<div class="elementor-post__thumbnail elementor-fit-height imagem_injetada" style="margin-bottom:7px; display:none;"><img width="300" height="168" src="https://www.femama.org.br/site_old/_files/noticia/640/0.481391001458671587.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt=""></div><div class="elementor-post__thumbnail elementor-fit-height imagem_injetada" style="margin-bottom:7px; display:none;"><img width="300" height="168" src="https://www.femama.org.br/site_old/_files/noticia/640/0.481391001458671587.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt=""></div>{"id":20979,"date":"2016-03-22T00:00:00","date_gmt":"2016-03-22T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/femama.org.br\/site_novo\/noticias-recentes\/simposio-discute-evolucao-e-tratamento-do-cancer-de-mama\/"},"modified":"2016-03-22T00:00:00","modified_gmt":"2016-03-22T03:00:00","slug":"simposio-discute-evolucao-e-tratamento-do-cancer-de-mama","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/femama.org.br\/site\/noticias-recentes\/simposio-discute-evolucao-e-tratamento-do-cancer-de-mama\/","title":{"rendered":"Simp\u00f3sio discute evolu\u00e7\u00e3o e tratamento do c\u00e2ncer de mama"},"content":{"rendered":"<p><p style=\"text-align: justify;\">\n\t<em>Passo Fundo &#8211;<\/em> O c&acirc;ncer de mama &eacute; o mais incidente na mulher brasileira, sem considerar os tumores de pele n&atilde;o melanoma. Para o Brasil, em 2016, a perspectiva &eacute; de quase 60 mil novos casos, com um risco estimado de 56,2 casos a cada 100 mil mulheres. Os riscos do c&acirc;ncer de mama, rastreamento e tratamento foram alguns dos principais assuntos discutidos no 1&ordm; Simp&oacute;sio do C&acirc;ncer de Mama, promovido pelo Centro de Tratamento do C&acirc;ncer (CTCAN), de Passo Fundo (RS). O evento aconteceu no Audit&oacute;rio Biom&eacute;dico da Faculdade de Medicina da Universidade de Passo Fundo, nos dias 18 e 19 de mar&ccedil;o.<\/p>\n<p>\tPara o coordenador do evento e oncologista cl&iacute;nico do CTCAN, &Aacute;lvaro Machado, o evento aproximou a classe m&eacute;dica regional das mais recentes pesquisas realizadas no Brasil e no exterior. &quot;Esse &eacute; um importante momento para a classe m&eacute;dica que atua com o diagn&oacute;stico e tratamento do c&acirc;ncer solidificar o conhecimento e absorver novas experi&ecirc;ncias. Penso que isso vai trazer benef&iacute;cios para a popula&ccedil;&atilde;o, pois o diagn&oacute;stico ainda &eacute; tardio e a incid&ecirc;ncia e mortalidade do c&acirc;ncer de mama continua crescente. Estudos indicam que 70% dos diagn&oacute;sticos de c&acirc;ncer s&atilde;o feitos por m&eacute;dicos n&atilde;o-cancerologistas, o que evidencia a import&acirc;ncia destes profissionais na identifica&ccedil;&atilde;o da doen&ccedil;a&rdquo;, pontua.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n\t<br \/>\n\t<strong>Fatores de risco<\/strong><\/p>\n<p>\tNos Estados Unidos, para cada homem, 100 mulheres ter&atilde;o c&acirc;ncer de mama. &ldquo;O principal fator de risco &eacute; ser mulher&rdquo;, destaca o presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia, Dr. Ruffo Freitas Jr. Segundo ele, o envelhecimento da popula&ccedil;&atilde;o, a idade da primeira menstrua&ccedil;&atilde;o menor que 12 anos, o primeiro filho depois dos 30, a menopausa ap&oacute;s os 55 anos, s&atilde;o fatores que elevam gradativamente esse risco. &ldquo;Os fatores end&oacute;crinos\/hist&oacute;ria reprodutiva est&atilde;o relacionados principalmente ao est&iacute;mulo estrog&ecirc;nico, seja end&oacute;geno ou ex&oacute;geno, com aumento do risco quanto maior for a exposi&ccedil;&atilde;o&rdquo;. S&atilde;o fatores que para a mulher contempor&acirc;nea dificilmente se modificar&atilde;o. Entre os fatores modific&aacute;veis, est&atilde;o as mudan&ccedil;as na dieta e a ingest&atilde;o de &aacute;lcool. &ldquo;N&oacute;s sabemos que as mulheres brasileiras e as mulheres jovens ingerem uma quantidade muito maior de &aacute;lcool que no passado&rdquo;, explica Freitas.<\/p>\n<p>\t<strong>Mamografia anual a partir dos 40<\/strong><\/p>\n<p>\tAlgumas controv&eacute;rsias surgiram, nos &uacute;ltimos anos, com rela&ccedil;&atilde;o a mamografia, entre elas a periodicidade e idade inicial em que as mulheres devem passar a realizar o exame. M&eacute;dicos de alguns pa&iacute;ses t&ecirc;m recomendado adiar a realiza&ccedil;&atilde;o regular de mamografia para depois dos 50 anos, com base na an&aacute;lise dos resultados de programas de redu&ccedil;&atilde;o da mortalidade por c&acirc;ncer de mama. O assunto foi trazido pela m&eacute;dica radiologista pela Santa Casa de Porto Alegre e m&eacute;dica da Cl&iacute;nica Kozma (Passo Fundo), Dra. Fernanda Kraemer, que explicou que desde a d&eacute;cada de 1980, com o in&iacute;cio do rastreamento assintom&aacute;tico houve uma redu&ccedil;&atilde;o na mortalidade por c&acirc;ncer de mama de 30%. Grande parte disso foi pela terapia e pelo tratamento, mas n&atilde;o se pode subestimar o papel da mamografia e da detec&ccedil;&atilde;o precoce nessa redu&ccedil;&atilde;o da mortalidade. &ldquo;Os estudos recentes confirmam que a detec&ccedil;&atilde;o precoce &eacute; essencial no aumento da sobrevida. A maior parte das mortes por c&acirc;ncer de mama, dos 40 aos 49 anos, ocorreu justamente em mulheres que n&atilde;o participavam do rastreamento anual&rdquo;, explica a m&eacute;dica. A Sociedade Brasileira de Mastologia reitera a recomenda&ccedil;&atilde;o de indicar a mamografia, exame de rastreamento do c&acirc;ncer de mama, para mulheres a partir dos 40 anos anualmente. &ldquo;Eu n&atilde;o quero perder o diagn&oacute;stico precoce dessas mulheres. Para mim n&atilde;o faz sentido nenhum espa&ccedil;ar mais ainda o rastreamento&rdquo;, afirma.<\/p>\n<p>\t<strong>Atividade f&iacute;sica durante e ap&oacute;s o tratamento<\/strong><\/p>\n<p>\tCom as novas tecnologias, drogas e tratamentos, as chances de uma mulher morrer por c&acirc;ncer de mama est&atilde;o reduzindo. Por&eacute;m, &eacute; preciso garantir o bem-estar da paciente, mesmo depois que o tratamento foi encerrado. &Eacute; nesse ponto que entram os benef&iacute;cios da atividade f&iacute;sica. De acordo com o Dr. Ruffo Freitas Jr., a pr&aacute;tica traz in&uacute;meros benef&iacute;cios durante a quimioterapia, diminuindo os efeitos colaterais e, durante a radioterapia, reduzindo a fadiga. Al&eacute;m disso, auxilia no p&oacute;s-cirurgia, melhorando a qualidade de vida e trazendo bem-estar emocional e funcional &agrave; paciente. &ldquo;A grande quest&atilde;o &eacute; a ades&atilde;o a longo prazo. Por isso todos os profissionais de sa&uacute;de precisam estar atentos a essa paciente. N&oacute;s temos sobreviventes do c&acirc;ncer de mama que ser&atilde;o nossas amigas durante anos, durante d&eacute;cadas. E elas precisam do carinho de cada um de n&oacute;s&rdquo;, afirma.<\/p>\n<p>\t<strong>Progressos para o HER2-positivo<\/strong><\/p>\n<p>\tO avan&ccedil;o dos medicamentos para o tratamento do c&acirc;ncer de mama metast&aacute;tico do tipo HER2-positivo &ndash; um dos tipos mais agressivos, que acomete at&eacute; 20% das pacientes &#8211; foi tratado pelo oncologista cl&iacute;nico no Hospital S&iacute;rio-Liban&ecirc;s e professor da Faculdade de Medicina da USP, Dr. Max Mano. Segundo ele, essa &eacute;, com certeza, a &aacute;rea da oncologia onde houve maior progresso na &uacute;ltima d&eacute;cada em termos novidade e o ganho impressionante de sobrevida. &ldquo;Hoje &eacute; comum pacientes viverem cinco anos ou mais, enquanto na era pr&eacute;-terapia a sobrevida era de apenas um ano. Realmente uma das hist&oacute;rias de sucesso da oncologia&rdquo;, afirma.<\/p>\n<p>\t<strong>Era p&oacute;s-trastuzumab<\/strong><\/p>\n<p>\tO primeiro tratamento que surgiu foi o trastuzumab, que at&eacute; hoje desempenha um papel muito importante. No Brasil, h&aacute; um problema grave de acesso ao medicamento, que chegou com 9 anos de atraso o que, infelizmente, provocou a perda de milhares de vidas. &ldquo;Ele teve um papel muito importante, de impacto consider&aacute;vel no aumento da sobrevida dos pacientes. Ainda estamos brigando para ter o medicamento no SUS e ele j&aacute; &eacute; superado. Estamos em uma era al&eacute;m do trastuzumab&rdquo;, explica Mano. O medicamento mais recente &eacute; o T-DM1, o pr&oacute;prio trastuzumab, acoplado a uma mol&eacute;cula quimioter&aacute;pica que &eacute; injetada diretamente dentro da c&eacute;lula tumoral, onde vai fazer o efeito biol&oacute;gico de destrui&ccedil;&atilde;o. Segundo o oncologista, ele &eacute; extremamente bem toler&aacute;vel, porque &eacute; aplicado sem quimioterapia e mostrou um aumento significativo na sobrevida. &ldquo;Essa droga existe no sistema privado no Brasil, &eacute; poss&iacute;vel prescrev&ecirc;-la, mas n&atilde;o existe no sistema p&uacute;blico e n&atilde;o tem o menor movimento para que isso aconte&ccedil;a&rdquo;, alerta.<\/p>\n<p>\t<strong>1&ordm; Simp&oacute;sio de C&acirc;ncer de Mama<\/strong><\/p>\n<p>\tA primeira edi&ccedil;&atilde;o do Simp&oacute;sio de C&acirc;ncer de Mama, promovido pelo CTCAN, abordou em um total de 13 palestras outros importantes temas como a padroniza&ccedil;&atilde;o nos testes de Imunohistoqu&iacute;mica, t&eacute;cnicas de radioterapia e os fatores progn&oacute;sticos e preditivos para terapia adjuvante. No evento, outros nomes de destaque no segmento de tratamento ao c&acirc;ncer tamb&eacute;m participaram, como a Patologista S&ecirc;nior do Laborat&oacute;rio Bacchi (Botucatu\/SP), Dra. Sheila Wludarski, a Radioterapeuta do Hospital Moinhos de Vento (Porto Alegre), Dra. Daniela Barletta e a M&eacute;dica Radiologista da Santa Casa (Porto Alegre) e da Cl&iacute;nica Kozma (Passo Fundo), Dra. Fernanda Aesse Kraemer.<\/p>\n<p>\t<em>Com informa&ccedil;&otilde;es de <a href=\"http:\/\/www.jornalcorreiodenoticias.com.br\/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=6861:simposio-discute-evolucao-e-tratamento-do-cancer-de-mama&amp;catid=13:destaques&amp;Itemid=20\">Jornal Correio de Not&iacute;cias<\/a>, em 21\/03\/2016<\/em><\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Passo Fundo &#8211; O c\u00e2ncer de mama \u00e9 o mais incidente na mulher brasileira, sem considerar os tumores de pele n\u00e3o melanoma. Para o Brasil, em 2016, a perspectiva \u00e9 de quase 60 mil novos casos, com um risco estimado de 56,2 casos a cada 100 mil mulheres. Os riscos do c\u00e2ncer de mama, rastreamento e tratamento foram alguns dos principais assuntos discutidos no 1\u00ba Simp\u00f3sio do C\u00e2ncer de Mama, promovido pelo Centro de Tratamento do C\u00e2ncer (CTCAN), de Passo Fundo (RS). O evento aconteceu no Audit\u00f3rio Biom\u00e9dico da Faculdade de Medicina da Universidade de Passo Fundo, nos dias 18 e 19 de mar\u00e7o.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[13],"tags":[],"class_list":["post-20979","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias-recentes"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.4 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Simp\u00f3sio discute evolu\u00e7\u00e3o e tratamento do c\u00e2ncer de mama | FEMAMA<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/femama.org.br\/site\/noticias-recentes\/simposio-discute-evolucao-e-tratamento-do-cancer-de-mama\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Simp\u00f3sio discute evolu\u00e7\u00e3o e tratamento do c\u00e2ncer de mama | FEMAMA\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Passo Fundo - O c\u00e2ncer de mama \u00e9 o mais incidente na mulher brasileira, sem considerar os tumores de pele n\u00e3o melanoma. Para o Brasil, em 2016, a perspectiva \u00e9 de quase 60 mil novos casos, com um risco estimado de 56,2 casos a cada 100 mil mulheres. Os riscos do c\u00e2ncer de mama, rastreamento e tratamento foram alguns dos principais assuntos discutidos no 1\u00ba Simp\u00f3sio do C\u00e2ncer de Mama, promovido pelo Centro de Tratamento do C\u00e2ncer (CTCAN), de Passo Fundo (RS). O evento aconteceu no Audit\u00f3rio Biom\u00e9dico da Faculdade de Medicina da Universidade de Passo Fundo, nos dias 18 e 19 de mar\u00e7o.\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/femama.org.br\/site\/noticias-recentes\/simposio-discute-evolucao-e-tratamento-do-cancer-de-mama\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"FEMAMA\" \/>\n<meta property=\"article:publisher\" content=\"https:\/\/www.facebook.com\/femamabrasil\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2016-03-22T03:00:00+00:00\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"gabriel\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:creator\" content=\"@femama_\" \/>\n<meta name=\"twitter:site\" content=\"@femama_\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"gabriel\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"7 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\\\/\\\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/femama.org.br\\\/site\\\/noticias-recentes\\\/simposio-discute-evolucao-e-tratamento-do-cancer-de-mama\\\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/femama.org.br\\\/site\\\/noticias-recentes\\\/simposio-discute-evolucao-e-tratamento-do-cancer-de-mama\\\/\"},\"author\":{\"name\":\"gabriel\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/femama.org.br\\\/site\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/b29142fa397d7b6b81efc40a77b11cc8\"},\"headline\":\"Simp\u00f3sio discute evolu\u00e7\u00e3o e tratamento do c\u00e2ncer de mama\",\"datePublished\":\"2016-03-22T03:00:00+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/femama.org.br\\\/site\\\/noticias-recentes\\\/simposio-discute-evolucao-e-tratamento-do-cancer-de-mama\\\/\"},\"wordCount\":1425,\"commentCount\":0,\"publisher\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/femama.org.br\\\/site\\\/#organization\"},\"articleSection\":[\"Not\u00edcias recentes\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/femama.org.br\\\/site\\\/noticias-recentes\\\/simposio-discute-evolucao-e-tratamento-do-cancer-de-mama\\\/#respond\"]}]},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/femama.org.br\\\/site\\\/noticias-recentes\\\/simposio-discute-evolucao-e-tratamento-do-cancer-de-mama\\\/\",\"url\":\"https:\\\/\\\/femama.org.br\\\/site\\\/noticias-recentes\\\/simposio-discute-evolucao-e-tratamento-do-cancer-de-mama\\\/\",\"name\":\"Simp\u00f3sio discute evolu\u00e7\u00e3o e tratamento do c\u00e2ncer de mama | FEMAMA\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/femama.org.br\\\/site\\\/#website\"},\"datePublished\":\"2016-03-22T03:00:00+00:00\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/femama.org.br\\\/site\\\/noticias-recentes\\\/simposio-discute-evolucao-e-tratamento-do-cancer-de-mama\\\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/femama.org.br\\\/site\\\/noticias-recentes\\\/simposio-discute-evolucao-e-tratamento-do-cancer-de-mama\\\/\"]}]},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/femama.org.br\\\/site\\\/noticias-recentes\\\/simposio-discute-evolucao-e-tratamento-do-cancer-de-mama\\\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\\\/\\\/femama.org.br\\\/site\\\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"Simp\u00f3sio discute evolu\u00e7\u00e3o e tratamento do c\u00e2ncer de mama\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/femama.org.br\\\/site\\\/#website\",\"url\":\"https:\\\/\\\/femama.org.br\\\/site\\\/\",\"name\":\"FEMAMA\",\"description\":\"Federa\u00e7\u00e3o Brasileira de Institui\u00e7\u00f5es Filantr\u00f3picas de Apoio \u00e0 Sa\u00fade da Mama | C\u00e2ncer de mama\",\"publisher\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/femama.org.br\\\/site\\\/#organization\"},\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\\\/\\\/femama.org.br\\\/site\\\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Organization\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/femama.org.br\\\/site\\\/#organization\",\"name\":\"Femama | Federa\u00e7\u00e3o Brasileira de Institui\u00e7\u00f5es Filantr\u00f3picas de Apoio \u00e0 Sa\u00fade da Mama | C\u00e2ncer de mama\",\"url\":\"https:\\\/\\\/femama.org.br\\\/site\\\/\",\"logo\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/femama.org.br\\\/site\\\/#\\\/schema\\\/logo\\\/image\\\/\",\"url\":\"https:\\\/\\\/femama.org.br\\\/site\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2021\\\/12\\\/logotipo-femama-horizontal.png\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/femama.org.br\\\/site\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2021\\\/12\\\/logotipo-femama-horizontal.png\",\"width\":300,\"height\":92,\"caption\":\"Femama | Federa\u00e7\u00e3o Brasileira de Institui\u00e7\u00f5es Filantr\u00f3picas de Apoio \u00e0 Sa\u00fade da Mama | C\u00e2ncer de mama\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/femama.org.br\\\/site\\\/#\\\/schema\\\/logo\\\/image\\\/\"},\"sameAs\":[\"https:\\\/\\\/www.facebook.com\\\/femamabrasil\",\"https:\\\/\\\/x.com\\\/femama_\",\"https:\\\/\\\/www.instagram.com\\\/femama.brasil\\\/\",\"https:\\\/\\\/www.youtube.com\\\/user\\\/femamaorg\"]},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/femama.org.br\\\/site\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/b29142fa397d7b6b81efc40a77b11cc8\",\"name\":\"gabriel\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/e4c92f9be1169f04ec9350f2fbdf2115001e1c34eff29c7df9aea9b4eb22a84e?s=96&d=mm&r=g\",\"url\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/e4c92f9be1169f04ec9350f2fbdf2115001e1c34eff29c7df9aea9b4eb22a84e?s=96&d=mm&r=g\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/secure.gravatar.com\\\/avatar\\\/e4c92f9be1169f04ec9350f2fbdf2115001e1c34eff29c7df9aea9b4eb22a84e?s=96&d=mm&r=g\",\"caption\":\"gabriel\"},\"sameAs\":[\"https:\\\/\\\/gabrielpiziolo.com.br\"]}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Simp\u00f3sio discute evolu\u00e7\u00e3o e tratamento do c\u00e2ncer de mama | FEMAMA","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/femama.org.br\/site\/noticias-recentes\/simposio-discute-evolucao-e-tratamento-do-cancer-de-mama\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"Simp\u00f3sio discute evolu\u00e7\u00e3o e tratamento do c\u00e2ncer de mama | FEMAMA","og_description":"Passo Fundo - O c\u00e2ncer de mama \u00e9 o mais incidente na mulher brasileira, sem considerar os tumores de pele n\u00e3o melanoma. Para o Brasil, em 2016, a perspectiva \u00e9 de quase 60 mil novos casos, com um risco estimado de 56,2 casos a cada 100 mil mulheres. Os riscos do c\u00e2ncer de mama, rastreamento e tratamento foram alguns dos principais assuntos discutidos no 1\u00ba Simp\u00f3sio do C\u00e2ncer de Mama, promovido pelo Centro de Tratamento do C\u00e2ncer (CTCAN), de Passo Fundo (RS). O evento aconteceu no Audit\u00f3rio Biom\u00e9dico da Faculdade de Medicina da Universidade de Passo Fundo, nos dias 18 e 19 de mar\u00e7o.","og_url":"https:\/\/femama.org.br\/site\/noticias-recentes\/simposio-discute-evolucao-e-tratamento-do-cancer-de-mama\/","og_site_name":"FEMAMA","article_publisher":"https:\/\/www.facebook.com\/femamabrasil","article_published_time":"2016-03-22T03:00:00+00:00","author":"gabriel","twitter_card":"summary_large_image","twitter_creator":"@femama_","twitter_site":"@femama_","twitter_misc":{"Escrito por":"gabriel","Est. tempo de leitura":"7 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/femama.org.br\/site\/noticias-recentes\/simposio-discute-evolucao-e-tratamento-do-cancer-de-mama\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/femama.org.br\/site\/noticias-recentes\/simposio-discute-evolucao-e-tratamento-do-cancer-de-mama\/"},"author":{"name":"gabriel","@id":"https:\/\/femama.org.br\/site\/#\/schema\/person\/b29142fa397d7b6b81efc40a77b11cc8"},"headline":"Simp\u00f3sio discute evolu\u00e7\u00e3o e tratamento do c\u00e2ncer de mama","datePublished":"2016-03-22T03:00:00+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/femama.org.br\/site\/noticias-recentes\/simposio-discute-evolucao-e-tratamento-do-cancer-de-mama\/"},"wordCount":1425,"commentCount":0,"publisher":{"@id":"https:\/\/femama.org.br\/site\/#organization"},"articleSection":["Not\u00edcias recentes"],"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/femama.org.br\/site\/noticias-recentes\/simposio-discute-evolucao-e-tratamento-do-cancer-de-mama\/#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/femama.org.br\/site\/noticias-recentes\/simposio-discute-evolucao-e-tratamento-do-cancer-de-mama\/","url":"https:\/\/femama.org.br\/site\/noticias-recentes\/simposio-discute-evolucao-e-tratamento-do-cancer-de-mama\/","name":"Simp\u00f3sio discute evolu\u00e7\u00e3o e tratamento do c\u00e2ncer de mama | FEMAMA","isPartOf":{"@id":"https:\/\/femama.org.br\/site\/#website"},"datePublished":"2016-03-22T03:00:00+00:00","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/femama.org.br\/site\/noticias-recentes\/simposio-discute-evolucao-e-tratamento-do-cancer-de-mama\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/femama.org.br\/site\/noticias-recentes\/simposio-discute-evolucao-e-tratamento-do-cancer-de-mama\/"]}]},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/femama.org.br\/site\/noticias-recentes\/simposio-discute-evolucao-e-tratamento-do-cancer-de-mama\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/femama.org.br\/site\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Simp\u00f3sio discute evolu\u00e7\u00e3o e tratamento do c\u00e2ncer de mama"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/femama.org.br\/site\/#website","url":"https:\/\/femama.org.br\/site\/","name":"FEMAMA","description":"Federa\u00e7\u00e3o Brasileira de Institui\u00e7\u00f5es Filantr\u00f3picas de Apoio \u00e0 Sa\u00fade da Mama | C\u00e2ncer de mama","publisher":{"@id":"https:\/\/femama.org.br\/site\/#organization"},"potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/femama.org.br\/site\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Organization","@id":"https:\/\/femama.org.br\/site\/#organization","name":"Femama | Federa\u00e7\u00e3o Brasileira de Institui\u00e7\u00f5es Filantr\u00f3picas de Apoio \u00e0 Sa\u00fade da Mama | C\u00e2ncer de mama","url":"https:\/\/femama.org.br\/site\/","logo":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/femama.org.br\/site\/#\/schema\/logo\/image\/","url":"https:\/\/femama.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/logotipo-femama-horizontal.png","contentUrl":"https:\/\/femama.org.br\/site\/wp-content\/uploads\/2021\/12\/logotipo-femama-horizontal.png","width":300,"height":92,"caption":"Femama | Federa\u00e7\u00e3o Brasileira de Institui\u00e7\u00f5es Filantr\u00f3picas de Apoio \u00e0 Sa\u00fade da Mama | C\u00e2ncer de mama"},"image":{"@id":"https:\/\/femama.org.br\/site\/#\/schema\/logo\/image\/"},"sameAs":["https:\/\/www.facebook.com\/femamabrasil","https:\/\/x.com\/femama_","https:\/\/www.instagram.com\/femama.brasil\/","https:\/\/www.youtube.com\/user\/femamaorg"]},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/femama.org.br\/site\/#\/schema\/person\/b29142fa397d7b6b81efc40a77b11cc8","name":"gabriel","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/e4c92f9be1169f04ec9350f2fbdf2115001e1c34eff29c7df9aea9b4eb22a84e?s=96&d=mm&r=g","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/e4c92f9be1169f04ec9350f2fbdf2115001e1c34eff29c7df9aea9b4eb22a84e?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/e4c92f9be1169f04ec9350f2fbdf2115001e1c34eff29c7df9aea9b4eb22a84e?s=96&d=mm&r=g","caption":"gabriel"},"sameAs":["https:\/\/gabrielpiziolo.com.br"]}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/femama.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20979","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/femama.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/femama.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/femama.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/femama.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=20979"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/femama.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/20979\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/femama.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=20979"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/femama.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=20979"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/femama.org.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=20979"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}