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A assistente social Bianca Xavier, da AFECC, instituição associada da Femama, levou o Outubro Rosa para o Espírito Santo

Há cinco anos, vendo a necessidade de um programa para enfatizar o diagnóstico precoce e o tratamento do câncer de mama do Espírito Santo, uma assistente social e psico-oncologista trouxe para o Estado um projeto que é referência mundial no segmento.

Hoje, Bianca Xavier, 54 anos, comemora o sucesso do Outubro Rosa no Espírito Santo, campanha internacional de combate ao câncer de mama, numa parceria sólida com a Associação Feminina de Educação e Combate ao Câncer (AFECC).

“Estou há 23 anos da AFECC e me sinto honrada de termos conseguido, aos poucos, fazer com que o Outubro Rosa abrangesse mais e mais mulheres capixabas. Mas ainda tempo um longo caminho a percorrer”, disse Bianca, que já chegou a atender e orientar mais de mil pacientes com câncer no ambulatório do Hospital Santa Rita.

Segundo ela, o projeto começou pequeno na Grande Vitória, com apenas alguns monumentos iluminados com a cor rosa na capital. Para este ano, a expectativa é de que mais mulheres do interior do Estado sejam atendidas.

“O Outubro Rosa não é só em outubro. Temos a campanha durante o ano inteiro, com o atendimento a comunidades quilombolas, indígenas e onde mais for possível fazer o diagnóstico das mulheres”, contou a assistente social.

Atualmente, Bianca atua exclusivamente com pacientes que tem câncer de cabeça e pescoço e não deixa de se emocionar com cada história contada no ambulatório do hospital.

Para ela, é impossível não se envolver com milhares de histórias contadas diariamente nos corredores da instituição.

“O papel do assistente social e do psicólogo, nestes casos, é ser a família do paciente. É se envolver nas histórias e confortá-lo neste momento de dor. Cada um deles é minha família também”, ressaltou Bianca.

Se os momentos de tristeza são para aproximar, os de alegria também. A assistente social alega que não há alegria maior para o profissional que trabalha com pacientes com câncer do que vê-los curados, voltando ao hospital somente para agradecer a equipe.

“É uma alegria que não tem tamanho. Nunca vou me cansar disso”, afirmou.

Notícia publicada em A Tribuna (ES) em 25/05/2014

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