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Conheça os cenários das propostas que podem mudar o destino dos recursos da saúde

O Sistema Único de Saúde – SUS é o nome do sistema público de saúde brasileiro que garante, por lei, acesso integral, universal e igualitário à população, do simples atendimento ambulatorial aos transplantes de órgãos, por exemplo. Dos 206,3 milhões de brasileiros que compõem nossa população, atualmente cerca de 75% da população brasileira dependem exclusivamente do serviço como única forma de cuidar da saúde.

A maioria não tem condições de pagar por um convênio. A recente crise agravou essa situação: de janeiro a julho deste ano, foram mais de 623 mil postos fechados em todo o país. No ano passado, o SUS absorveu 1,7 milhão de cidadãos que cancelaram seus contratos de planos de saúde, segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

Apesar disso, o investimento em saúde vem diminuindo. Em 2015, 14,8% da Receita Líquida da União foram investidos em saúde. Em 2016, a previsão é investir apenas 13,2% da receita. Esse valor representa cerca de R$ 10 bilhões a menos sendo injetados no SUS. Isso ainda pode mudar com a aprovação de novas regulações.

O valor investido pelo governo em saúde pública pode diminuir ainda mais nos próximos 20 anos. Mesmo com o aumento da demanda pelos serviços, diversas propostas legislativas que tramitam no Congresso Nacional podem diminuir os investimentos públicos e que influenciam diretamente a saúde. Apenas uma proposta tramita com a finalidade de aumentar os investimentos em saúde, buscando honrar o compromisso do SUS ser universal, integral, justo, descentralizado e com participação social.

A FEMAMA elaborou um infográfico que explica cada uma das propostas. Confira clicando no quadro abaixo. 

Acompanhe o andamento da tramitação das propostas.
 


Clique na imagem abaixo para ampliar o infográfico.
 

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