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FEMAMA e Ministério da Saúde discutem desafios para ampliar o acesso a tratamentos oncológicos no SUS

Nesta segunda-feira (26), a FEMAMA participou de reunião com representantes do Departamento de Atenção ao Câncer (DECAN) do Ministério da Saúde para discutir os desafios e as oportunidades de transformar a incorporação de novas tecnologias em saúde em acesso efetivo aos pacientes oncológicos atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

O encontro contou com a presença do presidente da FEMAMA, Dr. Luiz Ayrton Santos Junior, da fundadora e conselheira da instituição, Dra. Maira Caleffi; e da Coordenadora de Pesquisa e Informação em Saúde da Federação, Gabriele Alves. Pietro Rubin, consultor de Relações Governamentais da instituição em Brasília também participou da reunião. O Ministério da Saúde foi representado pela coordenadora da CGCAN/DECAN, Dra. Paula Diniz.

Durante a reunião, a FEMAMA apresentou questionamentos sobre os avanços na implementação da Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer (PNPCC), com atenção especial a temas estratégicos para a assistência oncológica no SUS. A organização da Assistência Farmacêutica em Oncologia (AF-ONCO), o acesso à testagem genética dos genes BRCA1 e BRCA2 para avaliação do risco hereditário de câncer de mama e a garantia de acesso às cirurgias de reconstrução mamária também foram temas abordados no encontro.

Outro ponto discutido foi a atualização das evidências científicas sobre o succinato de ribociclibe, medicamento utilizado no tratamento adjuvante do câncer de mama inicial com alto risco de recorrência. A FEMAMA buscou esclarecimentos sobre como os novos dados científicos poderão contribuir para a avaliação da incorporação dessa tecnologia ao SUS, cujo processo segue em andamento.

Como encaminhamento do encontro, a FEMAMA e o Ministério da Saúde assumiram o compromisso de manter reuniões periódicas, fortalecendo a cooperação institucional e o acompanhamento das políticas públicas voltadas à atenção oncológica.

Mais do que garantir a disponibilidade de novos tratamentos, o desafio é assegurar que eles cheguem, de forma oportuna e adequada, às pessoas que deles necessitam, contribuindo para melhorar os indicadores do câncer no Brasil.

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