<div class="elementor-post__thumbnail elementor-fit-height imagem_injetada" style="margin-bottom:7px; display:none;"><img width="300" height="168" src="https://www.femama.org.br/site_old/_files/noticia/3362/5bb5fb7b11f3b.png" class="attachment-medium size-medium" alt=""></div><div class="elementor-post__thumbnail elementor-fit-height imagem_injetada" style="margin-bottom:7px; display:none;"><img width="300" height="168" src="https://www.femama.org.br/site_old/_files/noticia/3362/5bb5fb7b11f3b.png" class="attachment-medium size-medium" alt=""></div>{"id":21000,"date":"2016-02-04T00:00:00","date_gmt":"2016-02-04T02:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/femama.org.br\/site_novo\/noticias-recentes\/por-que-existem-tantas-diretrizes-para-mamografia\/"},"modified":"2016-02-04T00:00:00","modified_gmt":"2016-02-04T02:00:00","slug":"por-que-existem-tantas-diretrizes-para-mamografia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/femama.org.br\/site\/noticias-recentes\/por-que-existem-tantas-diretrizes-para-mamografia\/","title":{"rendered":"Por que existem tantas diretrizes para mamografia?"},"content":{"rendered":"<p>A partir de que idade e com que frequ&ecirc;ncia uma mulher deve fazer mamografia, exame voltado &agrave; detec&ccedil;&atilde;o precoce do c&acirc;ncer de mama? &Eacute; uma pergunta simples. A resposta, por&eacute;m, varia bastante conforme a fonte consultada. Essa situa&ccedil;&atilde;o, que pode deixar muitas mulheres confusas, voltou a ganhar destaque nos &uacute;ltimos meses, quando duas renomadas entidades norte-americanas divulgaram suas novas diretrizes sobre o tema, com diferen&ccedil;as importantes entre si.<\/p>\n<p>Em outubro, a Sociedade Americana do C&acirc;ncer passou a indicar que as mulheres fa&ccedil;am mamografia anualmente a partir dos 45 anos. As que t&ecirc;m mais de 54 devem fazer o exame a cada dois anos, enquanto forem saud&aacute;veis e tiverem uma expectativa de vida superior a dez anos. Em janeiro deste ano, foi a vez de a US Preventive Task Force divulgar suas recomenda&ccedil;&otilde;es. E a orienta&ccedil;&atilde;o da entidade &eacute; que a mamografia de rotina comece a ser realizada mais tarde, a partir dos 50 anos, e seja repetida a cada dois anos at&eacute; os 74. Vale destacar que, para elaborar suas diretrizes, ambas lidaram com os mesmos dados. O que muda &eacute; a forma de interpret&aacute;-los, afirma o m&eacute;dico Ruffo de Freitas Junior, presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia. &ldquo;A grande quest&atilde;o &eacute; que tipo de informa&ccedil;&atilde;o ganha mais peso para cada um.&rdquo;<\/p>\n<p><strong>Vantagens e desvantagens das diferentes diretrizes<\/strong><\/p>\n<p>Nesse sentido, um dos pontos mais pol&ecirc;micos se refere ao custo-benef&iacute;cio de descobrir (e tratar) um tipo espec&iacute;fico de les&atilde;o que pode surgir nas mamas, chamado carcinoma in situ. Essas les&otilde;es s&atilde;o detectadas por meio da mamografia, principalmente entre mulheres de 40 a 50 anos, e cerca de metade deles evoluir&atilde;o para c&acirc;ncer. Mas a ci&ecirc;ncia ainda n&atilde;o &eacute; capaz de diferenciar as les&otilde;es perigosas daquelas que n&atilde;o trar&atilde;o maiores consequ&ecirc;ncias. Vale a pena diagnosticar e tratar todas essas les&otilde;es? Quais as vantagens e desvantagens dessa interven&ccedil;&atilde;o? &Eacute; essa a quest&atilde;o por tr&aacute;s das diferen&ccedil;as entre cada diretriz.<\/p>\n<p>&ldquo;Grupos que defendem que a mamografia de rotina ocorra ap&oacute;s os 50, como a US Preventive Task Force, afirmam que, em mulheres mais jovens, o benef&iacute;cio da redu&ccedil;&atilde;o de mortalidade por c&acirc;ncer de mama n&atilde;o &eacute; t&atilde;o grande quanto a possibilidade de detectar carcinomas in situ que, eventualmente, n&atilde;o precisariam de tratamento. E isso levaria a fazer bi&oacute;psias desnecess&aacute;rias em mulheres que n&atilde;o teriam nada&rdquo;, afirma o Dr. Ruffo de Freitas Junior. &Eacute; o que se chama de &ldquo;overdiagnosis&rdquo; e &ldquo;overtreatment&rdquo; (diagn&oacute;stico e tratamento em excesso).<\/p>\n<p>De modo geral, uma paciente diagnosticada com carcinoma in situ passa por uma pequena cirurgia, para retirada de um segmento da mama e, &agrave;s vezes, de uma &iacute;ngua. A partir da&iacute;, &eacute; submetida &agrave; radioterapia e recebe uma medica&ccedil;&atilde;o por cinco anos. Ou seja, h&aacute; um impacto f&iacute;sico, emocional e financeiro que, para parte das mulheres atendidas, seria desnecess&aacute;rio. A proposta desses grupos &eacute;, portanto, centralizar as mamografias nas mulheres mais velhas, quando a incid&ecirc;ncia do c&acirc;ncer de mama &eacute; maior.<\/p>\n<p>J&aacute; os grupos que defendem a realiza&ccedil;&atilde;o da mamografia mais cedo, ap&oacute;s os 40 ou 45 anos de idade, acreditam que os ganhos obtidos com o rastreamento precoce superam as perdas decorrentes de &ldquo;overdiagnosis&rdquo; e &ldquo;overtreatment&rdquo;. &ldquo;Ainda que n&atilde;o seja t&atilde;o grande, o benef&iacute;cio na redu&ccedil;&atilde;o de mortalidade existe&rdquo;, afirma Dr. Freitas Junior. Ele explica que, ap&oacute;s passar pelo tratamento de carcinoma in situ, a chance de a mulher n&atilde;o ter c&acirc;ncer de mama &eacute; de 98%. &ldquo;Ainda assim, duas em cada cem morrer&atilde;o devido a uma recidiva do tumor em um per&iacute;odo de dez anos&rdquo;, afirma. &ldquo;Se porventura n&oacute;s deixarmos esse carcinoma in situ se tornar c&acirc;ncer, essas mulheres ter&atilde;o que passar por cirurgia e radioterapia. Metade delas far&atilde;o quimioterapia e 25% delas far&atilde;o uma terapia biol&oacute;gica, e cada aplica&ccedil;&atilde;o custa R$ 10 mil.&rdquo; O maior custo, claro, &eacute; a morte de muitas dessas pacientes. No Brasil, duas em cada dez mulheres diagn&oacute;sticas com c&acirc;ncer de mama morrem devido &agrave; doen&ccedil;a.<\/p>\n<p><strong>Diretizes brasileiras<\/strong><\/p>\n<p>Embora essas novas diretrizes se apliquem apenas aos Estados Unidos, elas acabam exercendo influ&ecirc;ncia em outros pa&iacute;ses, incluindo o Brasil. Por aqui, j&aacute; existe uma diverg&ecirc;ncia entre a orienta&ccedil;&atilde;o do Inca (Instituto Nacional do C&acirc;ncer), que recomenda a mamografia de rotina ap&oacute;s os 50 anos, e as Sociedades Brasileiras de Mastologia e do Col&eacute;gio Brasileiro de Radiologia, que indicam o exame para mulheres a partir dos 40 anos de idade.<\/p>\n<p>Mas, ao transpor a discuss&atilde;o para nossa realidade, &eacute; importante ter em mente algumas diferen&ccedil;as importantes em rela&ccedil;&atilde;o ao cen&aacute;rio americano. L&aacute;, a taxa de detec&ccedil;&atilde;o de carcinoma in situ &eacute; de 20% a 30%, afirma o Dr. Freitas Junior. Bem maior, portanto, que a brasileira, que est&aacute; em torno de 8%. Outro aspecto relevante &eacute; que temos no Brasil mais casos de c&acirc;ncer de mama na faixa dos 40 a 50 anos do que nos Estados Unidos. L&aacute;, entre 12% e 13% dos casos ocorre nessa faixa et&aacute;ria. No Brasil, chega a 25%. Ou seja: uma em cada quatro mulheres diagnosticadas com c&acirc;ncer de mama tem entre 40 e 50 anos.<\/p>\n<p>Ainda segundo o Dr. Freitas Junior, &eacute; importante levar em conta a diferen&ccedil;a na qualidade no exame obtida em cada pa&iacute;s. Se nos Estados Unidos a preocupa&ccedil;&atilde;o j&aacute; &eacute; com o risco de &ldquo;overdiagnosis&rdquo;, por aqui, a baixa qualidade de muitas mamografias est&aacute; associada ao risco oposto, de n&atilde;o detec&ccedil;&atilde;o de les&otilde;es existentes. Ele cita um estudo em Goi&acirc;nia que mostrou que 70% das mamografias realizadas eram inadequadas &ndash; n&uacute;mero que caiu para 2% ap&oacute;s participa&ccedil;&atilde;o no programa nacional de controle de qualidade em mamografias.<\/p>\n<p>Quest&otilde;es gen&eacute;ticas afetam a distribui&ccedil;&atilde;o do c&acirc;ncer de mama na popula&ccedil;&atilde;o. De acordo com o Dr. Freitas Junior, a doen&ccedil;a &eacute; mais comum em mulheres brancas, mas costuma ser mais agressiva em mulheres negras. E &eacute; praticamente inexistente entre ind&iacute;genas. O estilo de vida tamb&eacute;m tem um papel de peso no desenvolvimento da doen&ccedil;a. Segundo o Inca, &eacute; poss&iacute;vel reduzir o risco de c&acirc;ncer de mama em at&eacute; 28% por meio de alimenta&ccedil;&atilde;o adequada e atividades f&iacute;sicas. A previs&atilde;o do &oacute;rg&atilde;o &eacute; de que 58 mil mulheres sejam diagnosticadas com c&acirc;ncer de mama ao longo deste ano, no Brasil.<\/p>\n<p><em>Publicado em Galileu em 05\/02\/2016<\/em><\/p>\n<p><strong>A Femama recomenda a realiza&ccedil;&atilde;o anual da mamografia a partir dos 40 anos e defende que essa diretriz seja adotada pelo sistema p&uacute;blico de sa&uacute;de no Brasil, em cumprimento &agrave; Lei Federal 11.664\/2008, que determina o direito &agrave; realiza&ccedil;&atilde;o de exame mamogr&aacute;fico para todas as mulheres a partir dos 40 anos de idade.<a href=\"https:\/\/www.femama.org.br\/2018\/br\/noticia\/quem-pode-fazer-mamografia-no-brasil\"> Saiba mais sobre quem pode hoje realizar o exame na rede p&uacute;blica.<\/a><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A partir de que idade e com que frequ&ecirc;ncia uma mulher deve fazer mamografia, exame voltado &agrave; detec&ccedil;&atilde;o precoce do c&acirc;ncer de mama?&nbsp;Vantagens e desvantagens das diferentes diretrizes no Brasil.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[25,22,13],"tags":[],"class_list":["post-21000","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-antes-do-cancer","category-blog-da-femama","category-noticias-recentes"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Por que existem tantas diretrizes para mamografia? 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