<div class="elementor-post__thumbnail elementor-fit-height imagem_injetada" style="margin-bottom:7px; display:none;"><img width="300" height="168" src="https://www.femama.org.br/site_old/_files/noticia/570/0.524977001445447802.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt=""></div><div class="elementor-post__thumbnail elementor-fit-height imagem_injetada" style="margin-bottom:7px; display:none;"><img width="300" height="168" src="https://www.femama.org.br/site_old/_files/noticia/570/0.524977001445447802.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt=""></div>{"id":21041,"date":"2015-10-21T00:00:00","date_gmt":"2015-10-21T02:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/femama.org.br\/site_novo\/noticias-recentes\/diagnostico-tardio-de-cancer-de-mama-e-maior-entre-as-mulheres-mais-jovens\/"},"modified":"2015-10-21T00:00:00","modified_gmt":"2015-10-21T02:00:00","slug":"diagnostico-tardio-de-cancer-de-mama-e-maior-entre-as-mulheres-mais-jovens","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/femama.org.br\/site\/noticias-recentes\/diagnostico-tardio-de-cancer-de-mama-e-maior-entre-as-mulheres-mais-jovens\/","title":{"rendered":"Diagn\u00f3stico tardio de c\u00e2ncer de mama \u00e9 maior entre as mulheres mais jovens"},"content":{"rendered":"<p><p style=\"text-align: justify;\">\n\tEmbora a incid&ecirc;ncia de c&acirc;ncer de mama seja maior em mulheres acima dos 50 anos, a mais alta taxa de diagn&oacute;stico tardio desse tipo de tumor ocorre em pacientes jovens, at&eacute; 39 anos, revela levantamento in&eacute;dito feito pelo A.C. Camargo Cancer Center, um dos maiores centros oncol&oacute;gicos do pa&iacute;s. O Dia Internacional do Combate ao C&acirc;ncer de Mama &eacute; comemorado nesta segunda-feira, 19.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n\t<br \/>\n\tTrata-se do segundo tipo de tumor mais comum entre as brasileiras, depois do de pele. A estimativa do Instituto Nacional do C&acirc;ncer (Inca) &eacute; de que 57.120 mulheres recebam o diagn&oacute;stico da doen&ccedil;a neste ano.<\/p>\n<p>\tO A.C. Camargo acompanhou por cinco anos 5.879 pacientes, entre 2000 e 2010. A pesquisa constatou que 34,8% das mulheres com at&eacute; 39 anos recebeu o diagn&oacute;stico nos n&iacute;veis mais avan&ccedil;ados da doen&ccedil;a: estadios 3 e 4. Na faixa et&aacute;ria dos 40 aos 49 anos, a taxa de diagn&oacute;stico cai para 24,5%. O grupo entre 50 e 64 anos tem a menor taxa de detec&ccedil;&atilde;o tardia: 22,8%. Entre as pacientes com mais de 65, o &iacute;ndice volta a crescer e chega a 27,9%. O estadiamento &eacute; a classifica&ccedil;&atilde;o feita pelos m&eacute;dicos para determinar a extens&atilde;o e a localiza&ccedil;&atilde;o do c&acirc;ncer e, no estudo, vai de 1 a 4.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n\t<br \/>\n\tO levantamento mostra ainda que a taxa de sobreviv&ecirc;ncia em cinco anos das mulheres com c&acirc;ncer em est&aacute;gios 1 e 2 &eacute; de cerca de 90% para qualquer faixa et&aacute;ria. No est&aacute;gio 3, a taxa varia de 56% a 77%. No grau mais avan&ccedil;ado da doen&ccedil;a, o est&aacute;gio 4, a sobrevida em cinco anos pode chegar a 40%.<\/p>\n<p>\n\t<strong>Justificativa<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n\t<br \/>\n\tSegundo especialistas, s&atilde;o dois os principais fatores que explicam uma maior taxa de detec&ccedil;&atilde;o tardia entre as mais jovens. O primeiro &eacute; o car&aacute;ter geralmente mais agressivo dos tumores nessa popula&ccedil;&atilde;o. &ldquo;Uma muta&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica que causa tumores mais agressivos costuma estar presente com mais frequ&ecirc;ncia nas pacientes mais jovens. Enquanto em mulheres mais velhas o c&acirc;ncer pode demorar de oito a dez anos para chegar a 1 cent&iacute;metro, nos casos mais agressivos chega a 4 cent&iacute;metros em poucos meses&rdquo;, afirma Carlos Alberto Ruiz, ex-presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia.<\/p>\n<p>\n\t<br \/>\n\tA outra raz&atilde;o &eacute; o fato de a popula&ccedil;&atilde;o mais jovem n&atilde;o estar dentro da faixa et&aacute;ria em que h&aacute; recomenda&ccedil;&atilde;o do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de para a mamografia. Segundo o &oacute;rg&atilde;o, apenas mulheres acima de 50 anos devem fazer o exame. J&aacute; para a Sociedade Brasileira de Mastologia e para a Federa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Institui&ccedil;&otilde;es Filantr&oacute;picas de Apoio &agrave; Sa&uacute;de da Mama (Femama) o acompanhamento deve ser iniciado aos 40 anos.<\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n\t&ldquo;A incid&ecirc;ncia da doen&ccedil;a entre as mais jovens &eacute; menor e realmente n&atilde;o justifica um rastreamento massivo nessa popula&ccedil;&atilde;o. O importante &eacute; realizar exames mais precocemente em mulheres com casos de c&acirc;ncer de mama na fam&iacute;lia&rdquo;, diz Jos&eacute; Luiz Barbosa Bevilacqua, diretor do Departamento de Mastologia do A.C. Camargo e membro do conselho cient&iacute;fico da Femama. O levantamento do hospital apontou que 12% dos casos de c&acirc;ncer de mama ocorreram em mulheres abaixo dos 40 anos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\tA engenheira Camila Ara&uacute;jo Fernandez, de 32 anos, descobriu um tumor na mama esquerda, em 2010, em um exame de rotina. &ldquo;Senti um n&oacute;dulo acima da mama e fui r&aacute;pido ao ginecologista para fazer o acompanhamento. Em seis meses, dobrou de tamanho, de 1,5 cent&iacute;metro para 3 cent&iacute;metros. Quando fiz a pun&ccedil;&atilde;o, constatou-se que era maligno&rdquo;, conta ela, que n&atilde;o tinha nenhum caso da doen&ccedil;a registrado na fam&iacute;lia.<\/p>\n<p>\n\t<br \/>\n\tCamila retirou o tumor na &eacute;poca, mas, em 2013, teve uma met&aacute;stase no pulm&atilde;o, ov&aacute;rio, f&iacute;gado, ossos e c&eacute;rebro. &ldquo;Depois disso, venho fazendo v&aacute;rios tratamentos, como quimioterapia, hormonioterapia, e os tumores est&atilde;o controlados.&rdquo;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n\t<br \/>\n\tAfastada do trabalho como engenheira, ela passou a dar palestras para outras jovens com o objetivo de alertar mulheres com ou sem a doen&ccedil;a de como detectar e tratar o c&acirc;ncer. &ldquo;Tenho a impress&atilde;o de que, pelo fato de ser mais raro ocorrer entre jovens, alguns m&eacute;dicos n&atilde;o d&atilde;o muita import&acirc;ncia para n&oacute;dulos diagnosticados. Minha irm&atilde;, por exemplo, tem 34 anos e um caso na fam&iacute;lia. E o m&eacute;dico dela disse que n&atilde;o precisa fazer rastreamento por ser jovem.&rdquo;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n\t<br \/>\n\t<strong>Alerta<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n\t<br \/>\n\tOs especialistas dizem que, independentemente do grau da c&acirc;ncer de mama e da faixa et&aacute;ria em que &eacute; descoberta, h&aacute; altas chances de cura ou de controle do tumor. &ldquo;Os tratamentos que temos dispon&iacute;veis hoje s&atilde;o muito bons. O que n&atilde;o pode &eacute; deixar de fazer o exame&rdquo;, diz Carlos Alberto Ruiz, ex-presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia.<strong>*<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n\t<br \/>\n\tEle afirma que, para a mulher com hist&oacute;rico familiar, a recomenda&ccedil;&atilde;o &eacute; de que se inicie o rastreamento em idade dez anos mais jovem do que a idade na qual a parente descobriu o c&acirc;ncer. &ldquo;Se a m&atilde;e teve o diagn&oacute;stico aos 35 anos, por exemplo, a mulher deve come&ccedil;ar o rastreamento aos 25&rdquo;, explica o especialista. J&aacute; para mulheres sem casos na fam&iacute;lia, a recomenda&ccedil;&atilde;o &eacute; o acompanhamento anual com ginecologista, exame cl&iacute;nico e aten&ccedil;&atilde;o ao surgimento de caro&ccedil;os.<br \/>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n\t<strong>*NOTA: A Femama faz uma ressalva: n&atilde;o basta haver tratamentos eficientes no pa&iacute;s, &eacute; preciso prover acesso a eles para as pacientes com c&acirc;ncer de mama metast&aacute;tico. &Eacute; em nome deste direito que a campanha Para Todas as Marias se pronuncia durante o Outubro Rosa. Atualmente nenhuma medica&ccedil;&atilde;o inovadora est&aacute; dispon&iacute;vel no SUS para pacientes que enfrentam o est&aacute;gio mais avan&ccedil;ado do c&acirc;ncer de mama.<\/strong><\/p>\n<p>\nCom informa&ccedil;&otilde;es de <a href=\"http:\/\/www.gazetadopovo.com.br\/vida-e-cidadania\/diagnostico-tardio-de-cancer-de-mama-e-maior-entre-as-mulheres-mais-jovens-a8jrxyj2zn7ruejfb5wouoqg0?ref=aba-ultimas\">Gazeta do Povo<\/a> em 19\/10\/2015<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Embora a incid\u00eancia de c\u00e2ncer de mama seja maior em mulheres acima dos 50 anos, a mais alta taxa de diagn\u00f3stico tardio desse tipo de tumor ocorre em pacientes jovens, at\u00e9 39 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