
O administrador, mestre em economia e doutor em História Econômica, André Cezar Medici, foi confirmado como palestrante na I Conferência Nacional de Prefeitas e Governadoras e VII Conferência Nacional de Primeiras-Damas. André ministrará a palestra “O Custo Social do Câncer”, na manhã do dia 10 de agosto, no hotel The Capital (Rua Tenente Negrão, 200), em São Paulo.
O profissional também é especialista em seguridade social pela Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, além de ter escrito mais de 10 livros e publicado 200 trabalhos em diversos idiomas, com concentração em economia, políticas e gestão da saúde.
André participou do movimento de construção de SUS no Brasil e foi coordenador do Grupo Técnico de Financiamento à Saúde da Comissão Nacional de Reforma Sanitária (CNRS). De acordo com ele, o SUS deve se basear numa integração entre atores públicos e privados, com objetivos claros e com uma regulação que promova o acesso universal e sem barreiras da população brasileira à promoção, prevenção e assistência médica de acordo com as necessidades das famílias e das responsabilidades das empresas.
O palestrante mora em Washington (EUA) desde 1996 e ocupou cargos de consultor em organismos internacionais como o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e Banco Mundial, onde tem participado de diversos projetos e iniciativas internacionais em temas como acreditação de saúde, segurança de pacientes, economia da saúde, reforma de saúde, planejamento estratégico e prioridades de saúde.
As conferências
I Conferência Nacional de Prefeitas e Governadoras e VII Conferência Nacional de Primeiras-Damas promoverá palestras e atividades práticas para lideranças femininas e instituições de combate ao câncer que elaborarão em conjunto, com o apoio de uma consultoria estratégica, um documento orientador com ações passíveis de serem desenvolvidas localmente. Ações realizadas pelas participantes serão posteriormente reunidas em um mapa digital de iniciativas resultantes da ação.
O encontro tem como objetivo sensibilizar e orientar as lideranças femininas quanto às reais possibilidades de influenciar a sociedade civil e promover a urgência da criação e aplicação de políticas e programas de saúde que garantam acesso, atendimento qualificado, tratamento ágil e adequado para o câncer da mulher.



