<div class="elementor-post__thumbnail elementor-fit-height imagem_injetada" style="margin-bottom:7px; display:none;"><img width="300" height="168" src="https://www.femama.org.br/site_old/_files/noticia/527/0.172976001438103459.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt=""></div><div class="elementor-post__thumbnail elementor-fit-height imagem_injetada" style="margin-bottom:7px; display:none;"><img width="300" height="168" src="https://www.femama.org.br/site_old/_files/noticia/527/0.172976001438103459.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt=""></div>{"id":21092,"date":"2015-07-28T00:00:00","date_gmt":"2015-07-28T03:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/femama.org.br\/site_novo\/noticias-recentes\/cuidado-do-cancer-no-brasil-e-tardio-e-insuficiente\/"},"modified":"2015-07-28T00:00:00","modified_gmt":"2015-07-28T03:00:00","slug":"cuidado-do-cancer-no-brasil-e-tardio-e-insuficiente","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/femama.org.br\/site\/noticias-recentes\/cuidado-do-cancer-no-brasil-e-tardio-e-insuficiente\/","title":{"rendered":"Cuidado do c\u00e2ncer no Brasil \u00e9 tardio e insuficiente"},"content":{"rendered":"<p><p style=\"text-align: justify;\">\n\tCerca de 60% dos pacientes com c&acirc;ncer s&atilde;o diagnosticados j&aacute; em est&aacute;gio avan&ccedil;ado no Brasil e, no caso de c&acirc;ncer de pulm&atilde;o, 87,9% dos casos s&atilde;o descobertos tardiamente. O diagn&oacute;stico depois que a doen&ccedil;a se espalhou foi identificado como uma das principais barreiras enfrentadas pelos pacientes no acesso ao tratamento, seja pela falta de centros especializados, pelas longas esperas para consultas com m&eacute;dicos especialistas ou pela demora na realiza&ccedil;&atilde;o de exames.<\/p>\n<p>\tEsses dados foram compilados por cerca de 50 entidades brasileiras de combate ao c&acirc;ncer. O movimento Todos Juntos Contra o C&acirc;ncer, do qual a FEMAMA &eacute; membro do Conselho Consultivo, organizou o relat&oacute;rio que tem o objetivo de colaborar com a elabora&ccedil;&atilde;o de pol&iacute;ticas p&uacute;blicas e aponta caminhos para compilar melhor os dados de atendimento ao c&acirc;ncer e criar novos protocolos de sa&uacute;de. O relat&oacute;rio foi entregue ao Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de na sexta-feira (24) e lan&ccedil;ado oficialmente na segunda (27).<\/p>\n<p>\tSegundo o documento, o tempo m&eacute;dio de espera entre o diagn&oacute;stico e o in&iacute;cio dos tratamentos com quimioterapia e radioterapia, &eacute; de 76,3 e 113,4 dias, respectivamente. Uma lei de 2012 assegura o in&iacute;cio do tratamento no SUS de pessoas com c&acirc;ncer em um prazo de at&eacute; 60 dias ap&oacute;s o diagn&oacute;stico com laudo patol&oacute;gico. Segundo uma auditoria feita pelo TCU (Tribunal de Contas da Uni&atilde;o) para avaliar a Pol&iacute;tica Nacional de Aten&ccedil;&atilde;o Oncol&oacute;gica, apenas 65,9% da demanda por radioterapia foi atendida no pa&iacute;s em 2010.<\/p>\n<p>\t&quot;A &aacute;rea de oncologia tem despertado grandes preocupa&ccedil;&otilde;es devido ao crescente impacto econ&ocirc;mico sobretudo em fun&ccedil;&atilde;o do diagn&oacute;stico tardio (&#8230;) que onera o SUS com despesas que poderiam ser evitadas com a preven&ccedil;&atilde;o ou diagn&oacute;stico precoce&quot;, pontua o relat&oacute;rio.<\/p>\n<p>\tO diagn&oacute;stico tardio e o atendimento falho (falta de leitos, de medicamentos, descredenciamento de cl&iacute;nicas por conv&ecirc;nios) causa, segundo as entidades, um aumento na mortalidade do c&acirc;ncer no Brasil al&eacute;m de um maior gasto com repetidas interna&ccedil;&otilde;es, necessidade de procedimentos e medicamentos de alta complexidade e atualiza&ccedil;&atilde;o constante dos valores pagos por servi&ccedil;os m&eacute;dicos.<\/p>\n<p><strong>Judicializa&ccedil;&atilde;o<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p>\tA judicializa&ccedil;&atilde;o &eacute; apontada como uma nova porta de acesso ao SUS. Hoje, por causa do car&aacute;ter universal do SUS, quando o conv&ecirc;nio ou o governo n&atilde;o fornecem um tratamento ou medicamento, os pacientes podem entrar na Justi&ccedil;a e muitos ganham a causa e conseguem que o procedimento seja pago.<br \/>\n\tEntre 2009 e 2014, os gastos do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de com as senten&ccedil;as judiciais subiram 1.400%, chegando a R$ 1 bilh&atilde;o gastos anualmente, segundo o relat&oacute;rio.<\/p>\n<p>\t&quot;Se somarmos os gastos dos estados com senten&ccedil;as judiciais fica evidente que o poder judici&aacute;rio tem se tornado uma segunda porta de acesso ao SUS e ao sistema suplementar, especialmente devido &agrave; n&atilde;o disponibilidade no SUS de medicamentos imprescind&iacute;veis e ao excesso de burocracia no sistema p&uacute;blico, tanto nas licita&ccedil;&otilde;es para compra de medicamentos como no pedido administrativo do paciente para sua obten&ccedil;&atilde;o&quot;, explica o documento.<\/p>\n<p>\n<strong>Novos medicamentos e pesquisas<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p>\tO Brasil falha ainda, segundo o documento, na agilidade para aprovar os protocolos de pesquisa e novos medicamentos, apesar de avan&ccedil;os recentes como no caso da cria&ccedil;&atilde;o da Comiss&atilde;o Nacional de Incorpora&ccedil;&atilde;o de Tecnologias no SUS (CONITEC), em 2011.<br \/>\n\tH&aacute; demora tamb&eacute;m na aprova&ccedil;&atilde;o de novos medicamentos e novas terapias. &quot;O n&uacute;mero de an&aacute;lises e aprova&ccedil;&otilde;es aumentaram consideravelmente desde 2012, mas o n&uacute;mero de processos indeferidos ainda &eacute; bastante elevado, tendo como alega&ccedil;&atilde;o a falta de comprova&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica e de efic&aacute;cia&quot;, pontua.<\/p>\n<p>\t<strong>O SUS e os planos de sa&uacute;de<\/strong><\/p>\n<p>\tHoje h&aacute; 50,6 milh&otilde;es de benefici&aacute;rios de planos privados de assist&ecirc;ncia m&eacute;dica, ou seja, 25% da popula&ccedil;&atilde;o possui cobertura de planos de sa&uacute;de. Mesmo assim, de acordo com dados do Datafolha de 2014, 92% dos brasileiros buscaram acesso a algum servi&ccedil;o do SUS nos &uacute;ltimos dois anos.<\/p>\n<p>\tNa &aacute;rea da oncologia, os conv&ecirc;nios avan&ccedil;aram em muitos aspectos, como por meio da incorpora&ccedil;&atilde;o do quimioter&aacute;pico oral, da inclus&atilde;o de exames e procedimentos de alta complexidade, e da incorpora&ccedil;&atilde;o de novos medicamentos. No entanto, ainda com rela&ccedil;&atilde;o aos medicamentos, os benefici&aacute;rios de planos de sa&uacute;de ainda buscam o SUS, uma vez que, muitas vezes, n&atilde;o conseguem ter a demanda atendida no plano.<\/p>\n<p>\tQuando se consegue acesso ao tratamento, muitos pacientes, familiares e profissionais da sa&uacute;de relatam que os m&eacute;dicos s&atilde;o orientados ou mesmo pressionados por gestores, tanto p&uacute;blicos quanto privados, a n&atilde;o prescreverem determinados procedimentos ou medicamentos por causa do valor. H&aacute; ainda relatos de que s&atilde;o fixadas dosagens inferiores &agrave;s estipuladas nos protocolos cl&iacute;nicos para reduzir os custos para a institui&ccedil;&atilde;o. O relat&oacute;rio aponta ainda que diversos m&eacute;dicos j&aacute; denunciaram terem seus cadastros exclu&iacute;dos dos planos de sa&uacute;de por prescreverem tratamentos de alto custo.<\/p>\n<p><strong>A doen&ccedil;a<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n\tO c&acirc;ncer representa uma das principais causas de morbidade e mortalidade em todo o mundo, com cerca de 14 milh&otilde;es de novos casos e 8,2 milh&otilde;es de mortes em 2012. O n&uacute;mero de novos casos ainda dever&aacute; aumentar em cerca de 50% nas pr&oacute;ximas duas d&eacute;cadas e, se nada for feito, em 2030 ser&atilde;o 21 milh&otilde;es de novos casos e 14 milh&otilde;es de mortes, sendo que a maior parte ocorrer&aacute; nos pa&iacute;ses em desenvolvimento.<\/p>\n<p>\tAs Doen&ccedil;as Cr&ocirc;nicas n&atilde;o Transmiss&iacute;veis (DCNTs), entre elas o c&acirc;ncer, s&atilde;o respons&aacute;veis por aproximadamente 68% das mortes no mundo e 74% das mortes no Brasil<\/p>\n<p>\tO c&acirc;ncer &eacute; atualmente a segunda principal causa de morte no Brasil, atr&aacute;s apenas das doen&ccedil;as cardiovasculares. Em 2012, foram 191.577 &oacute;bitos por c&acirc;ncer, conforme dados do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de. Quanto &agrave; incid&ecirc;ncia, em seu &uacute;ltimo levantamento em 2014, o Instituto Nacional de C&acirc;ncer (INCA) estimou 576.580 novos casos de c&acirc;ncer, sendo 302.350 em homens e 274.230 em mulheres.<\/p>\n<p>\tVeja o relat&oacute;rio completo <a href=\"http:\/\/todosjuntoscontraocancer.com.br\/documento\/declaracao_tjcc.pdf\">aqui<\/a><\/p>\n<p>\t&nbsp;<br \/>\n\tCom informa&ccedil;&otilde;es do site <a href=\"http:\/\/noticias.uol.com.br\/saude\/ultimas-noticias\/redacao\/2015\/07\/28\/cuidado-do-cancer-no-brasil-e-tardio-e-insuficiente-aponta-relatorio.htm\">UOL <\/a>28\/07\/2015<\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cerca de 60% dos pacientes com c\u00e2ncer s\u00e3o diagnosticados j\u00e1 em est\u00e1gio avan\u00e7ado no Brasil 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