<div class="elementor-post__thumbnail elementor-fit-height imagem_injetada" style="margin-bottom:7px; display:none;"><img width="300" height="168" src="https://www.femama.org.br/site_old/_files/noticia/438/0.988131001414004890.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt=""></div><div class="elementor-post__thumbnail elementor-fit-height imagem_injetada" style="margin-bottom:7px; display:none;"><img width="300" height="168" src="https://www.femama.org.br/site_old/_files/noticia/438/0.988131001414004890.jpg" class="attachment-medium size-medium" alt=""></div>{"id":21193,"date":"2014-10-22T00:00:00","date_gmt":"2014-10-22T02:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/femama.org.br\/site_novo\/noticias-recentes\/diagnostico-precoce-de-cancer-de-mama-pelo-sus-tem-acesso-dificil-e-desigual-no-pais\/"},"modified":"2014-10-22T00:00:00","modified_gmt":"2014-10-22T02:00:00","slug":"diagnostico-precoce-de-cancer-de-mama-pelo-sus-tem-acesso-dificil-e-desigual-no-pais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/femama.org.br\/site\/noticias-recentes\/diagnostico-precoce-de-cancer-de-mama-pelo-sus-tem-acesso-dificil-e-desigual-no-pais\/","title":{"rendered":"Diagn\u00f3stico precoce de c\u00e2ncer de mama pelo SUS tem acesso dif\u00edcil e desigual no Pa\u00eds"},"content":{"rendered":"<p><p style=\"text-align: justify;\">\n\tConseguir o diagn&oacute;stico de um c&acirc;ncer de mama pode ser considerado uma verdadeira saga. &Eacute; dif&iacute;cil conseguir fazer a mamografia e mais dif&iacute;cil ainda &eacute; fazer a biopsia para de fato diagnosticar o c&acirc;ncer de mama. Levantamento mostrou que a taxa de cobertura de mamografia pelo Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS) entre a popula&ccedil;&atilde;o alvo &eacute; baixa: 32% das mulheres com 50-59 anos; 25% das com 60-69 anos. Entre as que acharam alguma anormalidade no exame, apenas 27% das mulheres entre 50 e 59 anos e 63% das mulheres entre 60 e 69 anos foram submetidas &agrave; bi&oacute;psia.<br \/>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n\t&ldquo;O que vimos no levantamento &eacute; que h&aacute; muita demora e por isso, muitas vezes, ocorre o agravamento da doen&ccedil;a durante a espera. A falta de acesso leva a uma maior letalidade&rdquo;, explica Gulnar Azevedo e Silva, do Instituto de Medicina Social, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). A m&eacute;dica coordenou o levantamento feito com dados do Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de de 2010. Vale destacar que 80% da popula&ccedil;&atilde;o brasileira usa o sistema p&uacute;blico de sa&uacute;de apenas.<br \/>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n\tO caso de Vera L&uacute;cia Tormes Costa, de 50 anos, que mora em Viam&atilde;o, no Rio Grande do Sul &eacute; um dos tantos retratados na pesquisa. A ex-diarista notou n&oacute;dulos no seio direito no come&ccedil;o de 2012. J&aacute; fez duas mamografias e uma ecomam&aacute;ria, mas n&atilde;o consegue agendar a consulta com o mastologista para finalmente marcar a bi&oacute;psia. &ldquo;Voltei no posto de sa&uacute;de na semana passada e consegui marcar [uma consulta] com um cl&iacute;nico s&oacute; para o dia 28 de novembro. N&atilde;o tem mastologista l&aacute;&rdquo;, disse.<br \/>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n\tVera L&uacute;cia conta que mal consegue deitar de bru&ccedil;os, pois sente dor nos seios. &ldquo;De um tempo pra c&aacute; apareceu outro n&oacute;dulo no seio esquerdo. D&aacute; para notar ao tocar&rdquo;, disse. Ela conta que tamb&eacute;m sai uma secre&ccedil;&atilde;o amarela, igual ao que acontecia na mama direita, que hoje j&aacute; mudou de cor para um &ldquo;verde bem preto&rdquo;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n\t<br \/>\n\tO caso foi encaminhado para exame e consultas sem prioridade, como casos normais de ginecologia. Por&eacute;m, o hist&oacute;rico familiar de Vera L&uacute;cia aponta risco j&aacute; que sua m&atilde;e teve c&acirc;ncer de &uacute;tero e uma tia materna, c&acirc;ncer de mama. Como se n&atilde;o bastasse estes indicativos para configurar um caso de risco, Vera L&uacute;cia retirou o &uacute;tero por conta de um mioma, em 2011. Vera L&uacute;cia recebe assist&ecirc;ncia do Instituto da Mama do Rio Grande do Sul&nbsp;(IMAMA), institui&ccedil;&atilde;o associada &agrave; Femama, para agilizar o processo de obten&ccedil;&atilde;o de consultas e exames e mesmo assim enfrenta dificuldades.&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n\t<br \/>\n\tA hist&oacute;ria de Vera L&uacute;cia &eacute; extremamente comum no Brasil. A pesquisa de Gulnar aponta, inclusive, que existe uma desigualdade entre as regi&otilde;es do Pa&iacute;s. Fora isso, justamente a faixa et&aacute;ria com menor risco &eacute; a com maior cobertura de mamografia. Em 2010, foram realizadas 3.126.283 mamografias pelo SUS em mulheres a partir dos 40 anos. Isso corresponde a uma abrang&ecirc;ncia de apenas 12,4% das mulheres nessa faixa de idade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n\t<br \/>\n\tDe acordo com a Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de, a recomenda&ccedil;&atilde;o &eacute; fazer rastreamento assintom&aacute;tico s&oacute; depois dos 50 anos e de dois em dois anos. Mas na faixa et&aacute;ria de 40-49 anos, n&atilde;o preconizada para o rastreamento mamogr&aacute;fico, h&aacute; uma abrang&ecirc;ncia um pouco mais ampla que a de 60-69 anos (25%). A faixa et&aacute;ria entre 50-59 anos a abrang&ecirc;ncia &eacute; de 32,2%. De acordo com a pesquisa, 46% do total de mamografias realizadas em 2010 foram feitas em mulheres com menos de 50 anos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n\t<br \/>\n\t&ldquo;Os m&eacute;dicos t&ecirc;m dificuldade de aceitar esta recomenda&ccedil;&atilde;o e pedem antes dos 40 anos de ano em ano, mesmo para casos n&atilde;o assintom&aacute;ticos e n&atilde;o identificados no exame de toque. O problema &eacute; que isto acaba diagnosticando muitos falsos positivos, muita coisa que n&atilde;o precisa de interven&ccedil;&atilde;o e que n&atilde;o precisaria de bi&oacute;psia&rdquo;, disse Gulnar.*<\/p>\n<p>\n\t<em>*A Femama, a Sociedade Brasileira de Mastologia e outras entidades m&eacute;dicas e de pacientes defendem a realiza&ccedil;&atilde;o da mamografia de rastreamento a partir dos 40 anos, o que &eacute; um direito conquistado e registrado em lei (Lei 11.664\/08). A interrup&ccedil;&atilde;o do acesso a exames para mulheres entre 40 e 49 anos, como prop&otilde;e a Portaria 1253\/13, n&atilde;o resolve o problema da baixa taxa de realiza&ccedil;&atilde;o do procedimento em mulheres na faixa et&aacute;ria entre 50 e 79 anos, na qual o c&acirc;ncer de mama apresenta maior incid&ecirc;ncia. <\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n\t<em>Conforme apontou a pesquisa, apenas 12,4% das mulheres acima de 40 anos realizavam mamografia em 2010. Afirmar que os exames realizados por mulheres entre 40 e 49 anos sobrecarregam o sistema n&atilde;o &eacute; um argumento aceit&aacute;vel. &Eacute; preciso adotar pol&iacute;ticas para que as mulheres na faixa et&aacute;ria de maior risco procurem e realizem o exame. Um exemplo de a&ccedil;&atilde;o para resolver a baixa ades&atilde;o &eacute; o rastreamento organizado, atrav&eacute;s do qual o Governo convoca ativamente cada mulher &agrave; realiza&ccedil;&atilde;o do exame na data em que ele deve ser feito. Pa&iacute;ses que determinam apenas a faixa priorit&aacute;ria para a realiza&ccedil;&atilde;o da mamografia adotam essa pr&aacute;tica, o que n&atilde;o acontece no Brasil. &Eacute; preciso estimular o diagn&oacute;stico precoce. Quanto mais cedo o c&acirc;ncer for detectado, menos agressivo e dispendioso &eacute; o tratamento e maiores s&atilde;o as chances de cura da paciente. O caminho para reduzir a mortalidade pelo c&acirc;ncer de mama &eacute; facilitar o acesso e n&atilde;o restring&iacute;-lo. <\/em><\/p>\n<p>\n<strong>A saga para conseguir uma bi&oacute;psia<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n\t<br \/>\n\tA pesquisadora tamb&eacute;m mediu a rela&ccedil;&atilde;o entre o n&uacute;mero de bi&oacute;psias e o n&uacute;mero de mamografias. A rela&ccedil;&atilde;o entre o n&uacute;mero de bi&oacute;psias e o n&uacute;mero de mamografias com indica&ccedil;&atilde;o para fazer bi&oacute;psia foi de 0,36. O ideal seria que a rela&ccedil;&atilde;o fosse 1.<\/p>\n<p>\n\tDe acordo com o levantamento, a pior rela&ccedil;&atilde;o encontrada na Regi&atilde;o Sul para mulheres de todas as faixas et&aacute;rias. Essa raz&atilde;o foi melhor no Nordeste e na faixa et&aacute;ria de 60 a 69 anos em todas as regi&otilde;es.<\/p>\n<p>\n\tConseguir realizar a bi&oacute;psia &eacute; de extrema import&acirc;ncia para o tratamento, pois &eacute; o exame que de fato diagnostica a doen&ccedil;a. &ldquo;Rastrear e n&atilde;o dar o tratamento n&atilde;o adianta em nada&rdquo;, disse Gulnar. &Eacute;<em>&nbsp;<\/em>apenas a partir do resultado da bi&oacute;psia que o paciente passa a ser amparado pela Lei dos 60 Dias, que prev&ecirc; o in&iacute;cio do tratamento no Sistema &Uacute;nico de Sa&uacute;de (SUS) em at&eacute; 60 dias ap&oacute;s o diagn&oacute;stico de c&acirc;ncer.<\/p>\n<p>\n<strong>Dados<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n\t<br \/>\n\tUma pesquisa realizada pela Federa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Institui&ccedil;&otilde;es Filantr&oacute;picas de Apoio &agrave; Sa&uacute;de da Mama (FEMAMA) a Lei dos 60 Dias, que est&aacute; em vigor h&aacute; mais de um ano e ainda n&atilde;o est&aacute; sendo plenamente seguida.<\/p>\n<p>\n\t&ldquo;O Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de diz que cumpre a lei em 60% dos casos. Parece um &iacute;ndice interessante at&eacute;, mas quando se pesquisa o n&uacute;mero de casos de c&acirc;ncer cadastrados no sistema do MS [Sistema de Informa&ccedil;&atilde;o do C&acirc;ncer (SISCAN)] vemos que ele n&atilde;o funciona, h&aacute; um n&uacute;mero muito menor de casos do que o estipulado pelo INCA&rdquo;, disse Thiago Turbay, assessor de rela&ccedil;&otilde;es governamentais da Femama.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n\t<br \/>\n\tOs dados do Minist&eacute;rio da Sa&uacute;de indicam um registro de apenas 7.157 casos at&eacute; julho de 2014. Turbay ressalta que este n&uacute;mero est&aacute; muito abaixo dos 576 mil novos casos de c&acirc;ncer no Brasil para esse ano, de acordo com estimativas do Instituto Nacional do C&acirc;ncer (INCA). &ldquo;Isso d&aacute; 1,25% dos pacientes oncol&oacute;gicos do Brasil estariam registrados no SISCAN&rdquo;, disse.<\/p>\n<p>\n\tEnquanto isso, Vera L&uacute;cia espera h&aacute; mais de dois anos para fazer a bi&oacute;psia e finalmente descobrir o que tem e seguir o tratamento. Aparentemente, a saga se repete agora no seio esquerdo.<\/p>\n<p>\n\t<em> Com informa&ccedil;&otilde;es de Portal iG Sa&uacute;de, em <a href=\"http:\/\/saude.ig.com.br\/minhasaude\/2014-10-21\/mamografia-pelo-sus-so-alcanca-32-das-mulheres-e-acesso-e-desigual-no-pais.html\">mat&eacute;ria<\/a> de 21\/10\/2014&nbsp;<\/em><\/p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Conseguir o diagn\u00f3stico de um c\u00e2ncer de mama pode ser considerado uma verdadeira saga. \u00c9 dif\u00edcil conseguir fazer a mamografia e mais dif\u00edcil ainda \u00e9 fazer a biopsia para de fato diagnosticar o c\u00e2ncer de mama. <\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[13],"tags":[],"class_list":["post-21193","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias-recentes"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- 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