Jornada do paciente

Conheça as principais formas de diagnóstico precoce, além de como diminuir o risco de se ter câncer.

Leia tudo o que você precisa saber enquanto está enfrentando o câncer, desde os principais tipos de tratamento até dicas e dúvidas recorrentes neste momento de sua vida.

É uma vitoriosa e derrotou o câncer de mama? Legal! Conheça o que vem depois e como retomar a sua vida.

Sabemos que você enfrenta desafios diferentes de uma paciente de câncer de mama em estágio anteriores e, por isso, esses conteúdos foram feitos especialmente para você.

Irani

Meu nome é Irani Evangelista. Estou em remissão a 5 anos e 3 meses. Depois de um ano afastada de tudo com foco no tratamento, retornei a faculdade, concluir minha graduação. Hoje trabalho na profissão que admito muito e que foi muito importante naquele momento também para o momento na vida que estav...
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2 de fevereiro de 2022

Irani

Meu nome é Irani Evangelista.
Estou em remissão a 5 anos e 3 meses. Depois de um ano afastada de tudo com foco no tratamento, retornei a faculdade, concluir minha graduação. Hoje trabalho na profissão que admito muito e que foi muito importante naquele momento também para o momento na vida que estava passando.
No inicio do diagnóstico foi muito difícil, também deu uma pausa na minha vida toda e acendeu a luz de tantas coisas pequenas, simples que eu já não fazia e o olhar para as coisas mais legais da vida acende-se.
Fui diagnosticada com 37 anos em novembro de 2015 , com câncer de mama .Iniciei o tratamento em fevereiro de 2016.
Graça a Deus, família e profissionais concluir todo tratamento , quimio, cirurgia e radioterapia. Estava em uso do tamoxifeno por 5 anos e foi incluído mais 5 anos.
Autorizou meu depoimento e foto caso precise ser divulgado. Irani Evangelista

2 de fevereiro de 2022

Salete Rosa

21/05/2018 – Olá,meu nome é Salete, e quero dar um depoimento pra ajudar as mulheres que estão passando pelo problema do câncer. Tive câncer de mama e há cinco anos estou curada. Na hora, a gente se desespera, acha que tudo vai acabar, mas não é bem assim. Eu participei muito da Casa de Apoio...
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1 de outubro de 2018

Salete Rosa

21/05/2018 – Olá,meu nome é Salete, e quero dar um depoimento pra ajudar as mulheres que estão passando pelo problema do câncer. Tive câncer de mama e há cinco anos estou curada. Na hora, a gente se desespera, acha que tudo vai acabar, mas não é bem assim. Eu participei muito da Casa de Apoio Gama, de Pato Branco, a Marlene e a Mari, na época, me deram bastante apoio, foram na minha casa e me convidar pra ir à ONG. Eu comecei a participar e foi muito bom, porque na hora a gente precisa de muita ajuda das pessoas, uma palavra amiga vale por muito, muito, muito. Os meus médicos também foram muito meus amigos, foram umas pessoas que me ajudaram bastante, e mais elas da Casa, então, pra mim foi tudo de bom. Graças a Deus já fez cinco anos, eu estou curada, estou bem.

Agente passa por muito, eu passei por trinta radioterapias e sete quimioterapias. É difícil? É difícil, a gente passa mal; nossa, eu passava muito mal, mas tudo passa. Hoje estou aqui bem, graças a Deus. Na época meu cabelo caiu, chorei um monte por causa do cabelo, mas hoje eu não choraria mais, porque acho que é só bobeira da gente, mas, fazer o que, na hora a gente pensa assim, né. Aí meu cabelo cresceu, eu cortei, e hoje estou aqui no Gama pra fazer a doação do cabelo, e estou feliz. É só isso que tenho pra dizer, que agradeço a todos que me ajudaram. Obrigada!

1 de outubro de 2018

Taline Libanio

26/10/2017 – Meu nome é Taline. Tenho 33 anos e sou a prova viva de que o câncer não escolhe idade, sexo, raça ou classe social. Minha família é “herdeira” de uma mutação genética no gene BRCA1 e no final de 2015, com 31 anos, descobri que também era acometida pela mutação e que ti...
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1 de outubro de 2018

Taline Libanio

26/10/2017 – Meu nome é Taline. Tenho 33 anos e sou a prova viva de que o câncer não escolhe idade, sexo, raça ou classe social. Minha família é “herdeira” de uma mutação genética no gene BRCA1 e no final de 2015, com 31 anos, descobri que também era acometida pela mutação e que tinha 87% de chances de desenvolver o câncer de mama até meus 35 anos.

Tomei então, a decisão mais difícil da minha vida e optei por uma cirurgia profilática. Deixei para trás o sonho de amamentar, fui criticada por muitas pessoas, e para prevenir a doença realizei uma mastectomia bilateral com reconstrução imediata. Mas 20 dias após minha cirurgia, em janeiro de 2016, recebi a notícia de que a biópsia realizada nas mamas havia identificado um tumor invasivo e muito agressivo na mama esquerda.

Precisei passar por mais quatro cirurgias depois disso, foram cinco drenos, dezenas de picadas e centenas de comprimidos. Foi necessário o esvaziamento axilar do lado esquerdo e a retirada da prótese. Fiquei por um ano e dois meses sem minha mama.

Em março deste ano fiz minha última cirurgia para essa reconstrução. Hoje, estou de alta, curada com a graça de Deus! Depois disso tudo, posso assegurar que renasci. Aprendi com o câncer a dar mais valor nas pessoas que me amam, nas coisas simples e essenciais da vida e a nunca desistir. Venci o câncer e ganhei uma nova vida, mais cheia de coragem, mais feliz!

1 de outubro de 2018

Patrícia Gil

25/10/2017 – Meu nome é Patricia Gil e fui diagnosticada com câncer de mama em maio de 2015 aos 39 anos. Quem descobriu a alteração em meu seio foi meu marido, uma retração no seio esquerdo na parte inferior. Sem acreditar que poderia ser algo grave, não quis buscar ajuda médica e infelizmente...
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11 de outubro de 2018

Patrícia Gil

25/10/2017 – Meu nome é Patricia Gil e fui diagnosticada com câncer de mama em maio de 2015 aos 39 anos. Quem descobriu a alteração em meu seio foi meu marido, uma retração no seio esquerdo na parte inferior. Sem acreditar que poderia ser algo grave, não quis buscar ajuda médica e infelizmente a hipótese de ser um câncer, jamais passou pela minha cabeça.

Passado algum tempo a retração aumentou e aí eu comecei a entender que realmente aquilo estava estranho. Fui ao meu médico, que examinou meus seios e não encontrou nenhum tumor. Disse que poderia ser alguma atrofia no ducto mamário, mas que seria mais seguro fazer uma mamografia. Mais uma vez, depois de ouvir um pré-diagnóstico, acreditei que não era nada, e pasmem! Não fui fazer a mamografia.

Passados mais três meses, a retração avançou mais um pouco. Então comecei a ficar com medo e, enfim, fiz a mamografia. Em uma semana chegou o resultado, confirmado por biópsia quinze dias depois o diagnóstico mais assustador de tudo que já tinha vivido antes: carcinoma ductal Invasivo grau 1. Meu inimigo tinha nome e sobrenome e sim, ele estava lá! Toda história da minha vida desde a infância se passou pela minha cabeça em segundos e a pergunta: Como assim? Eu vou morrer?

Depois de um pequeno período, onde vivi um misto de sentimentos, de medo, revolta, luto e reclusão, iniciei um processo de aceitação e entendi que ninguém poderia fazer por mim o que só eu faria. Lutar! Seguir em frente. Após o décimo terceiro dia de quimioterapia, meus cabelos começaram a cair em tufos. Chorei muito, mais do que quando descobri a doença.

Decidi que todos em nossa casa participariam do “ritual” para a batalha. Quando as crianças chegaram em casa, entreguei nas mãos de cada um uma tesoura e em clima de festa, pedi que cortassem meus cabelos. Eu precisava incluí-los neste acontecimento, eles precisavam entender tudo aquilo e nada mais justo do que participar deste momento. Tomei um banho e diante do espelho disse para mim: Agora chega! Você já chorou, já sofreu, mas agora acabou! Você tem um câncer para vencer!

Funcionou! Vesti-me com as armas que tinha, fiz cirurgia, no meu caso quadrantectomia e esvaziamento axilar, quimioterapia (8) e radioterapia (33). Mesmo vivendo os difíceis efeitos colaterais eu continuei meu dia a dia, continuei trabalhando, fazendo minha faculdade, cuidando da casa e da família. Meu marido foi um superparceiro!

Eu precisava reagir, eu devia isso a mim, por toda a minha vida e por todos que me amam. E olha que bom! Descobri que não ia morrer! Após tratamento fiquei curada! Apenas acompanhamento e tamoxifeno uma vez por dia durante cinco anos (apesar do médico me dizer que serão mais cinco, ou seja, 10 anos no total), mas já me considero totalmente curada!

Durante o tratamento algo surpreendente me aconteceu! Fui convidada para estrelar a campanha #Fortalizese, no ano de 2016, me senti muito feliz e valorizada. Principalmente por poder representar tantas mulheres que estavam passando pelo mesmo que eu.

Em outubro do mesmo ano, fui convidada pela Marcelle Medeiros, presidente Voluntária da Fundação Laço Rosa, para ser uma Embaixadora da Fundação em Minas Gerais. Apesar de ser carioca, moro em Poços de Caldas há 14 anos e em agosto de 2017, inauguramos o núcleo da Fundação aqui na cidade. Sinto-me muito feliz e orgulhosa de poder fazer um pouquinho pela Fundação. Tento apoiar e acolher as pacientes com um trabalho de elevação da autoestima. Nosso núcleo vem ganhando proporção em toda região e já temos oito voluntárias trabalhando junto conosco pela causa.

Quero agradecer a oportunidade de contar a minha história e quem sabe encorajar tantas outras pacientes. Adoro o trabalho da FEMAMA e acompanho sempre!

11 de outubro de 2018

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