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Diagnóstico e tratamento do câncer de mama enfrenta dificuldades na Amazônia

O câncer de mama na Amazônia foi o assunto de uma das conferências mais procuradas do 17º Congresso Médico Amazônico na semana passada. O congresso reuniu cerca de 4 mil médicos, estudantes e outros profissionais da área de saúde para debater os principais temas do campo. Ministrada pelo médico cirurgião Antônio Nahum Pinho, especialista em Mastologia pela Sociedade Brasileira de Mastologia, a palestra teve como principal foco as particularidades da região amazônica e as medidas que devem ser executadas pelo poder público.

“O câncer de mama é hoje, indiscutivelmente, um problema de saúde pública. Se os órgãos responsáveis e a máquina pública conseguissem cumprir as metas estabelecidas, já diminuiríamos a incidência, e os diagnósticos seriam feitos com mais rapidez”, afirmou. De acordo com o médico, um dos problemas mais sérios são as filas para atendimento, nas quais são observados casos de pessoas que esperam há oito anos, assim como a dificuldade que o morador do interior dos estados encontra para ser atendido. No Pará, os lugares onde as pessoas podem se tratar são Belém e Santarém; em Tucuruí, o trabalho ainda será iniciado, informou.

Segundo o médico e pesquisador goiano Ruffo de Freitas Júnior, também presente à palestra, a média de dias entre o diagnóstico e o tratamento do câncer de mama na Amazônia ainda é muito longa. “Isso precisa mudar urgentemente”, afirmou.

Com informações de Jornal O Liberal (PA)

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