A FEMAMA – Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama é uma associação civil, sem fins econômicos, que busca ampliar o acesso ágil e adequado ao diagnóstico e ao tratamento do câncer de mama para todas as pacientes e, com isso, reduzir os índices de mortalidade pela doença no Brasil. Está presente na maioria dos estados brasileiros por meio de ONGs associadas, atuando na articulação de uma agenda nacional única para influenciar a criação de políticas públicas de atenção à saúde da mama.

Nossa
luta

Desde a sua fundação, a Femama pratica o advocacy como uma de suas mais importantes estratégias na luta para alcançar, continuamente, a redução do índice de mortalidade por câncer de mama no Brasil.
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Seus
direitos

Pacientes com câncer possuem diversos direitos garantidos por lei – tanto de acesso à saúde quantos sociais – que às vezes desconhece. Uma vez desrespeitados, o paciente pode tomar as providências cabíveis e exigir o seu cumprimento.
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Convivendo
com o câncer

Durante a descoberta do câncer de mama, é normal que não só a vida da paciente como também da família e dos amigos sejam afetadas. Se você é membro da família, amigo ou cuidador de alguém com câncer de mama é importante que você saiba lidar com os desafios da doença juntamente com seu ente querido.
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DEPOIMENTOS

Irani

Meu nome é Irani Evangelista.Estou em remissão a 5 anos e 3 meses. Depois de um ano afastada de tudo com foco no tratamento,...
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Irani

Meu nome é Irani Evangelista.
Estou em remissão a 5 anos e 3 meses. Depois de um ano afastada de tudo com foco no tratamento, retornei a faculdade, concluir minha graduação. Hoje trabalho na profissão que admito muito e que foi muito importante naquele momento também para o momento na vida que estava passando.
No inicio do diagnóstico foi muito difícil, também deu uma pausa na minha vida toda e acendeu a luz de tantas coisas pequenas, simples que eu já não fazia e o olhar para as coisas mais legais da vida acende-se.
Fui diagnosticada com 37 anos em novembro de 2015 , com câncer de mama .Iniciei o tratamento em fevereiro de 2016.
Graça a Deus, família e profissionais concluir todo tratamento , quimio, cirurgia e radioterapia. Estava em uso do tamoxifeno por 5 anos e foi incluído mais 5 anos.
Autorizou meu depoimento e foto caso precise ser divulgado. Irani Evangelista

Gilvanete Silva Soares

Sou Gilvanete, descobri o câncer de mama em plena pandemia, depois de ter sentido alguns sintomas, mas por conta das restrições de contato social, houve...
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Gilvanete Silva Soares

Sou Gilvanete, descobri o câncer de mama em plena pandemia, depois de ter sentido alguns sintomas, mas por conta das restrições de contato social, houve muito atraso para conseguir os exames.
Confessa que mesmo sendo uma pessoa de conhecimento não tinha o hábito de fazer o auto exame, era como se o câncer não me enxergasse, que ele jamais iria bater em minha porta. Até pelo fato de não ter histórico familiar.
Fui diagnosticada em um período difícil da pandemia, já não aguentava mais de tanto caminhar para buscar exames e cheguei a desistir de procurar. Parei, orei muito e desistir, mas com poucos dias uma amiga conseguiu marcar exames no Cicam. Depois disso todas as portas se abriram, coisas que são milagres de Deus!
Fiz cirurgias, tratamento e no final de 2020 tive outro susto! Fui diagnosticada com câncer de colo de útero. Sempre tive a convicção de que iria vencer o câncer, só que no segundo diagnóstico tremi na base, fiquei desnorteada, pensava nas netinhas pequenas.
Eu vivia sempre correndo, trabalhando muito, cuidando dos filhos e nunca pensei muito em cuidar de mim, mas depois desses dois sustos, parei para refletir e ver o quanto a vida é curta e que a gente não pode perder muito tempo com coisas supérfluas, porque a vida é mais importante.
Tenho certeza da grandiosidade de Deus em minha vida e tenho certeza que ainda tenho muito o que fazer na vida, porque sempre gostei de fazer trabalhos sociais, voluntários e agora esse desejo foi potencializado, porque quero mostrar as pessoas que o câncer pode ser vencido.
Em 2021 me juntei ao grupo de mulheres oncológicas @umarosaporuma.umarosapotodas e fizemos diversas ações para a campanha do outubro rosa, mas agora estamos com atividades o ano inteiro.
Eu amo o trabalho social e hoje me amo muito mais que antes do diagnóstico.

Joelma Gomes Orrico

Sou Joelma Orrico, que antes de carregar a informação estigmatizada de uma mulher doente, sou uma mulher que se forjou em diversas versões, mesmo sem...
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Joelma Gomes Orrico

Sou Joelma Orrico, que antes de carregar a informação estigmatizada de uma mulher doente, sou uma mulher que se forjou em diversas versões, mesmo sem querer romantizar o papel de uma mulher multifacetada, me reconheço no papel de mãe, Pedagoga, cristã católica, ativista social e defensora dos direitos das pessoas acometidas pelo câncer e de doenças que ameaçam a continuidade da vida.
Descobri o câncer em junho de 2019, depois de mais de um ano investigando nódulos na mama esquerda. Sou paciente do interior da Bahia e fui encaminhada para a capital, porém houve vários contratempos e uma demora de mais de um ano para chegar ao diagnóstico. Infelizmente sou mais um caso de negligência.
Fiz mastectomia lateral e reconstrução imediata com prótese expansora. Após três meses veio o diagnóstico de metástases no fígado e ossos e que teria um tratamento Paliativo.
No início foi um impacto grande e depois foi bem pior com a falta de perspectiva de um tratamento curativo.
Busquei ajuda psicológica e procurei nas redes sociais os perfis que me ajudassem a compreender o momento que estava vivendo.
Hoje eu ressignifiquei o diagnóstico, busquei interagir nas redes sociais contando a minha história e tentando inspirar outras mulheres, assim em outubro de 2020 criei o Projeto @umarosaporuma.umarosaportodas, que tem como perspectiva dar voz e vez a todas as mulheres oncológicas, inclusive as mulheres oncológicas metastáticas, que geralmente são invisibilizadas pelas campanhas do outubro rosa. Entendo todo esse processo como propósito de vida.
Hoje sou staff na @casapaliativa, que se configura em uma importante rede de apoio aos pacientes que tem doenças que ameaçam a continuidade da vida.
Ressignifiquei minha jornada, aceito o desafio que a vida me propôs e vivo feliz com meu milagre diário. Vivo bem! Vivo feliz!

Anadilma

Oii guerreiras, todas são vencedoras e sobreviventes, tinha 53 anos qd fui diagnosticada com CC de mama agressivo, no início da pandemia em agosto de...
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Anadilma

Oii guerreiras, todas são vencedoras e sobreviventes, tinha 53 anos qd fui diagnosticada com CC de mama agressivo, no início da pandemia em agosto de de 2020, tomei um susto pq só vivia fz revisões periódicas , não acreditei e fui me interando do caso, marquei com minha mastologista pra levar a mamografia que não acusou, só tive a certeza qd fiz punção aí meu mundo caiu… fiquei sem chão. ELA me indicou uma clínica maravilhosa a AMO e me indicou uma oncologista mais maravilhosa ainda kkkk Dra. Mayana que super me tranquilizou. Aí eu vi que no fundo do poço tinha uma mola e acima de tudo que eu estava passando tinha um Deus que não me desamparou hora nenhuma. Fiz quimioterapia depois a cirurgia (só o quadrante e depois a reconstrução) na segunda semana de tratamento meus cabelos caíram ( fui no salão já dei um corte antes pra não tomar um susto maior e agora cresceram mais bonitos e platinados e ainda me livrei de pintar do mês. No meu aniversário estava com a oncologista fz revisão. Estou curada e só agradecendo a Deus por tudo. Estou no final do tratamento, graças a Deus.

Jamille do Nascimento Almeida

Meu nome é Jamile Almeida,em 2018 descobri um câncer de mama ,fiz todo o tratamento quimioterapia, radioterapia e 3 cirurgias de reconstrução mamária. Bah,uma batalha...
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Jamille do Nascimento Almeida

Meu nome é Jamile Almeida,em 2018 descobri um câncer de mama ,fiz todo o tratamento quimioterapia, radioterapia e 3 cirurgias de reconstrução mamária. Bah,uma batalha muito árdua,mas com muita paciência e fé consegui passar. Agora em 2021 durante um exame de rotina descobri que a doença voltou e terei que fazer mais duas cirurgias pra retirada do tumor que está localizado na mama novamente e mais o tratamento de quimioterapia. Nunca perdi minha fé na vida e luto por ela até o fim.

Marilena Ramos

No auge da vivência dos meus sonhos e planos, fui diagnosticada com câncer de mama. Não tive o diagnóstico como sentença de morte e por...
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Marilena Ramos

No auge da vivência dos meus sonhos e planos, fui diagnosticada com câncer de mama. Não tive o diagnóstico como sentença de morte e por um lado Deus já estava me preparando. Por se tratar de um tumor agressivo (Carcinoma Ductal Invasivo HER2-), dei início ao tratamento com a quimioterapia, cirurgia e radioterapia. Só tenho agradecer a Deus pela oportunidade de ter vivido essa missão, hoje estou em remissão, fazendo uso de tamoxifeno. Nunca foi sorte, sempre foi Deus!

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A FEMAMA possui ONGs associadas em todas as regiões do país dispostas a apoiar pacientes e contribuir com a redução da mortalidade por câncer de mama no país.

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