c&acirc;maras tem&aacute;ticas no &acirc;mbito do Judici&aacute;rio &#8211; com especialistas, hospitais, membros de sociedades m&eacute;dicas &#8211; para que as decis&otilde;es de quem deve ou n&atilde;o receber a droga sejam mais democr&aacute;ticas. &quot;Se existisse esse tipo de projeto, n&oacute;s poder&iacute;amos salvar muito mais vidas, uma vez que 800 pacientes morrem a cada dois anos por falta dessa medica&ccedil;&atilde;o. Ela n&atilde;o cura mais, mas a paciente pode viver bem, em controle da doen&ccedil;a, por anos. Agora, quem depende s&oacute; do SUS n&atilde;o tem essa oportunidade&quot;, destaca.<br \/>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n\tAtualmente, 13 a&ccedil;&otilde;es movidas pela Defensoria P&uacute;blica estadual est&atilde;o em tramita&ccedil;&atilde;o. A Defensoria P&uacute;blica da Uni&atilde;o n&atilde;o soube precisar quantas a&ccedil;&otilde;es move para o fornecimento do trastuzumabe, por&eacute;m, somente em uma delas, a A&ccedil;&atilde;o Civil P&uacute;blica n&ordm; 2009.71.00.009143-8, tem como interessadas 266 pessoas.<\/p>\n<p>\t<strong>&Oacute;rg&atilde;os t&ecirc;m opini&otilde;es divergentes sobre o uso da medica&ccedil;&atilde;o<\/strong><br \/>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n\tA Portaria n&ordm; 1.008, de 30 de setembro de 2015, da Secretaria de Aten&ccedil;&atilde;o &agrave; Sa&uacute;de, que aprova as diretrizes diagn&oacute;sticas e terap&ecirc;uticas do carcinoma de mama, considera que o uso de trastuzumabe em pacientes com c&acirc;ncer de mama metast&aacute;tico, ap&oacute;s analisado pela Comiss&atilde;o Nacional de Incorpora&ccedil;&atilde;o de Tecnologia (Conitec), com os dados dispon&iacute;veis, s&atilde;o insuficientes para justificar a incorpora&ccedil;&atilde;o do trastuzumabe para a poliquimioterapia ou monoterapia do carcinoma de mama avan&ccedil;ado.<\/p>\n<p>\t&quot;Por mais duas vezes, a Conitec analisou demandas apresentadas para a incorpora&ccedil;&atilde;o do trastuzumabe para tratamento do c&acirc;ncer de mama avan&ccedil;ado, apontando fragilidades metodol&oacute;gicas dos relat&oacute;rios apresentados e continuando a questionar sobre os locais das met&aacute;stases dos casos inclu&iacute;dos nos estudos e os resultados obtidos por localiza&ccedil;&atilde;o das met&aacute;stases&quot;, informa o texto.<br \/>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n\tApesar dessa normativa, pelo menos quatro enunciados do Conselho Nacional de Justi&ccedil;a (CNJ) recomendam o uso do trastuzumabe em casos metast&aacute;ticos. As Notas T&eacute;cnicas foram elaboradas a partir da realiza&ccedil;&atilde;o de duas jornadas do F&oacute;rum da Sa&uacute;de do CNJ. Um grupo de trabalho elaborou a Recomenda&ccedil;&atilde;o n&ordm; 31, de 30 de mar&ccedil;o de 2010, aprovada pelo plen&aacute;rio do conselho, tra&ccedil;ando diretrizes aos magistrados quanto &agrave;s demandas judiciais que envolvem a assist&ecirc;ncia &agrave; sa&uacute;de.<\/p>\n<p>\tDois desses Enunciados (n&ordm;s 17 e 18) foram sobre os N&uacute;cleos de Assessoramento T&eacute;cnico (NATs), os quais devem apoiar e emitir notas de evid&ecirc;ncia cient&iacute;fica, sempre que poss&iacute;vel, em decis&otilde;es liminares sobre sa&uacute;de. Em uma dessas consultas, solicitada pelo juiz Leonardo Vieira Rocha Damasceno, da Comarca de Salinas, assinada pelo Hospital de Cl&iacute;nicas de Minas Gerais, em 28 de maio de 2014, fica recomendado o uso da medica&ccedil;&atilde;o para tratamento de c&acirc;ncer metast&aacute;tico de mama. Diz o parecer: &quot;Dois estudos comparativos dispon&iacute;veis sobre o uso da medica&ccedil;&atilde;o no tratamento do c&acirc;ncer de mama metast&aacute;tico em mulheres HER2 mostraram ganho de sobrevida de quatro a nove meses (&#8230;) Embora o Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de n&atilde;o tenha incorporado o trastuzumabe para o tratamento do c&acirc;ncer metast&aacute;tico, os achados da literatura sustentam essa indica&ccedil;&atilde;o&quot;.<br \/>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Em Santa Catarina, decis&atilde;o liminar garante fornecimento<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n\t<br \/>\n\tEst&aacute; marcado para ser analisado em 1 de setembro pelo Superior Tribunal de Justi&ccedil;a (STJ) recursos movidos pelo estado de Santa Catarina e pela Uni&atilde;o contra decis&atilde;o liminar a favor do Minist&eacute;rio P&uacute;blico Federal e da Defensoria P&uacute;blica da Uni&atilde;o, que, por meio de uma a&ccedil;&atilde;o civil p&uacute;blica, garantiu o fornecimento gratuito do trastuzumabe &agrave;s pacientes com c&acirc;ncer de mama metast&aacute;tico no estado.<\/p>\n<p>\tEm dezembro de 2015, em decis&atilde;o monocr&aacute;tica, a ministra Assusete Magalh&atilde;es determinou &quot;o fornecimento do trastuzumabe a todas as pacientes, portadoras de c&acirc;ncer metast&aacute;tico, residentes em Santa Catarina, que comprovem a adequa&ccedil;&atilde;o do referido medicamento &agrave; sua situa&ccedil;&atilde;o, por meio de receitu&aacute;rio expedido por m&eacute;dico vinculado ao SUS&quot;. A ministra fundamentou sua posi&ccedil;&atilde;o na jurisprud&ecirc;ncia do STJ, alegando que os pacientes poder&atilde;o, mesmo em um momento posterior, demonstrar que preenchem os requisitos estabelecidos na decis&atilde;o.<br \/>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p><strong>CNJ adota medidas para reduzir a judicializa&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n\t<br \/>\n\tO n&atilde;o fornecimento, pelos gestores p&uacute;blicos, de um tratamento ou medicamento prescrito por um m&eacute;dico faz com que muitas pessoas procurem o Poder Judici&aacute;rio. Em regra, a negativa ocorre por inefetividade da gest&atilde;o ou por aus&ecirc;ncia de previs&atilde;o legal.<\/p>\n<p>\tA judicializa&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de &eacute; cada vez mais recorrente, e fez com que o Conselho Nacional de Justi&ccedil;a (CNJ) passasse a adotar medidas para reduzir o n&uacute;mero de a&ccedil;&otilde;es e fazer com que as quest&otilde;es levadas ao Poder Judici&aacute;rio sejam analisadas com mais fundamenta&ccedil;&atilde;o t&eacute;cnica. Conforme o desembargador do Tribunal de Justi&ccedil;a do Rio Grande do Sul (TJ-RS), Martin Schulze, o CNJ estruturou um comit&ecirc; executivo para coordenar a&ccedil;&otilde;es relativas ao F&oacute;rum Nacional do Poder Judici&aacute;rio para a Sa&uacute;de. &quot;Atualmente, s&atilde;o 18 institui&ccedil;&otilde;es do Sistema de Justi&ccedil;a e do Sistema de Sa&uacute;de que fazem um trabalho visando &agrave; redu&ccedil;&atilde;o da judicializa&ccedil;&atilde;o&quot;, explica.<br \/>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n\tA a&ccedil;&atilde;o do CNJ incentiva os magistrados a atuarem de forma ativa na redu&ccedil;&atilde;o da judicializa&ccedil;&atilde;o de demandas que poderiam ser atendidas pelo administrador e n&atilde;o o s&atilde;o por omiss&atilde;o ou m&aacute; gest&atilde;o. O conselho recomendou, tamb&eacute;m, a cria&ccedil;&atilde;o de c&acirc;maras t&eacute;cnicas ou n&uacute;cleos de apoio t&eacute;cnico, com o objetivo principal de auxiliar magistrados no momento de analisar pedidos liminares ou de antecipa&ccedil;&atilde;o de tutela.<\/p>\n<p>\tO papel do juiz, ao avaliar a a&ccedil;&atilde;o que tem por objeto o fornecimento de um medicamento ou tratamento, &eacute; averiguar se aquilo que foi solicitado &eacute; apropriado, explica Arnaldo Hossepian, supervisor do F&oacute;rum Nacional do Poder Judici&aacute;rio para a Sa&uacute;de do CNJ. &quot;Se o medicamento &eacute;, de fato, adequado, o juiz de direito vai exercer a jurisdi&ccedil;&atilde;o. Para isso, &eacute; preciso ter conhecimento t&eacute;cnico, se aquilo que est&aacute; sendo dito &eacute; verdadeiro&quot;, afirma. Para que a presta&ccedil;&atilde;o jurisdicional seja adequada, o comit&ecirc; executivo passou a trabalhar para que os ju&iacute;zes tenham elementos suficientes para decidir da melhor maneira poss&iacute;vel.<br \/>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Mais de R$ 300 milh&otilde;es pela via judicial<\/strong><\/p>\n<p>O Rio Grande do Sul enfrenta um dos mais altos n&iacute;veis de judicializa&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de no Pa&iacute;s. A gravidade do problema &eacute; refletida nos R$ 235 milh&otilde;es gastos somente em 2014 para fornecer medicamentos, grande parte importados, a 61 mil pacientes que moveram a&ccedil;&otilde;es judiciais. O valor superou em mais de 300% a verba destinada aos medicamentos dispensados administrativamente pelo SUS (R$ 73 milh&otilde;es) no Estado.<a href=\"http:\/\/jcrs.uol.com.br\/_conteudo\/2016\/08\/geral\/518047-femama-questiona-nao-liberacao-de-medicamento.html\"><\/p>\n<p>\n<em><strong>Com informa&ccedil;&otilde;es do JC\/RS &#8211; 29\/08\/2016<\/strong><\/em><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um diagn\u00f3stico de c\u00e2ncer cai como uma bomba na vida de qualquer pessoa, mesmo que, nos \u00faltimos anos, a descoberta da doen\u00e7a n\u00e3o seja mais uma senten\u00e7a de morte. 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