<div class="elementor-post__thumbnail elementor-fit-height imagem_injetada" style="margin-bottom:7px; display:none;"><img width="300" height="168" src="https://www.femama.org.br/site_old/_files/noticia/471/0.598660001418735943.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt=""></div><div class="elementor-post__thumbnail elementor-fit-height imagem_injetada" style="margin-bottom:7px; display:none;"><img width="300" height="168" src="https://www.femama.org.br/site_old/_files/noticia/471/0.598660001418735943.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt=""></div>{"id":21159,"date":"2014-12-16T00:00:00","date_gmt":"2014-12-16T02:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/femama.org.br\/site_novo\/noticias-recentes\/vidas-que-podiam-ser-poupadas\/"},"modified":"2014-12-16T00:00:00","modified_gmt":"2014-12-16T02:00:00","slug":"vidas-que-podiam-ser-poupadas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/femama.org.br\/site\/noticias-recentes\/vidas-que-podiam-ser-poupadas\/","title":{"rendered":"Vidas que podiam ser poupadas"},"content":{"rendered":"<p><p style=\"text-align: justify;\">\n\tEntre as brasileiras, &eacute; o tipo de tumor mais comum. S&oacute; perde para o c&acirc;ncer de pele n&atilde;o melanoma. Em n&uacute;meros, segundo dados do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de, cerca de 57 mil mulheres s&atilde;o diagnosticadas com a doen&ccedil;a todos os anos. Embora as chances de cura sejam animadoras, o c&acirc;ncer de mama ainda mata. S&atilde;o, em m&eacute;dia, 12,1 mortes para cada 100 mil habitantes, v&iacute;timas, especialmente, de diagn&oacute;sticos tardios, quando o c&acirc;ncer j&aacute; est&aacute; em est&aacute;gio avan&ccedil;ado e em fase metast&aacute;tica. Lamentavelmente, segundo dados do Tribunal de Contas da Uni&atilde;o (TCU), cerca de metade das usu&aacute;rias do SUS diagnosticadas no pa&iacute;s em 2010 j&aacute; estava em est&aacute;gio avan&ccedil;ado.<br \/>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n\tJustamente para informar e mobilizar governo, sociedade civil e m&eacute;dica sobre a import&acirc;ncia da detec&ccedil;&atilde;o precoce da doen&ccedil;a e garantir acesso igualit&aacute;rio ao tratamento para as pacientes com c&acirc;ncer de mama avan&ccedil;ado, a Femama (Federa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Institui&ccedil;&otilde;es Filantr&oacute;picas de Apoio &agrave; Sa&uacute;de da Mama) lan&ccedil;a campanha Para Todas as Marias (<a href=\"http:\/\/www.paratodasasmarias.com.br\">www.paratodasasmarias.com.br<\/a>). Uma das apostas do projeto &eacute; reunir na internet informa&ccedil;&otilde;es para orientar essas pacientes sobre os direitos que elas t&ecirc;m, assim como reuni-las, ainda que virtualmente, para trocar experi&ecirc;ncias e oferecer apoio m&uacute;tuo.<br \/>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n\tEm entrevista &agrave; Revista do Correio, a mastologista Maira Caleffi, presidente volunt&aacute;ria daFemama, fala da campanha, da realidade enfrentada pelas pacientes da doen&ccedil;a no Brasil, incluindo a dificuldade de acesso ao tratamento e ao diagn&oacute;stico o mais cedo poss&iacute;vel. &ldquo;&Eacute; preciso garantir &agrave;s pacientes o acesso aos tratamentos mais modernos por meio do sistema p&uacute;blico de sa&uacute;de. As mulheres com c&acirc;ncer de mama metast&aacute;tico est&atilde;o sendo discriminadas no SUS em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;quelas que contam com conv&ecirc;nios&rdquo;, acrescenta Maira.<br \/>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n<strong>A realidade brasileira<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n\t<br \/>\n\t&ldquo;A paciente enfrenta obst&aacute;culos j&aacute; na fase de diagn&oacute;stico, em fun&ccedil;&atilde;o da demora para obter exames e consultas na rede p&uacute;blica. A partir do diagn&oacute;stico, a Lei n&ordm; 12.732\/13 determina que se inicie o tratamento em at&eacute; 60 dias, o que, apesar de ser uma grande conquista, n&atilde;o &eacute; garantia de agilidade. Uma pesquisa da Femama, de outubro, demonstrou falhas na implementa&ccedil;&atilde;o dessa lei. A norma regulamenta apenas o primeiro tratamento, ficando as demais etapas sem amparo. Nessas condi&ccedil;&otilde;es, muitos tumores acabam evoluindo para o est&aacute;gio avan&ccedil;ado, com chances de cura muito reduzidas e urg&ecirc;ncia na administra&ccedil;&atilde;o do tratamento. Nessa fase da doen&ccedil;a, s&oacute; as usu&aacute;rias de planos de sa&uacute;de t&ecirc;m acesso a medicamentos modernos. Milhares de pacientes que dependem do sistema de sa&uacute;de p&uacute;blica n&atilde;o t&ecirc;m a mesma oportunidade. Alguns medicamentos inovadores est&atilde;o dispon&iacute;veis apenas para os est&aacute;gios iniciais, mas quando a paciente atinge a fase metast&aacute;tica, na qual os mesmos rem&eacute;dios teriam indica&ccedil;&atilde;o, ela n&atilde;o tem o direito de adquiri-los pelo SUS. O diagn&oacute;stico do c&acirc;ncer de mama traz muitos desafios &agrave; mulher, que al&eacute;m da luta pela vida, percebe um impacto direto em sua renda, sa&uacute;de emocional e qualidade de vida.&rdquo;<\/p>\n<p>\n<strong>Est&aacute;gios avan&ccedil;ados<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n\t<br \/>\n\t&ldquo;Receber o diagn&oacute;stico do c&acirc;ncer de mama &eacute; devastador, mas, na fase avan&ccedil;ada, o impacto &eacute; ainda maior, e a urg&ecirc;ncia por um tratamento eficiente tamb&eacute;m. &Eacute; preciso conscientizar os gestores da rede p&uacute;blica de sa&uacute;de da amplia&ccedil;&atilde;o do acesso ao tratamento de c&acirc;ncer de mama avan&ccedil;ado para mudar essa realidade.&rdquo;<\/p>\n<p>\n<strong>Diagn&oacute;stico tardio<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n\t<br \/>\n\t&ldquo;Entre os motivos, est&atilde;o o baixo n&iacute;vel de informa&ccedil;&atilde;o sobre a sa&uacute;de em geral e a dificuldade de acesso ao sistema p&uacute;blico de sa&uacute;de. Conhecer seu corpo e procurar o m&eacute;dico regularmente &eacute; uma iniciativa da mulher no Brasil e, por isso, campanhas de conscientiza&ccedil;&atilde;o s&atilde;o t&atilde;o importantes. Portarias que restringem direitos conquistados dificultam o acesso mais amplo ao diagn&oacute;stico precoce. A Lei n&ordm; 11.664\/08, que garantia a realiza&ccedil;&atilde;o de mamografias a partir de 40 anos, sofreu restri&ccedil;&otilde;es pela Portaria n&ordm; 126\/13, que passou a determinar que a mamografia de rastreamento, que detecta tumores em mulheres assintom&aacute;ticas e sem casos da doen&ccedil;a na fam&iacute;lia, seja realizada s&oacute; em mulheres de 50 a 69 anos. A mamografia detecta n&oacute;dulos ainda n&atilde;o percept&iacute;veis pelo toque, em est&aacute;gio inicial, mas esse direito est&aacute; sendo negado a milhares de mulheres. Al&eacute;m disso, &eacute; comum nos depararmos com queixas de pacientes com a demora muito grande para obter consultas e realizar a bi&oacute;psias no sistema p&uacute;blico. A distribui&ccedil;&atilde;o desigual de equipamentos de mamografia e a falta de manuten&ccedil;&atilde;o nos equipamentos existentes agravam a situa&ccedil;&atilde;o.&rdquo;<\/p>\n<p>\n<strong>Os tratamentos dispon&iacute;veis<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n\t<br \/>\n\t&ldquo;Hoje, existem inova&ccedil;&otilde;es na ci&ecirc;ncia que permitem a realiza&ccedil;&atilde;o de tratamentos mais precisos, que adiam a progress&atilde;o da doen&ccedil;a e oferecem menos efeitos adversos. Exemplos de medicamentos s&atilde;o o Trastuzumabe, a combina&ccedil;&atilde;o de Pertuzumabe com Trastuzumabe e o Everolimo. Eles mudaram a hist&oacute;ria do tratamento do c&acirc;ncer de mama avan&ccedil;ado por oferecerem alternativas mais eficazes e menos agressivas, mas nenhum deles est&aacute; dispon&iacute;vel no SUS para pacientes metast&aacute;ticas. O Everolimo, que &eacute; uma droga oral e poder ser administrada em casa, ainda libera vagas hospitalares. Uma parceria p&uacute;blico-privada institu&iacute;da entre a FURP (Funda&ccedil;&atilde;o para o Rem&eacute;dio Popular) e o laborat&oacute;rio de refer&ecirc;ncia permitir&aacute; o desenvolvimento desse medicamento no pa&iacute;s, reduzindo os custos de aquisi&ccedil;&atilde;o para que o rem&eacute;dio possa ser incorporado na rede p&uacute;blica. Em fun&ccedil;&atilde;o disso, uma das primeiras a&ccedil;&otilde;es que a campanha Para Todas as Marias prop&otilde;e &eacute; uma peti&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica on-line que convida toda a popula&ccedil;&atilde;o a participar da mobiliza&ccedil;&atilde;o pelo tratamento igualit&aacute;rio do c&acirc;ncer de mama avan&ccedil;ado e apoiar a incorpora&ccedil;&atilde;o neste momento do Everolimo no SUS.&rdquo;<\/p>\n<p>\n<strong>Os direitos da paciente<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n\t<br \/>\n\t&ldquo;Al&eacute;m de ter direito a um tratamento adequado e de qualidade, a paciente deve exigir que seja iniciado rapidamente. Uma conquista importante foi a Lei n&ordm; 12.732\/13, que determina prazo de 60 dias para in&iacute;cio do tratamento. A Lei n&ordm; 12.802\/13 determina a reconstru&ccedil;&atilde;o mam&aacute;ria imediata na rede p&uacute;blica ap&oacute;s realiza&ccedil;&atilde;o da mastectomia, sempre que houver condi&ccedil;&otilde;es t&eacute;cnicas e vontade da paciente. H&aacute; ainda tratamentos listados pela Ag&ecirc;ncia Nacional de Sa&uacute;de Suplementar (ANS) para reembolso obrigat&oacute;rio pelos planos de sa&uacute;de, mas que ainda n&atilde;o est&atilde;o dispon&iacute;veis no SUS, o que caracteriza discrimina&ccedil;&atilde;o. Uma das lutas da Femama &eacute; pela igualdade de direitos para todas as brasileiras, sejam elas usu&aacute;rias de planos de sa&uacute;de, sejam do sistema p&uacute;blico.&rdquo;<\/p>\n<p>\n<strong>Mudan&ccedil;a no tratamento no Brasil<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n\t<br \/>\n\t&ldquo;O c&acirc;ncer n&atilde;o pode esperar para ser tratado. O c&acirc;ncer de mama tem 95% de chances de cura quando diagnosticado precocemente, mas para isso s&atilde;o necess&aacute;rios investimentos e melhorias no acesso &agrave; informa&ccedil;&atilde;o, a exames de qualidade, a tratamentos modernos e &agrave; reabilita&ccedil;&atilde;o.&rdquo;<\/p>\n<p>&nbsp;<br \/>\n<em>Publicado em Jornal Correio Braziliense (DF) em 14\/12\/2014<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8220;As mulheres com c\u00e2ncer de mama metast\u00e1tico est\u00e3o sendo discriminadas no SUS em rela\u00e7\u00e3o \u00e0quelas que contam com conv\u00eanios&#8221;, declara Maira 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