
Márcia Cristina Fernandes, 34 anos, paciente de câncer de mama metastático HER2+ da rede pública de saúde de Porto Alegre, teve acesso ao tratamento trastuzumabe e sua aplicação após judicializar o medicamento e denunciar o seu caso na internet e na televisão.
Após o tratamento para esse subtipo de câncer ter sido negado por estar indisponível no SUS, a paciente procurou a assessoria jurídica do Instituto da Mama do Rio Grande do Sul (IMAMA), ONG associada à FEMAMA, que entrou com liminar na justiça para obter o tratamento. Além do auxílio legal do IMAMA, a paciente e a FEMAMA denunciaram o descaso e a falta de acesso e da aplicação do tratamento nas redes sociais e na televisão.
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